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Arquivos para a Categoria ‘Leituras Encenadas’

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Com a duração de 45 minutos, dá-se a conhecer a história de Maria Moisés, filha órfã de mãe, caída ao rio ainda bebé e fruto de um amor proibido para os costumes da época, entre duas pessoas de classes sociais muito diferentes. Apesar dessas circunstâncias trágicas, a menina tornar-se-á uma formosa mulher e reencontrará o seu pai passados 38 anos.
(Com marcação prévia)

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Com a duração de 45 minutos, dá-se a conhecer a história de Maria Moisés, filha órfã de mãe, caída ao rio ainda bebé e fruto de um amor proibido para os costumes da época, entre duas pessoas de classes sociais muito diferentes. Apesar dessas circunstâncias trágicas, a menina tornar-se-á uma formosa mulher e reencontrará o seu pai passados 38 anos.

A novela Maria Moisés, publicada originalmente em 1876, é uma das mais representativas da produção do romancista e marca o começo da influência do Realismo na obra camiliana, e na qual Camilo afirma todo o seu génio. É considerada por muitos, uma obra híbrida, que sabe aproveitar-se de características românticas e realistas para, mantendo-se fiel as tendências da obra de Camilo, conjuga-las em função do novo gosto literário da época. Este conto está centrado em dois temas: o do amor proibido (primeiro tempo) e o do reconhecimento (segundo tempo). Estes dois temas ligam-se directamente a duas constantes na obra de Camilo: o romance passional e o folhetim.

A concepção e adaptação do espectáculo estiveram a cargo da Companhia de Teatro e Marionetas de Mandrágora, que realizaram um trabalho com marcado cariz camiliano através da utilização de termos camilianos nem sempre ao alcance de públicos mais jovens. Contudo, tal facto foi inteligentemente suprido por uma encenação que, desta forma, torna a peça acessível a todos os tipos de públicos.

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No próximo dia 18 de Maio (4.ª Feira), e no âmbito do Dia Internacional dos Museus, a Casa de Camilo apresenta a peça de teatro de marionetas “Maria Moisés”, atividade inserida na iniciativa Leituras Encenadas, procurando, assim, sensibilizar os mais novos para o texto literário de Camilo Castelo Branco.

Com a duração de 45 minutos, dá-se a conhecer a história de Maria Moisés, filha órfã de mãe, caída ao rio ainda bebé e fruto de um amor proibido para os costumes da época, entre duas pessoas de classes sociais muito diferentes. Apesar dessas circunstâncias trágicas, a menina tornar-se-á uma formosa mulher e reencontrará o seu pai passados 38 anos.

A novela Maria Moisés, publicada originalmente em 1876, é uma das mais representativas da produção do romancista e marca o começo da influência do Realismo na obra camiliana, e na qual Camilo afirma todo o seu génio. É considerada por muitos, uma obra híbrida, que sabe aproveitar-se de características românticas e realistas para, mantendo-se fiel as tendências da obra de Camilo, conjuga-las em função do novo gosto literário da época. Este conto está centrado em dois temas: o do amor proibido (primeiro tempo) e o do reconhecimento (segundo tempo). Estes dois temas ligam-se directamente a duas constantes na obra de Camilo: o romance passional e o folhetim.

A concepção e adaptação do espectáculo estiveram a cargo da Companhia de Teatro e Marionetas de Mandrágora, que realizaram um trabalho com marcado cariz camiliano através da utilização de termos camilianos nem sempre ao alcance de públicos mais jovens. Contudo, tal facto foi inteligentemente suprido por uma encenação que, desta forma, torna a peça acessível a todos os tipos de públicos.

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Depois de terem assistido no auditório da Casa de Camilo – Centro de Estudos à leitura da obra “Amor de Perdição”, de Camilo Castelo Branco, adaptada para os mais novos por Pedro Teixeira Neves, os alunos que frequentam a EB1 Agra Maior Vermoim e o Centro Social de Bairro realizaram vários desenhos inspirados na trágica história de amor de Simão Botelho e de Teresa de Albuquerque.
Reflectindo cada um deles os pormenores do enredo que mais impressionaram os nossos utilizadores de palmo-e-meio, disponibilizamo-los, agora, aos Amigos da Casa de Camilo para que possam admirar a pureza e a beleza da sua expressão artistica.  

