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Arquivos para a Categoria ‘Encontros Camilianos’

ENSAIO

Elias J. Torres Feijó
O legado do último Camilo Romancista e a (auto-) cilada Realista
Vila Nova de Famalicão, Casa de Camilo-Centro de Estudos / 2011

Em O Legado do Último Camilo Romancista e a (Auto-)Cilada Realista, Elias J. Torres Feijó leva a efeito uma arrojada e estimulante releitura do lugar de Camilo no campo literário: aquela através da qual procura dilucidar a perda de centralidade do novelista, a partir essencialmente da década de 80, com o advento irreversível do Realismo. Empenhado em aprofundar a conexão entre a emergência do repertório realista e a inevitável perda de capital simbólico de Camilo, gozando de uma proeminência até então indisputada (cabe-lhe, não sofre dúvida, a condição de melhor exemplo possível do Romantismo), Torres Feijó fornece um contributo fundamental para (re)perspetivar, neste contexto de conflito aberto no cerne do campo literário, com remoções e novas identificações estético-ideológicas, do ponto de vista periódico e classificatório, o último Camilo. O d’A Brasileira de Prazins (ABP) e de Vulcões de Lama (VL).

Convirá notar que há nesta questão da perda progressiva de capital simbólico de Camilo, como bem demonstra o estudo em pauta, não descurando a força de imposição de um conjunto de fatores não apenas definíveis como literários, dois modos, pelo menos, de encarar o que ABP e VL significam. O primeiro enfatiza a discrepância destes textos com a matriz romântica de Camilo e, como tal, desemboca na presunção de uma (inevitável) capitulação perante o novo programa literário, representado fundamentalmente por O Crime do Padre Amaro e, em especial, O Primo Basílio, romance que, como se sabe, ataca sem reservas o idealismo romântico — e, por extensão, Camilo — por interposta presença de Luísa, consumidora de literatura romântica. O segundo modo de considerar o assunto não vê forçosamente uma renúncia de Camilo perante o advento do repertório realista e dos axiomas naturalistas, antes rastreia uma estratégia inversa; e que pode formular-se, creio, assim: n’ABP e em VL manifestar-se-iam as condições de possibilidade de uma ficção, apesar de tudo, coerente com a trajetória — vasta e heterogénea — romanesca camiliana. Por outras palavras, pensável fora de uma moldura realista e naturalista, mesmo sendo evidente a responsabilidade desta no último Camilo romancista (não há, pois, como não ver rastos da substância dessa moldura induzida nos romances em apreço).

Comecemos por assinalar que, após recensear as ameaças ao domínio romântico camiliano (entre as quais, afora a publicação, com indiscutível sucesso, dos dois romances referidos de Eça, é preciso reter factos como a Questão Coimbrã, a notoriedade das narrativas já marcadamente realistas de Júlio Dinis, seguramente bem diferentes da arte de efabulação camiliana, a publicação d’As Farpas ou ainda as Conferências do Casino), o autor descreve detalhadamente as reações de Camilo (as públicas e as mais pessoais, transcritas em cartas) perante a iminência de se ver relegado para um lugar periférico do campo. Por exemplo, Camilo reage, nomeadamente na dedicatória a Tomás Ribeiro em «Maria Moisés» ou ainda na Introdução d’A Caveira da Mártir, através de uma estratégia que consiste em desvalorizar a novidade do adversário e reivindicar a «paternidade realista» (p. 15). Neste sentido, como se compreende sem dificuldade, o novelista não só visa subtrair ao Realismo o seu impacto ao tentar descartá-lo do seu fundamento básico (o ser novidade), como ainda atua com vista a manter notória supremacia na liderança do campo literário ao reclamar a autoria primeira dessa suposta novidade. Tudo bem visto, Camilo faz uso de uma tática, como afirma a certa altura, e com inteira justeza, Torres Feijó, «que vai ser constante e arriscada na perceção que rivais e público podem ter como contraditórias: invocar-se ao mesmo tempo como líder de uma corrente, o romantismo, e líder e ainda gerador da contrária (sem assim fazê-la parecer), o realismo, dando assim sensação de que nada de novo havia; e que lhe proporcionaria uma atalaia do que podemos denominar aduaneiro do campo tão ambígua como perfeita» (ibid.).

