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Archive for the ‘Caminhada Camiliana’ Category

camilnhada 11

Organização: Casa de Camilo

Colaboração: Junta de Freguesia de S. Miguel de Seide

Grucamo (Grupo de Caminheiros de Montanha)

Grutaca (Grupo de Teatro Amador Camiliano)

Associação Amarcultura de Calendário

Greculeme (Grupo Recreativo e Cultural de Lemenhe)

Patrocínio: Carnes Primor

Vieira de Castro

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A Casa de Camilo promove uma Caminhada Camiliana entre a Praceta Cupertino de Miranda de Vila Nova de Famalicão e a Casa de Camilo, durante o trajeto os participantes terão algumas surpresas.

Programa:

9h00 – Praceta Cupertino de Miranda
12h00 – Chegada a Seide S. Miguel (hora prevista)

Organização: Casa de Camilo
Colaboração: Junta de Freguesia de S. Miguel de Seide
Grucamo (Grupo de Caminheiros de Montanha)
Grutaca (Grupo de Teatro Amador Camiliano)
Associação Cultural de Vermoim
Patrocínio: Carnes Primor

 

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Associando-se às Festas da Cidade, que decorrem anualmente a 13 de Junho, dia de Santo António, a Casa de Camilo promove uma Caminhada Camiliana entre a Praceta Cupertino de Miranda de Vila Nova de Famalicão e a Casa de Camilo, proporcionando aos participantes algumas surpresas agradáveis durante o trajeto.

 Organização: Casa de Camilo

Colaboração: Junta de Freguesia de S. Miguel de Seide

Grucamo (Grupo de Caminheiros de Montanha)

Grutaca (Grupo de Teatro Amador Camiliano)

Associação Cultural de Vermoim

Patrocínio: Carnes Primor

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Dia 10 de junho, às 10h00, oitava caminhada camiliana de Famalicão a Seide S. Miguel.
Concentração: Praceta Cupertino de Miranda
Organização: Casa de Camilo
Apoio: Carnes Primor e  Junta de Freguesia de S. Miguel de Seide
Participação: GRUCAMO – Grupo de Caminheiros de Montanha e GRUTACA – Grupo de Teatro Amador Camiliano

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Camilo Castelo Branco
e os seus admiradores organizaram mais uma caminhada camiliana, da estação dos caminhos-de-ferro de Famalicão até Seide S. Miguel. Com vários figurantes vestidos à moda do século XIX, tivemos momentos hilariantes, culturais e de agradável convívio.
Depois de iniciada a caminhada paramos na praça D. Maria II, onde nos aguardavam um músico e dois cantadores, proporcionando a Camilo algum incómodo e aos participantes valentes rizadas. Continuando, ainda havia vários km pela frente, em Santiago de Antas fizemos um desvio, até a uma bonita zona arbórea de Requião, aí encontrámos Josefa, mãe de Maria Moisés, desesperada…, uma interpretação da história Maria Moisés da obra “ Novelas do Minho”.
De novo pés a caminho até ao Solar de Pouve, uma bonita construção em cantaria, com torre armada e janelas em cruz. Este solar é mencionado na obra camiliana “O Senhor do Paço de Ninães”. Neste belo local assistimos a uma pequena representação teatral da obra “A Morgadinha de Val-d´Amores entre a flauta e a viola”, apresentada pelo núcleo mais jovem do grupo de teatro amador GRUTACA.
Seguimos até Seide, já no prado do Centro de Estudos Camilianos, de novo cantares ao desafio e para finalizar o sorteio de vários cabazes, oferecidos pela empresa PRIMOR.
Uma manhã de domingo muito bem passada, apesar da constante ameaça de chuva.

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A noite começou chuvosa, mas estávamos muito ansiosos, pois iríamos descobrir mais histórias do mestre da literatura portuguesa, Camilo castelo Branco.
Munidos de agasalhos e de guarda-chuvas, lá começámos o percurso, saímos de Seide em direção ao cruzeiro de Seide S. Paio, a primeira paragem, com muita chuva e uma pequena encenação de um extracto da obra “A brasileira de Prazins”, muito engraçado, mereceu várias gargalhadas, contudo a esposa do melro estava com uma voz muito esquisita, muito varonil.
De novo pés ao caminho, a chuva abrandou e até já começávamos a sentir um calorzinho, já em Requião, atravessámos uma zona bastante rochosa, passámos ao lado do Convento da Fraternidade Cristo Jovem e seguimos até à Capela de Santa Lúzia, aí aconteceu algo de extraordinário após um exorcismo, a chuva parou, como por milagre e a rapariga libertou-se do espríto.
Próxima paragem, Ninães, e mais uma leitura camiliana, desta vez da obra “O Senhor do Paço de Ninães”, um local muito agradável e com alguns pormenores que saltaram aos olhos, como um passadiço entre casas coberto de flores e cabacinhas e um pequeno caminho de degraus em calçada portuguesa.
Continuamos o percurso de regresso a Seide, e de repente, um assalto, o bando do Zé Telhado, mais uma vez nos cruzamos nestas andanças camilianas.
Já no Centro de Estudos Camilianos, mais uma surpresa, o tradicional caldo verde com tora, uns rojões e bela broa minhota com couve e tudo. Regados com vinho verde da região.
Após os comes e bebes, houve tempo para umas cantigas, cantarolámos, dançámos e depois limpámos.
Um Serão bem passado: passeio, livros e comida. Não há nada melhor!
Bem-haja Sr. Camilo. E todos os seus seguidores.

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A Casa de Camilo realiza, pela primeira vez, no dia 18 de maio, às 21h30m, um trilho camiliano inspirado nas obras “A brasileira de Prazins” e “O Senhor do Paço de Ninães”. Um percurso pedestre entre Seide, Requião e Ninães, com algumas leituras camilianas pelo caminho. 
A iniciativa promovida pela Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, através da Casa de Camilo, com a colaboração da Junta de Freguesia de S. Miguel de Seide; Grutaca – Grupo de Teatro Amador Camiliano; Grucamo – Grupo de Caminheiros de Montanha, Agrupamento de Escuteiros e Café Camiliano.

«Estamos no Minho, o leitor e eu.
Chegamos à «Portela», uma légua andada de Vila Nova de Famalicão, na estrade de Guimarães. Deixada a estrada, entremos numas brenhas de árvores, por atalho tortuoso com o seu dossel de carvalheiras e festões de vides enroscadas nelas. Andou o leitor um quilómetro em vinte minutos, se não parou algumas vezes a respirar o acre saudável das bouças…»
(In O senhor do Paço de Ninães)

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