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Archive for the ‘ateliê de escrita’ Category


Este livro resulta da participação de várias turmas do 1.º ciclo, do concelho de Vila Nova de Famalicão, no ateliê de escrita criativa  da Casa de Camilo.

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Foi apresentado ontem, dia 28 de maio, no auditório do Centro de Estudos Camilianos, o livro “Cartas de amor”, cenas inspiradas na obra “A brasileira de Prazins” de Camilo Castelo Branco.
Uma iniciativa da Casa Museu de Camilo que contou com a colaboração do formador Luís Bizarro Borges e de várias turmas do 4º ano, do primeiro ciclo, de Vila Nova de Famalicão.

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Última sessão do ateliê de caligrafia inglesa estamos entusiasmados, finalmente escrevemos frases, ainda ligeiramente corrigidas pela mão firme da professora Marília. Não é uma caligrafia fácil, exige paciência e concentração, nas primeiras sessões foi grande a vontade de desistir. Mas, não desistimos, insistimos e conseguimos.
E já terminou, infelizmente.


Os Calígrafos

No Centro de Estudos Camilianos, à quarta-feira, ao fim da tarde, à volta de uma grande mesa junta-se um grupo “ e aí nos tornamos amigos” partilhamos tinteiros, aparos e algumas histórias.
Aqui, com a professora Marília aprendemos caligrafia, desta vez a letra inglesa.
A professora vai fazendo a cada um a demonstração passo a passo e enquanto vamos praticando ela sempre delicada e simpática, com toda a calma e paciência vai fazendo a avaliação dizendo sempre muito razoável, aceitável, excelente, temos aqui bons calígrafos.
És mesmo simpática Marília incentivas imenso com as tuas práticas.
Em nome do grupo, agradeço a quem nos proporcionou estes momentos de aprendizagem e convívio, assim como ao pessoal desta casa, onde sempre fomos bem recebidos.
Já vou tendo saudades pois esta fase de lições de caligrafia está acabar, espero que uma nova fase aconteça, desta vez para aprender a letra gótica.
Um grande abraço para todos.
Rosa Maria

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OFICINA DE ESCRITA

A oficina de escrita criativa foi como um raio de sol que penetrou na nossa sala de aula, quente, luminoso e dourado, que rapidamente envolveu, aqueceu e iluminou alunos e professora que a princípio se encontravam curiosos e expectantes em relação ao que iria acontecer durante as próximas cinco semanas, com a visita de um escritor.
Do escritor só possuíamos o resultado duma pesquisa feita em aulas anteriores, através da Internet, em que apurámos parte do currículo e das suas publicações.
Entusiasmados e confiantes, os alunos rapidamente começaram a responder aos apelos do Pedro, captando a energia e a dinâmica que as técnicas apelativas utilizadas por ele os encaminhavam para a escrita.
Os jogos funcionavam como o ponto de partida para a corrida que era composta pela imaginação, criatividade e fantasia necessárias para alcançar a meta que era a escrita de uma história que seria publicada.
A história ia-se desenvolvendo dando voltas e voltas no imaginário infantil que é tão puro e tão rico, e muito assente nas experiências vividas do dia-a-dia, nem sempre tão cor-de-rosa como seria de esperar nesta idade.
A completar a oficina de escrita os alunos iam exprimindo os seus sentimentos em relação ao trabalho desenvolvido, apontando as dificuldades de escrever em grupo, a riqueza de ideias que daí advinha, a necessidade de ouvir e respeitar o outro, e também o prazer que esta actividade lhes estava a proporcionar. Parte desses textos foram publicados no blog da escola, www.eb1avidos.blogspot.com, meio de divulgação das nossas actividades.
Foi mais uma das oportunidades que os alunos tiveram para enriquecer e desenvolver as suas competências, é mais uma perolazinha que eles juntarão ao tesouro que cada um será como pessoa e cidadão em que se tornarão no futuro, sabendo usufruir de todas as vertentes que a escrita nos faculta como a expressão e libertação dos nossos sentimentos.
Agradecidos à Câmara Municipal e ao Centro de Estudos Camilianos pelo privilégio de fazermos parte de tão valioso projecto, resta-nos felicitar o Pedro, pela sua genialidade e pela sua generosidade em partilhar connosco o seu valor, e desejar-lhe o melhor sucesso para a sua vida pessoal e profissional.
EB1 de Avidos
Prof.ª Natália Martins

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O Gabinete de Informação, Formação e Tecnologia (GIFT) da Direcção Regional de Educação do Norte disponibilizou a reportagem que realizou, durante o Ano-Lectivo 2009-2010, sobre o projecto «Amo-te Escrita», desenvolvido pela Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, através da Casa de Camilo, o qual envolveu cerca de uma centena de alunos que frequentaram o quarto ano de escolaridade em diversas escolas deste concelho.

O projecto elaborado pelo Museu de Seide no âmbito do ateliê de engenharia textual “Amo-te Escrita” foi coordenado pelo formador Pedro Chagas Freitas, e é fruto do desafio lançado a quatro turmas de Escolas do 1.º Ciclo de Riba de Ave, de Fontelo, de Louredo e de Gondifelos.

Durante o presente ano lectivo, as crianças visitaram a a residência do escritor, assistiram à leitura encenada da obra “Amor de Perdição”, receberam formação específica na área da escrita criativa e foram incentivadas a criar um conto sobre o amor. 
Os textos finais encontram-se agora reunidos num livro repleto de imaginação, criatividade e muita paixão.