Para perceber devidamente esta problemática crucial da perda de centralidade de Camilo com o advento do Realismo e, com isso, analisar o debate, entretanto despertado, sobre a missão ideológica da literatura, é forçoso examinar o estatuto — leia-se: o papel central — de Novelas do Minho, como é lógico. É o que faz com exemplar argúcia o autor. Enunciando as diversas abordagens crítico-analíticas suscitadas por esta obra fundamental de Camilo, em leitores como Jacinto do Prado Coelho, Helena Mira Mateus ou Maria Eduarda dos Santos, Torres Feijó, na esteira de Abel Barros Batista, oferece uma boa, porque lúcida, descrição da situação deste texto no arco da produção camiliana, localizando Novelas do Minho numa espécie de entre-dois transfronteiriço (digamos assim): «Na minha apreciação, há uma nova fase camiliana iniciada com as Novelas do Minho (em que estariam presentes procedimentos da nova escola, sem ânimo substantivo de subversão dos mesmos); mas essa fase, do ponto de vista expresso, é qualitativamente menos reveladora em relação ao anterior do que ao posterior (os romances ‘facetos’); porque estes textos vão introduzir mudanças extremamente significativas, deixando as Novelas do Minho numa terra de ninguém» (p. 18).

Mas o estudo da progressiva secundarização de Camilo no campo literário não se faria à margem de uma revisão dos pressupostos dessa secundarização devidamente articulada com outros dois textos imprescindíveis neste âmbito — Eusébio Macário e A Corja —, textos cuja ambiguidade decorre, como observa o autor, reportando-se a Eusébio Macário, por se constituírem em termos de crítica ao novo movimento e, concomitantemente, por implicitamente aceitarem a dominância realista, uma vez que a ontologia de tais textos existe justamente em função da nova vertente literária apregoada por Eça (cf. p. 19).

Seja como for, se crítica há que afirma lapidarmente a irrupção de uma nova fase na arte camiliana, aquela que não desdenha recorrer a expedientes realistas (e naturalistas), a verdade é que esse novo período camiliano não é objeto de um concerto crítico consensual. Ao arrepio de uma boa porção de leitores crentes numa fase realista/ naturalista da ficção camiliana (ou algo realista/naturalista), Torres Feijó, e na senda de estudiosos céticos dessa versão pós-romântica do novelista (entre os quais, Sampaio Bruno e Fidelino de Figueiredo), consentâneo mais uma vez com a leitura (certeira, a meu ver) de Abel Barros Batista, para quem a suposta fase realista de Camilo em boa verdade recupera e amplia aspectos já presentes em obras cómicas anteriores (cf. 20), Torres Feijó advoga que, em geral, nenhum texto de Camilo pode, em rigor, ser lido como realista-naturalista, nem sequer os romances finais (cf.p. 28). Talvez esta seja, penso, a apreciação mais consequente com a versão romanesca que as últimas narrativas de Camilo de facto configuram. Numa palavra, as derradeiras novelas não revelam uma acentuada perda de origem, em resultado de apresentarem situações perfeitamente comensuráveis com esses outros textos mais antigos através dos quais se define, em regra, o esplendor camiliano.

Mais especificamente sobre ABP e VL, o autor, relendo as obras em função «do estado do campo e das diferentes tendências e gostos nele construídos» (p. 52), não se inibe de estabelecer pontos de discórdia com certos tenores da crítica camiliana. Porque expõe uma análise, assaz persuasiva, que contraria nos textos uma escrita que nos daria a lapidar consciência, digamo-lo assim, naturalista. Torres Feijó, com efeito, bem a despeito do suposto valor naturalista incontestado destas duas últimas novelas, vem mostrar que nenhuma delas, tudo bem considerado, sofreu a drástica sobreposição do modelo naturalista. São, pois, novelas menos norteadas por convenções nitidamente adstritas ao Naturalismo e, em bom rigor, mais dadas à ambiguidade.

Desde logo por ABP constituir «uma obra ambígua nos seus objetivos, tentando o autor não aparecer como traidor aos seus princípios românticos e, ao mesmo tempo, não descurando apresentar-se como conhecedor e dominador das novas técnicas e as suas concepções» (p. 53). Mas ainda por não ser suficientemente provado que a loucura, em ABP como em VL, provenha de perturbações mentais de índole naturalista (atinentes à educação, ao meio ou à herança genético-biológica) e não radique antes no, muito camiliano, universo representacional do amor romântico.

Semelhantemente, o comportamento dos protagonistas exibe ambiguidade, visto não nos ser dado saber «se o narrador atribui as condutas dos seus personagens à herança, ao meio e/ou à educação ou a outras circunstâncias; e se o faz em função do cientifismo da altura ou de uma sabedoria tradicionalmente elaborada» (p. 63), ressaltando o facto de, no mundo rural enfatizado por estas novelas (a aldeia pré-Regeneração), sobressaírem valores sociais em declínio ou mesmo já inexistentes na esfera urbana. Ou seja, o campo ainda é o espaço onde vínculos e solidariedades não fraquejam.

Além destes aspectos nada despiciendos, o autor reporta-se ainda à mundividência das personagens («Personagens e Representações de Ideias e Valores»), subcapítulo onde, por exemplo, a propósito da possível perniciosidade do ideário romântico veiculado pela leitura de textos sentimentais, baliza os limites da literatura romântica: esta mais não faz do que entreter e não dispõe de alcance performativo suscetível de incidir numa perturbação do mundo.

