16 de março de 1825, nasce em Lisboa.
Posts Tagged ‘Lisboa’
Aniversário de Camilo Castelo Branco, 188 anos
Posted in Notícias breves, tagged Aniversário, Camilo Castelo Branco, Lisboa on Março 14, 2013 | Deixar um Comentário »
A morte da mãe
Posted in Diversos, tagged Largo do Carmo, Lisboa, mãe on Fevereiro 6, 2012 | Deixar um Comentário »
Ao seis de fevereiro de 1827 faleceu com todos os sacramentos D. Jacinta Rosa casada com Manuel Joaquim Botelho assistente na Rua da Oliveira e foi sepultada no cemitério desta paroquial Igreja no mesmo dia que fiz assento.
Autorizado Dr. António Fernando Leite de Sousa
Prior Encomendado

A casa do Largo do Carmo, onde morreu a mãe de Camilo, num desenho da época.
Lisboa, minha pátria
Posted in Lugares da vida e da ficção, tagged Duas horas de leitura, filho bastardo, Lisboa on Agosto 23, 2011 | Deixar um Comentário »

«Aos meus dez anos, levantou-se uma tempestade no seio da minha família. Uma vaga levou meu pai à sepultura; outra atirou comigo de Lisboa, minha pátria, para um torrão agro e triste do norte; e a outra… Não merece crónica a outra: arrebatou-me um esperançoso património. Foi bem pregada a peça para que eu não tivesse a impudência de nascer, a despeito da moral jurídica, filho bastardo de não sei que nobre.»
(In Duas horas de Leitura)
Igreja dos Mártires, Lisboa
Posted in Lugares da vida e da ficção, tagged Igreja dos Mártires, Lisboa, Samardã on Abril 29, 2011 | Deixar um Comentário »
«Nasci em Lisboa e fui baptizado na igreja dos Mártires. Está resolvida a questão perante a posteridade no litígio que há-de correr entre Samardã e Lisboa»
(In Boémia do Espírito)
Lisboa
Posted in Lugares da vida e da ficção, tagged António Feliciano de Castilho, Camilo, Camilo Castelo Branco, Casa de Camilo, Casa-Museu de Camilo, Lisboa, Porto on Fevereiro 18, 2010 | Deixar um Comentário »
«Meu querido amigo
[...] Lisboa! Porque me está V. Ex.ª gabando Lisboa! A água é má; os laranjais do Tejo não sobrepujam em perfumarias os escoadouros marginais; a imprensa são pântanos; os escaravelhos literários querem à força que lhes cheiremos a maçã. Como hei-de almejar ver-me aí entre cafres que desembestam (ficando eles sempre bestas) as suas azagalas até ao santuário em que V. Ex.ª trabalha para nos ensinar e honrar! Fora burros! Deixe-me V. Ex.ª cuidar que no Porto há mais ladrões e menos bestas. Nos primeiros há de bom sequer o silêncio da ignorância conscienciosa.
(Carta de Camilo a António Feliciano de Castilho)
Igreja dos Mártires (Lisboa)
Posted in Lugares da vida e da ficção, tagged Boémia do Espírito, Camilo, Camilo Castelo Branco, Casa de Camilo, Casa-Museu de Camilo, Igreja dos Mártires, Lisboa on Janeiro 31, 2010 | Deixar um Comentário »