EB1 AGRA MAIOR VERMOIM

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CENTRO SOCIAL DE BAIRRO

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No dia 19 de Março, fui ao auditório da nossa escola assistir a um teatro de marionetas sobre a obra “Amor de Perdição” de Camilo Castelo Branco. Eu gostei muito, estava tudo muito engraçado e as vozes estavam mesmo bem atribuídas. Para mim, Camilo era a personagem que estava mais engraçada.
Alexandre Ramos, nº1 – 6º C

Eu gostei muito de ter assistido ao teatro de marionetas sobre uma obra de Camilo Castelo Branco aqui na nossa escola. Estava tudo muito giro, e sempre foi diferente, pois em vez de ser um teatro com pessoas, fomos ver marionetas.
Eu já conhecia a obra, pois tinha-nos sido lida pela nossa professora numa aula. Adorei esta adaptação.
Diana Coutinho, nº 9 – 6º C

Gostei muito desta história porque fala sobre um amor que nunca acabou. É uma história um tanto triste, mas é contada de tal forma que me encantou. Fiquei ainda a conhecer um pouco mais sobre a vida no tempo de Camilo.
Rosa Maria, nº 21 – 6º C

Adorei a forma como interpretaram todo o texto. Eu nunca tinha visto nenhum teatro de marionetas ao vivo, era tudo muito engraçado e tão bonito.
Catarina Araújo, nº 5- 6C

Assistimos a uma peça de teatro de marionetas sobre uma linda história de amor que acabou muito mal, de forma muito trágica. Nós já conhecíamos este livro de Camilo.
Uma coisa aprendi: que podemos morrer por amor e que por amor tudo pode acontecer.
Apaixonei-me por esta história e aconselho a que todos os meninos e meninas a leiam, para ficarem a saber sobre um AMOR que aconteceu mas, na realidade, estes dois apaixonados nunca conseguiram ficar juntos.
Maria José Murta, nº 16 – 6º C

Gostei imenso, foi muito divertido e estava bem adaptado para os mais novos.
O teatro foi apresentado por marionetas acompanhado por vozes de pessoas. Os que liam ou falavam pareciam mesmo as personagens. Adorei aquelas imitações e a sua expressividade.
Tânia Santos, nº 24 – 6 C

No dia 19 de Março vi um teatro de marionetas que achei magnífico e do qual gostei muito. As pessoas que fizeram as vozes foram acompanhadas por um senhor que tocava viola, foi tudo tão engraçado.
Sandra Filipa Pereira, nº 23 – 6º C

As vozes que davam vida às marionetas estavam tão bem feitas e engraçadas e estava tudo tão bem organizado e bonito. Tudo isto acompanhado ao som de uma guitarra, e com um ambiente que retratava tão bem a realidade, pelo menos a mim pareceu-me tudo muito real. Foi uma coisa nova e diferente, talvez por isso mesmo eu tenha adorado tanto e acho que os meus colegas também pensam o mesmo. De facto estava tudo muito bonito e foi mesmo engraçado.
João Luís, nº 13 – 6º C

Foi tudo tão bem apresentado. Adorei as falas de Camilo, eram mesmo engraçadas, ele ria-se muito, e também gostei da parte em que Simão andou à luta. As vozes eram tão expressivas e engraçadas.
Marta Lima, nº 18 – 6º C

Assisti a uma peça de teatro de Camilo Castelo Branco adaptada para os mais novos “Amor de Perdição”. Os actores que manobravam as marionetas e que falavam por elas eram tão expressivos e engraçados, tornando tudo muito bonito.
João Machado, nº 11 – 6º C

Adorei a história e as vozes estavam perfeitas. Foi tão engraçado ver vozes de mulher a fazer de homens. Também adorei ouvir o acompanhamento da viola. O senhor que tocava viola também era o que fazia a voz de Camilo.
Ana Rita Pimenta, nº2 – 6º C

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No dia 19 de Março, os alunos viveram uma experiência única: assistiram a um teatro de marionetas baseado na obra de Camilo Castelo Branco “Amor de Perdição”, apresentado por uma equipa do Centro de Estudos Camilianos.
O estudo sobre este autor foi iniciado em Língua Portuguesa onde todos pesquisaram a sua vida e obra. Acharam fascinante a vida de Camilo.
Com o objectivo de promover o sucesso educativo dos alunos, os professores da escola decidiram implementar o projecto “conhecer Camilo” através de um trabalho desenvolvido no âmbito do Projecto Curricular de várias Turmas. Os alunos não só ficaram a conhecer algumas das obras deste escritor (“A Queda de um Anjo”, “Amor de Perdição” e “A Brasileira de Prazins”), adaptadas para os mais novos, na colecção de Clássicos da Literatura Portuguesa contadas às crianças, como puderam também ficar um pouco mais esclarecidos sobre a sua vida, cumprindo assim um dos principais objectivos do Plano Nacional da Leitura.
Os alunos ficaram encantados com a expressividade das marionetas que, habilmente manipuladas, recriaram a época e o ambiente camiliano. Todos se sentiram a viver no séc.XIX e partilharam das angústias de Simão e Teresa.
E de uma forma lúdica todos ficaram a conhecer um dos maiores autores da nossa literatura.
Aurélia Azevedo
A coordenadora da BE

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