Outro tópico analisado, e de não menores consequências, é o da língua («A Língua como Bem e Ferramenta Cultural Distintiva»), sendo talvez neste ponto fulcral de resto que a eventual convicção naturalista em relação a ABP e a VL se torna definitivamente insustentável. Efetivamente, Torres Feijó evidencia o carácter inseparável da narrativa camiliana da vernaculidade e da opulência lexical; que é como quem diz: por muito que possa ter sido o investimento de Camilo nos recursos do novo repertório, o certo é que esse investimento colide com a flagrante inexistência de um devir realista-naturalista da linguagem. Inexistência visível no (qual ‘escrita pulsional’) ostensivo fulgor de uma axiologia estilística que não destoa da excelência fraseológica enfatizada em textos anteriores e, verdade se diga, incrustada em tudo o que o novelista escreveu. Ocorre assim, no último Camilo, uma nítida resistência a um evoluir que começa a deslegitimar o vernáculo estigmatizando-o como paroquial, e em consequência o próprio escritor como passadista, e que valora o cosmopolitismo de usos repertoriais inspirados no mundo francês (cf. p. 89). O que inviabiliza uma adunação entre Camilo (com a irredutível singularidade da sua linguagem) e o novo repertório, como é claro.

Conclua-se sublinhando o mérito indiscutível deste fundamentado e não pouco precioso estudo de Torres Feijó. Trata-se, não se duvide, de um estudo que reforça uma hipótese até aqui razoavelmente discutível: que o legado camiliano materializado por ABP e VL não atesta, a despeito do uso de certos expedientes técnico-narrativos e de certas tonalidades de cariz realista-naturalista, uma descontinuidade do romancista relativamente ao seu percurso romântico. Pelo contrário, é lícito supor que Camilo, como talvez não cuidássemos, por muito íntimo que pudesse ser com a nova ordem estético-literária, se revela estrategicamente, como se de um gesto de coerente com o seu reconhecido capital literário. Se bem que ilustrasse «o impacto do novo movimento, incorporou formas e fórmulas, não a sua conceção nem sensibilidade, que não se compadeciam com o seu pensamento e trajectória e continuou o seu rumo. O seu mundo não desaba tão linearmente como parece e as suas propostas continuam em pé, substantivamente» inclusive o juízo avaliativo de um cenário virtual: se porventura não tivesse existido Realismo, sustenta Torres Feijó, os derradeiros romances camilianos não variariam sensivelmente (p. 91). Talvez. E é neste talvez a declinar convincentemente para o com certeza que reside o mérito de O Legado do Último Camilo Romancista e a (Auto-) Cilada Realista, pela simples razão de que é um estudo dotado dessa capacidade exegética maior que consiste em ser capaz de extrair consequências — e, neste caso, decisivas – do que se lê com acuidade.

Sérgio Guimarães de Sousa

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De 22 a 27 de outubro o Centro Cultural de Belém irá organizar o Ciclo Camilo Castelo Branco no Centro Cultural de Belém subordinado à temática Camilo Castelo Branco: As paixões juvenis e o Amor de Perdição, com diversas iniciativas, como exposições, filmes, espetáculos, debates e mesas-redondas.


Este evento é organizado pelo Centro Cultural de Belém em colaboração com a Casa de Camilo de São Miguel de Seide/Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, o Plano Nacional de Leitura, o CLEPUL, o Teatro Nacional de São Carlos e o Centro Nacional de Cultura.

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Entre 18 e 22 de Julho, a Universidade do Porto vai promover um curso de Verão dedicado a Camilo Castelo Branco. A iniciativa decorre no âmbito de um protocolo de colaboração entre a Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão e a Universidade do Porto, celebrado hoje, dia 14 de Junho, na Casa-Museu de Camilo, em S. Miguel de Seide. O documento foi assinado pelo presidente da autarquia, Armindo Costa, e pela vice-reitora da Universidade, Maria de Lurdes Fernandes.
O curso intitulado “Mistérios de Camilo” é composto por cinco sessões e irá decorrer na Casa de Camilo e na Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Os temas abarcam diversas áreas da vida e obra de Camilo e serão apresentados por académicos especializados na obra camiliana, entre os quais a antiga ministra da Cultura, Isabel Pires de Lima. As sessões teóricas serão complementadas com a exibição de um documentário sobre a vida do escritor, de filmes que recriam algumas das suas obras e com a visita guiada aos lugares camilianos de Braga e Porto.
A participação no curso tem o custo total de 100 euros e inclui as deslocações, material de apoio e refeições.
Para o presidente da Câmara Municipal “a colaboração do município nesta formação irá potenciar novas abordagens multidisciplinares e inovadoras no estudo da obra do escritor”, para além de contribuir para “o reforçar das relações de cooperação com várias instituições científicas e culturais, como é o caso da Universidade do Porto”.

