«Via, porque um primeiro amor é capaz de corrigir as imperfeições da criação, mescabadas por poetas; um primeiro amor, se entrasse no coração omnipotente de Deus, sairia com mais formosos mundos; um primeiro amor faz julho em outubro quando se sente e não nos dá um capítulo tolerável quando se recorda.»
(In A mulher fatal)
Arquivos para a Categoria ‘Noites de Insónia’
Hoje, às 21h30m, noite de insónias da Comunidade de Leitores da Casa de Camilo, para comentar mais uma obra camiliana, “A mulher fatal”. Uma narrativa das sucessivas experiências amorosas do protagonista, Carlos Pereira.
Posted in Noites de Insónia, tagged A mulher fatal, Comunidade de Leitores, Noite de insónia on Maio 15, 2013 | Deixar um Comentário »
Dia 24 de abril, às 21h30m, noite de insónias da Comunidade de Leitores da Casa de Camilo, para apreciar e debater mais uma obra camiliana, “Demónio do ouro”, Volumes I e II.
Posted in Noites de Insónia, tagged Comunidade de Leitores, Demónio do ouro, Noites de Insónia on Abril 22, 2013 | Deixar um Comentário »
A Casa de Camilo festeja o aniversário do escritor em direto para o programa “Aqui Portugal”
Posted in Noites de Insónia, tagged Aniversário, Aqui Portugal, Camilo Castelo Branco, Casa de Camilo, RTP on Março 17, 2013 | Deixar um Comentário »
Dia 13 de março, às 21h30m, noite de insónias da Comunidade de Leitores da Casa de Camilo, para apreciar e debater mais uma obra camiliana, “ Carlota Ângela”. Uma das mais belas figuras femininas criadas pelo génio da pena
Posted in Noites de Insónia, tagged Carlota Ângela, Comunidade de Leitores, Noite de insónia on Março 11, 2013 | Deixar um Comentário »
«- Não sejas tão absoluta nas tuas respostas, Carlota. A desobediência é um crime.
- E o suicídio, minha tia?
- O suicídio é o maior dos crimes, porque é desprezo do divino remédio nas dores passageiras desta vida»
(In Carlota Ângela)
Dia 13 de fevereiro, às 21h30m, a Comunidade de Leitores da Casa de Camilo reunida para a leitura da obra “A doida do Candal”, em noite de insónias
Posted in Noites de Insónia, tagged A doida do Candal, Casa de Camilo, Comunidade de Leitores, Noites de Insónia on Fevereiro 12, 2013 | Deixar um Comentário »
A Comunidade de Leitores da Casa de Camilo pretende ser um grupo de pessoas que partilharão informação sobre a vida e a obra de Camilo Castelo Branco, podendo assim alargar os seus conhecimentos.
«Marcos Freire Pamplona tinha vinte e sete anos. Era o dono do melhor palácio e mais antigos apelidos da fidalguia portuense…
…Marcos não era casado.
A mãe de seu filho não lhe chamava esposo, e assim mesmo cuidava que a sua união com ele estava santificada e abençoada pelo anjo de Deus e de ambos…»
(In A doida do Candal)
Dia 9 de janeiro, às 21h30m, a Comunidade de Leitores da Casa de Camilo reunida para a leitura da obra “A Enjeitada”, em noite de insónia.
Posted in Noites de Insónia, tagged A enjeitada, Comunidade de Leitores, Noite de insónia on Janeiro 8, 2013 | Deixar um Comentário »
A Comunidade de Leitores da Casa de Camilo pretende ser um grupo de pessoas que partilharão informação sobre a vida e a obra de Camilo Castelo Branco, podendo assim alargar os seus conhecimentos.
«… São horas: vamos, que os jantares portugueses, às duas da tarde, principiam a derrancar-se … Agora reparo! – disse impetuosa e jovialmente o fidalgo- – O Sr. Gassiot está outro homem! Que cor! Que olhos! Que mavórcio aprumo!… Está curado!… Vela o milagre do doutor?!
- Que doutor?!
- O doutor Cupido! Pois quem deveria de ser?!»
(In A Enjeitada)
Dia 12 de dezembro, às 21h30m, a Comunidade de Leitores da Casa de Camilo reunida para novas leituras, em noite de insónia.
Posted in Noites de Insónia, tagged Casa de Camilo, Comunidade de Leitores, Machado de Assis, Memórias póstumas de Brás Cubas, Noite de Insónias on Dezembro 10, 2012 | Deixar um Comentário »
Dia 7 de novembro, às 21h30m, a Comunidade de Leitores da Casa de Camilo retoma as leituras com um contemporâneo brasileiro de Camilo, Machado de Assis com Dom Casmurro, em noite de insónia
Posted in Noites de Insónia, tagged Brasil, Camilo Castelo Branco, Dom casmurro, Machado de Assis, Noites de Insónia on Novembro 5, 2012 | Deixar um Comentário »
Joaquim Maria Machado de Assis (Rio de Janeiro, 21 de junho de 1839 — Rio de Janeiro, 29 de setembro de 1908) considerado o maior nome da literatura brasileira. Foi poeta; romancista; cronista; dramaturgo; contista; folhetinista, jornalista e crítico literário.
Dom Casmurro é um romance, escrito por Machado de Assis em 1899, sendo o personagem principal Bento Santiago, o narrador da história.
Dia 3 de outubro, às 21h30m, a Comunidade de Leitores da Casa de Camilo retoma as leituras camilianas, com as Memórias do Cárcere, em noite de insónia.
Posted in Noites de Insónia, tagged Cadeia da Relação do Porto, Comunidade de Leitores, Memórias do Cárcere, Noite de insónia on Outubro 1, 2012 | Deixar um Comentário »
1 de outubro de 1860, Camilo entrega-se à prisão, cansado de tanto fugir e de tanto se esconder.

«Como passei a primeira noite do cárcere: Às nove horas da noite os guardas correram os ferrolhos, e rodaram a chave da pesada porta do meu cubículo, a qual rangia estrondosamente nos gonzos.
Estava sozinho…»
(In Memórias do Cárcere)
Dia 9 de junho, às 15h30m, a Comunidade de Leitores da Casa de Camilo vai ficar literalmente atrás das grades, na Cadeia da Relação do Porto.
Posted in Noites de Insónia, tagged Cadeia da Relação do Porto, Camilo Castelo Branco, Comunidade de Leitores, Memórias do Cárcere, Noite de Insónias on Junho 7, 2012 | Deixar um Comentário »
Detidos por livre e espontânea vontade na cadeia, e envoltos de alguns capítulos das “Memórias do Cárcere”, quando se comemora os 150 anos da sua publicação, a comunidade de leitores pretende assim, no local onde foram escritas estas histórias, partilhar conhecimentos e sentimentos de um modo mais autêntico e verdadeiro, assim como sentiu e viveu Camilo Castelo Branco.

«Desci um dia às enxovias da Relação. Demorei-me no antro, onde morava o carrasco, aposentadoria devoluta, desde que o último morreu, em 1833, às mãos do povo.
Nem todos os carrascos ali viviam agrilhoados como tigres necessários à vindicta da humanidade. Um velho executor de alta justiça, adido ao tribunal da Relação, quando a decrepitude lhe desnervou as pernas, tinha licença de sair a aquecer ao sol de Deus as mãos com que tinha estrangulado dúzias de gargantas de filhos de Deus. Os rapazes assobiavam-no nas ruas, e ele dizia com sorriso de bondade: Nosso Senhor vos guarde das minhas unhas.»
(In Memórias do Cárcere)








