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Archive for the ‘Camilo visto por’ Category

«Camilo não foi nem um romântico nem um realista, na estrita acepção da palavra, como não foi absolutamente um psicologista e muito menos ainda e estreitamente um psicologista: – foi, como os génios de todos os tempos, um muito complicado temperamento ao serviço ora de uma ideia ora de uma paixão.»

António Gomes leal

 

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Torrente caudalosa, como o Nilo,
Por onde espalha o génio de portento,
F
ecunda de alegria o pensamento
Vive imortal, e chama-se CAMILO.

 Francisco Gomes de Amorim

 

 

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«Camilo é dos mais fiéis e corajosos lidadores da milícia literária. Não pede baixa do serviço, nem a aceita, enquanto a mão lhe brandir a pena, e do cérebro lhe brotarem ideias. Este homem não é um literato, é uma literatura. As suas obras reunidas constituem uma biblioteca selectíssima, que representa um longo e seríssimo trabalho, e que é para os estudiosos a mais completa escola da boa linguagem portuguesa.»

Cândido Figueiredo

 

 

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«Camilo, na sua imensa galeria de produções literárias, deixou bem assinaladas, para os contemporâneos e para os vindouros, as feições do seu talento…
Cada um dos seus romances principais, estudados de per si, e sem a menor referência a outros igualmente importantes, reúne os dotes variados e opulentos da sua individualidade.»

Ricardo Guimarães, Visconde de Benalcanfor

 

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«Admire-lhe primeiro o coração e depois o espírito»
Soares dos Santos

 

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«Camilo, pelo feitio étnico do seu espírito, pelo sangue, pelo temperamento e até pela educação, é um português do Norte – um transmontano.
Nasceu em Lisboa, bem sei. Mas isso importa pouco. Na vida do romancista é um detalhe mínimo, acidental. A pátria não é a terra onde se nasce; a pátria é a terra do nosso sangue, e a terra que nos modela o espírito.»

Manuel Laranjeira, in “Ilustração Transmontana”

 

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«Camilo foi, de facto, não só o último romântico, mas também o derradeiro representante desse nacionalismo das letras, que, dentro dos recursos da língua portuguesa, se ocupou da vida portuguesa, criando tipos radicalmente portugueses.»

Luís de Magalhães

 

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