FONTE: Câmara Municipal Vila Nova de Famalicão

 

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«Em oposição a uma certa rigidez clássica, tão do gosto dos franceses, o século XVIII inglês acentua tendências que poderemos considerar latentes, pelo menos, desde Shakespeare. A conversa de Hamlet com o fantasma do pai no cemitério, onde este lhe revela ter sido vítima de assassínio ou o lance em que Romeu, no túmulo da família Capuleto, pensando Julieta morta, se suicida, podem considerar-se cenas dignas de qualquer romance gótico. O estudo de Maria Leonor Machado de Sousa, A Literatura Negra ou de Terror em Portugal (séculos XVIII e XIX), dá conta da recepção que em Portugal houve dessa voga inglesa que prepara, de certa forma, uma das facetas românticas».

Este artigo da Professora Doutora Maria de Fátima Marinho, Camilo Castelo Branco e a atracção pelo horrível, pode ser lido e descarregado no Repositório Aberto da Universidade do Porto. Porém, se preferir, pode lê-lo clicando apenas no título acima mencionado ou no texto transcrito.

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Maria Moisés de Camilo Castelo Branco: Enredos do Coração

A fábula novelesca de Maria Moisés, de Camilo Castelo Branco configura uma típica novela sentimental, mas ao contrário do Amor de Perdição singulariza-se por dosear a mundividência romântica com uma atenção a elementos realistas. Digamos, portanto, que se trata de uma novela passional (sobretudo na 1ª Parte), equilibrada por um realismo temperado e tipicamente camiliano. Dividindo a novela em duas partes, Camilo salienta, de modo bem vincado, como veremos, dois percursos existenciais bem diferentes, mas nem por isso menos complementares: primeiro, o narrador camiliano apresenta-nos a história de Josefa da Lage; depois, com a trágica morte desta, narra-nos a vida de sua filha, Maria Moisés.

Vejamos, mais detidamente, os eventos que preenchem cada uma das partes.
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A edição do Encontro ‘Saber Trás-os-Montes’ de 2008, organizado pelo Grémio Literário Vila-Realense e tendo de novo por tema a figura de Camilo Castelo Branco, decorrerá nos dias 10, 11 e 12 de Outubro (fim-de-semana), no Auditório da Biblioteca Municipal Dr. Júlio Teixeira, em Vila Real.
Estão previstas intervenções de Aníbal Pinto de Castro, Bento da Cruz, Ernesto Rodrigues, Eurico Figueiredo, João Bigotte Chorão e Maria Alzira Seixo.
Estão também previstas acções complementares, como a apresentação do n.º 49 da Revista Tellus, uma visita ao Fojo do Lobo e a lugares camilianos em Ribeira de Pena, e a apresentação de Camilo e Ana Plácido – Episódios ignorados da célebre paixão romântica, de Manuel Tavares Teles (Edições Caixotim), entre outras surpresas.
Será distribuído diverso material bibliográfico e iconográfico.
Inscrições no Grémio Literário Vila-Realense (e-mail: gremio@cm-vilareal.pt; telefone: 259 303 083).

Programa (sujeito a alterações de pormenor)

Dia 10 de Outubro
Sexta-feira
19h00 – Jantar de Abertura (Estalagem Quinta do Paço)
21h30 – Apresentação de Camilo e Ana Plácido – Episódios ignorados da célebre paixão romântica, de Manuel Tavares Teles por João Bigotte Chorão (Edições Caixotim)

Dia 11 de Outubro
Sábado
09h00 – Recepção
09h30 – Sessão de Abertura e apresentação do n.º 49 da Revista Tellus
10h00 – Prof. Doutor Ernesto Rodrigues: A poesia em Camilo
10h45 – Doutor João Bigotte Chorão: Camilo a ocidente e oriente
11h30 – Pausa para café
11h45 – Prof.ª Doutora Maria Alzira Seixo: Memórias do Cárcere – a cadeia das relações
12h30 – Almoço volante no Grémio Literário Vila-Realense
14h30 – Partida para Ribeira de Pena – Visita a locais camilianos seguida de merenda oferecida pela Câmara Municipal de Ribeira de Pena

Dia 12 de Outubro
Domingo
09h00 – Prof. Doutor Aníbal Pinto de Castro: Apresentação do Centro de Estudos Camilianos de Vila Nova de Famalicão
09h45 – Escritor Bento da Cruz: Realidade e fantasia em Camilo Castelo Branco
10h30 – Pausa para café
10h45 – Prof. Doutor Eurico Figueiredo: “Amor de Perdição”: Paradigma do conflito de gerações
11h30 – Partida para o Fojo do Lobo da Samardã
13h00 – Almoço (Restaurante O Forno)

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