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Archive for the ‘Pensamento da semana’ Category

«É certo que as desgraças deixam de o ser logo que outras maiores se avizinham.»
(In A Doida do Candal)

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«No máximo dos casos, é pelos olhos que nos sentimos cativos; mas o amor acha mil avenidas por onde insinuar-se na alma.»
(In O Romance de um homem rico)

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«As enfermidades de espírito são o tempo e a distração que as cura.»
(In Anátema)

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«A esperança é a medicina dos desgraçados, não há mal que não traga um bem.»
(In Onde está a felicidade)

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«Eu penso que a realidade é de si tão fértil que não preciso pedir de empréstimo à imaginação.»
(In Um homem de brios)

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«A verdade na novela é a minha religião; e aposto eu que muitas religiões são menos verdadeiras que as minhas novelas.»
(In Coisas espantosas)

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«Há coisa mais aviltadora que o desprezo: é o esquecimento.»
(In Memórias do cárcere)

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«Pode-se morrer mais que uma vez. A sepultura é que é só uma para cada homem.»
(Duas horas de leitura)

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«O amor é como as toupeiras, que se não dão bem com a luz do dia».
(In O Morgado de Fafe em Lisboa)

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«Quem melhor exprime a ideia é quem dignamente a concebeu.»
(In O bem e o mal)

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