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Archive for the ‘Edições’ Category

Ficções do Mal em Camilo Castelo Branco reúne um conjunto diversificado de investigadores em torno da novelística camiliana com o objetivo de aclarar na obra do grande escritor as múltiplas formas de que se reveste o tema do Mal. De que modo constrói Camilo o imaginário maléfico de algumas das suas mais conhecidas novelas? Que tipos de personagens satânicas encontramos na sua ficção? Em que medida a prática do Mal funciona como força maior dos enredos camilianos? A estas e a outras não menos pertinentes questões se procura responder nesta obra que constitui mais um volume dedicado ao estudo aprofundado da obra do novelista de Seide.

 

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Publicado em 1.ª edição pelo editor Cruz Coutinho, em 1858, e apresentado como Romance histórico.
O que fazem mulheres é uma novela passional na tradição da linha camiliana, com importantes envolvências maginais

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Romance passional publicado inicialmente em folhetins no Jornal do Comércio, durante o ano de 1864, O Esqueleto foi editado no ano seguinte por Campos Júnior.
Uma história de paixão entre Nicolau de Mesquita e Margarida Froment, casada que este seduzira em França.

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A Imprensa Nacional-Casa da Moeda (INCM) apresenta ao público, no próximo dia 21 de fevereiro, às 17H00, os dois primeiros livros da Edição Crítica de Camilo Castelo Branco: “Amor de Perdição” e “O Regicida”. O lançamento
realiza-se na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, com apresentação de Isabel Rocheta.

“Amor de Perdição”, com edição de Ivo Castro, e “O Regicida”, com edição de Ângela Correia, são os dois primeiros volumes da coleção, aos quais se vão seguir “O Demónio do Ouro”, com edição de Cristina Sobral, e “Novelas do Minho”, com edição de Ivo Castro e Carlota Pimenta.

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A Imprensa Nacional-Casa da Moeda (INCM) publicou, com edição crítica do investigador Ivo Castro, o romance “Amor de Perdição”, de Camilo Castelo Branco.


A edição da INCM segue a edição de 1879, revista por Camilo Castelo Branco , e publicada pela Livraria Moré.
A edição da INCM inclui ainda o prefácio à segunda edição do romance, em 1863, e uma carta que Camilo escreveu ao então ministro António Fontes Pereira de Mello, redigida a partir da cadeia da Relação do Porto, em setembro de 1861.
Na carta, Castelo Branco afirma que “muita gente está persuadida que ministros de Estado não leem novelas”, mas “é um engano”.

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As centenas de cartas trocadas entre Camilo Castelo Branco e Carlos Ramiro Coutinho, visconde de Ouguela e amigo de infância do escritor, acabam de ser reunidas num volume publicado pelo Clube do Autor, intitulado «Camilo Íntimo», de A. Campos Matos.


«Camilo Íntimo» uma obra para conhecer melhor o escritor, o cidadão atento, insatisfeito e inquieto que foi Camilo Castelo Branco.

 

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A Fundação Cupertino de Miranda publicou a 2.º edição do livro de Benjamim Salgado, diretor da Casa de Camilo nas décadas de 60 e 70, «Camilo em datas, factos e comentários».

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