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Archive for the ‘Atelier de Caligrafia’ Category

gótica

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A escrita inglesa desenvolveu-se no século XVIII. Esta técnica de escrita específica foi influenciada pelo uso de penas metálicas cada vez mais pontiagudas, bem como mais duradouras que as plumas de ganso, e que permitiam maior velocidade na escrita.
Espalhou-se a partir do século XIX pelo Império Britânico e em toda a Europa, foi muito valorizada com a expansão do comércio inglês.
Numa época onde não havia computadores ou mesmo a máquina de escrever, era a escrita da administração, do ensino e do comércio.
É uma escrita muito inclinada e unida, o seu traço é baseado no controle de formas elípticas, que se conectam sem rupturas.

No ateliê de caligrafia inglesa a aprendizagem começa com as denominações e tamanhos de letras, a posição correcta para o caderno, sempre inclinado de modo a que o peito fique frente a frente com o ângulo inferior do papel. E como segurar a caneta e a posição do aparo.
Na prática começa-se por desenhar traços finos e grossos cada vez mais elaborados até que se formam as letras, sem hastes e com hastes, o alfabético completo e os números. A tarefa não é fácil, exige concentração e pulso firme. É uma escrita muito bonita, elaborada, elegante e sempre inclinada. O que dificulta ainda mais a sua execução.

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A Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, através da Casa de Camilo, fez a apresentação, na quarta-feira passada, dia 16 de Junho, no Centro de Estudos Camilianos, em S. Miguel de Seide, o livro “Amo-te Escrita”, redigido por cerca de uma centena de alunos que frequentam o quarto ano de escolaridade em diversas escolas do concelho.

O projecto elaborado pelo Museu de Seide no âmbito do ateliê de engenharia textual “Amo-te Escrita” foi coordenado pelo formador Pedro Chagas Freitas, e é fruto do desafio lançado a quatro turmas de Escolas do 1.º Ciclo de Riba de Ave, de Fontelo, de Louredo e de Gondifelos.
Durante o presente ano lectivo, as crianças visitaram a a residência do escritor, assistiram à leitura encenada da obra “Amor de Perdição”, receberam formação específica na área da escrita criativa e foram incentivadas a criar um conto sobre o amor. 
Os textos finais encontram-se agora reunidos num livro repleto de imaginação, criatividade e muita paixão.

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É num clima de colectiva boa disposição que decorre o ateliê de Caligrafia todas as Quartas-feiras ao final da tarde. Um grupo, tão motivado quanto empenhado, ensaia-se na arte dos Calígrafos. A tarefa é tão estimulante quanto desafiante. Deslumbrados com a elegância e perícia com que a nossa “maestrina” exemplifica o desenho de cada letra, avançamos, por tentativa e erro, num esforço sincero de lhe imitar a perfeição. O resultado nem sempre satisfaz, mas a satisfação de aprender e produzir, ainda que timidamente, é sempre largamente compensadora. Com paciência e muita generosidade, a amável professora encontra sempre, entre muitas tentativas goradas, um ou dois exemplos para moralizar as tropas e anunciar: “este (desenho de uma letra) está muito razoável”. Ainda que percebamos a intenção nobre de nos alentar, agarramo-nos a tão reforçador feedback e avançamos mais um pouco com a promessa de em casa “treinar”. Talvez não possamos aspirar ao epíteto de “Calígrafos”, mas como tão eloquentemente proclamava o inspirador desta casa: “Os dias prósperos não vêm do acaso: são granjeados”!
Célia Oliveira

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