Fonte: Gabinete de Informação, Formação e Tecnologia – DREN

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Reportagem da FAMATV (Televisão de Famalicão)

“Quem conta um conto, acrescenta-lhe um ponto.” O ditado popular parece ter servido de mote às cerca de 150 crianças do 1.º ciclo do ensino básico de Vila Nova de Famalicão, que participaram na criação do livro infantil “Não há limites para os Sonhos”. Desafiados pela Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, através da casa de Camilo, e inspirados pelo escritor Camilo Castelo Branco, os alunos escreveram uma história fantástica, repleta de aventura, humor e peripécias diversas.
Dividido em cinco capítulos (cada turma escreveu um), o livro é composto por 44 páginas que contam a história de um menino, que embarca numa viagem no tempo extraordinária, onde se encontra com personagens históricas como Bernardino Machado e, claro, Camilo Castelo Branco e o seu grande amor, Ana Plácido.
Para Joana Campos, aluna do 4.º ano da Escola Básica de S. Miguel-o-Anjo, de Calendário, que participou na redacção do último capitulo da história, “esta foi uma experiência muito agradável”. “Eu sempre gostei de ler e escrever, por isso adorei esta experiência”. Além disso, a composição do livro levou os alunos a visitarem diversos espaços culturais do concelho, como “o Museu da Industria Têxtil e a Casa de Camilo, entre outros”, salientou. Orgulhosa e feliz com o resultado final, Joana Campos disse estar “ansiosa por mostrar o livro aos pais e familiares”.
Por sua vez, a professora Lídia Santos, do Externato Delfim Ferreira, de Riba de Ave, que orientou os alunos que escreveram o segundo capitulo da história, considerou a experiência “muito interessante e enriquecedora para as crianças”. “Logo que soube do projecto, fiz questão de participar e os meus alunos reagiram muito bem à ideia”, salientou.
Para o vereador da Educação da Câmara Municipal de Famalicão, Leonel Rocha, “este é o terceiro ano que o projecto é desenvolvido e a adesão das escolas tem sido cada vez maior”. Neste âmbito, de acordo com o responsável, no próximo ano lectivo será criada uma oficina da escrita que através de um formador especializado orientará os alunos para a escrita especifica de livros.
Leonel Rocha enalteceu os objectivos do projecto salientando que, para além de “estimular o gosto pela escrita e pela leitura, o projecto sensibiliza o mais novos para o conhecimento do escritor Camilo castelo Branco e a sua obra, permitindo ainda aguçar a curiosidade sobre o património cultural e histórico famalicense”. O responsável aproveitou ainda a oportunidade para agradecer “o empenho e dedicação” dos professores na concretização do projecto.
O livro será agora distribuído pela diversas bibliotecas escolares e bibliotecas municipais onde poderá ser consultado. As escolas participantes na elaboração do conto foram a Didáxis Riba D’Ave, a Escola Particular do Barreiro, o Externato Delfim Ferreira, o Externato “A Escolinha”, a EB1 da Portela (Ribeirão) e a EB1 São Miguel-O-Anjo (Calendário).
Informação do Município de Vila Nova de Famalicão

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Quando recebi o telefonema para participar nesta iniciativa fiquei muito satisfeita e entusiasmada mas ao mesmo tempo apreensiva, uma vez que não sabia como as crianças iriam corresponder à iniciativa. Conhecendo eu os alunos, pensei que teriam todas as capacidades necessárias a um projecto deste tipo, mas quando os confrontei com o que seria necessário fazer, constatei que eles ficaram muito nervosos e ansiosos, passando também esses sentimentos para mim.
A responsabilidade que nos era incutida era, no fundo, maior do que as restantes escolas na medida em que éramos nós a executar a parte principal: a capa.
A partir do momento em que tive a história em mãos, embora ainda incompleta, li-a de imediato e eles ficaram deliciados querendo saber o resto que chegou dias depois. Quando conheceram a história na totalidade, fizeram um desenho individual inspirado na história. Estes desenhos foram guardados por mim sem saber ainda muito bem como iríamos trabalhar a capa e a impaciência deles começava a aumentar. Entretanto, a partir desta história foi-nos permitido espreitar um pouquinho a vida de Camilo Castelo Branco porque a curiosidade ficou aguçada e o texto convidava a imaginação a viajar pela casa do autor. Proporcionou-se assim um maior interesse pelo escritor e chegamos até a ler em sala de aula o Livro Amor de Perdição, uma adaptação da obra para crianças, que apaixonou toda a gente. Quando foi necessário realmente terminar o trabalho, peguei nos desenhos todos, espalhei-os em cima da mesa e com a ajuda da professora de artes e expressões, decidi recortar as partes essenciais de cada desenho e fazer uma montagem numa folha branca. Conseguimos, na minha opinião um resultado muito interessante e a partir do mesmo foi também muito consensual a escolha do título.
No dia de entrega o nervosismo foi imenso e a partir daí, a cada dia crescia a ansiedade de conhecermos a obra final. O momento da apresentação tornou-se também muito especial porque no mesmo dia visitamos a Casa de Camilo para assim terminar em beleza esta aventura. No final tem ainda um sabor muito especial porque a turma é composta por alunos de 3º e 4º ano significando portanto que no próximo ano os alunos que participarão nesta iniciativa já têm um incentivo especial para o fazer.
Da minha parte resta-me dizer que esta responsabilidade foi muito saudável para todos nós, alunos e professora, e recomendamos vivamente a quem de futuro puder participar. Obrigado.
Adriana Alves
LUCIPI – Externato Particular do Barreiro

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