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Archive for the ‘Encontros Camilianos’ Category

Visita a locais ribeirapenenses, em especial aos que serviram de inspiração para a novela Maria Moisés, de Camilo Castelo Branco.

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Venerável Irmandade de Nossa Senhora da Lapa, fundada na segunda metade do século XVIII, hoje proprietária do mais antigo cemitério romântico português, lugar de repouso de muitas figuras ilustres, como Camilo Castelo Branco.

(Massarani in A Illustração N.º 11, junho de 1886)

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Os «Encontros Camilianos de São Miguel de Seide» inserem-se num dos objetivos primaciais da Casa de Camilo – Centro de Estudos: promover o debate e a reflexão interdisciplinar em torno das temáticas camilianas, contribuindo, desse modo, para a melhor promoção e divulgação da vida e da obra de Camilo Castelo Branco, bem como para sedimentar a sua política de intervenção cultural e científica a favor da Língua e da Cultura portuguesas.

 

 

Da reflexão e do debate resultará um importante contributo para a formação de docentes das disciplinas de Português e de História do Ensino Básico e Secundário, atendendo à presença de obras do novelista nos programas e nas metas curriculares desses níveis de ensino.

Prestaremos homenagem ao camilianista João Bigotte Chorão, que recentemente nos deixou. Ensaísta, crítico literário e fervoroso cultor dos temas referentes a Camilo Castelo Branco, foi colaborador e participante ativo nas atividades culturais e científicas promovidas pelo Centro de Estudos Camilianos, há mais de três décadas. Legou um conjunto inestimável de obras sobre o novelista de São Miguel de Seide, todas de leitura obrigatória, as quais revelam um camilianista de alma e coração, com dotes invulgares de pensamento e de escrita segura e contagiante.

 

 

 

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PROGRAMA

13 outubro (sexta-feira)

Roteiro Literário Camiliano Famalicão – Porto

(Biblioteca Pública Municipal do Porto, Irmandade da Lapa, Centro Português de Fotografia, Livraria Lello)

13h30 – Saída de Vila Nova de Famalicão

Concentração: Estação de Caminhos de Ferro de Famalicão

(custo dos bilhetes a cargo dos participantes)

18h00 – Regresso a Vila Nova de Famalicão

14 outubro (sábado)

9h30 – Sessão de Abertura

Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão

Aguinaldo Cabral, médico e filho de Alexandre Cabral

Diretor da Casa de Camilo

9h45 – Entrega do Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco – Associação Portuguesa de Escritores / Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão (Edição 2016)

Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão

Presidente da Associação Portuguesa de Escritores

Porta-voz do Júri

Teolinda Gersão, Premiada

Diretor da Casa de Camilo

10h30 – Inauguração da exposição

Alexandre Cabral (1917-1996) – Dedicado camilianista

10h45 – Dejejum

11h00 – 1.º Painel

Alexandre Cabral, crítico camiliano

José Cândido Oliveira Martins (Universidade Católica Portuguesa)

Alexandre Cabral: percursos de intelectual no século XX

António Pedro Pita (Universidade de Lisboa)

Mitografias camilianas

António Manuel Ferreira (Universidade de Aveiro)

12h45 – Debate I

13h00 – Bocadinhos e Guisadinhos

Almoço com Ementa Camiliana (a pagar)

14h30 – 2.º Painel

Camilo e a inocência das aldeias

João Minhoto Marques (Universidade do Algarve / CIAC)

A música na vida e na obra de Camilo Castelo Branco

Pedro Couto Soares (Escola Superior de Música – Instituto Politécnico de Lisboa)

Mulheres camilianas: longe da vista, mas nem sempre esquecidas. Alguns comentários acerca de A Doida do Candal e A Bruxa de Monte Córdova

David Frier (Universidade de Leeds)

16h30 – Debate II

16h45 – Merenda

17h00 – Apresentação de edições camilianas

Carlota Ângela e O Retrato de Ricardina, de Camilo Castelo Branco (vol. 3 das Obras e Camilo Castelo Branco – Editora Glaciar)

Jorge Reis Sá, João Paulo Braga e Sérgio Guimarães de Sousa

Encontros Camilianos 2

João Paulo Braga, José Manuel de Oliveira e Sérgio Guimarães de Sousa

17h30 – Encerramento dos trabalhos

*

Durante os trabalhos do dia 14 de outubro decorrerá uma Feira de Edições Camilianas

Acreditado pelo Conselho Cientifico-Pedagógico da Formação Contínua. Português (Grupos 210, 220, 300 e 310) e História (Grupos 200 e 400). 12 horas de Formação.

 

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“Nasci em Lisboa e fui baptizado na igreja dos Mártires. Está resolvida a questão perante a posteridade no litígio que há-de correr entre Samardan e Lisboa.”
(In Boémia do Espírito)

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“A Queda dum Anjo” de Camilo Castelo Branco traduzido para língua mirandesa

O livro de Camilo Castelo Branco “A Queda dum Anjo”, que conta a história de um político transmontano que se deslumbra com Lisboa quando chega a deputado, terá uma versão em mirandês, indicaram hoje os responsáveis pela iniciativa.

“Faz todo o sentido esta tradução do livro de Camilo Castelo Branco, porque um das principais personagens da história [Calisto Elói] é natural de Caçarelhos, uma aldeia do concelho de Vimioso, onde, estou certo, que há 150 se falava o mirandês”, frisou à agência Lusa o tradutor e escritor Alfredo Cameirão.

A edição é da Câmara de Vila Nova de Famalicão, em parceria com a Casa de Camilo, um espaço localizado naquele concelho do distrito de Braga onde há quase três décadas são realizadas atividades relacionadas com a vida e obra de Camilo Castelo Branco, que ali viveu.

A tradução de “A Queda dum Anjo” para língua mirandesa é um dos destaques de uma programação que assinala os 150 anos desta obra camiliana, sendo que, na opinião de Alfredo Cameirão, a afirmação da língua mirandesa fica enriquecida ao ter no seu “corpus” a tradução de “uma obra tão importante” para a literatura portuguesa como é o romance de Camilo Castelo Branco.

“Trata-se de um trabalho minucioso, na sua tradução. No entanto, só havia duas soluções: ou fazer a tradução, ou recusar o convite [das entidades de Famalicão], e nessa medida, não estamos em tempo de recusar um convite desta dimensão cultural. A língua mirandesa não poderia perder esta oportunidade”, enfatizou, o escritor e investigador, contando que demorou “largos meses” a fazer a tradução.

O diretor da Casa de Camilo, José Manuel Oliveira, explicou à Lusa o porquê desta tradução, lembrando que Calisto Elói é oriundo das Terras de Miranda e a língua mirandesa a segunda língua oficial em Portugal.

“Acredito que deve ser inédito na história da edição literária em Portugal fazer um livro que tem exclusivamente a língua da própria personagem”, referiu.

A obra será apresentada na tarde de 18 de outubro na biblioteca da Assembleia da República, em Lisboa, depois de um passeio no Chiado, pelo roteiro de infância de Camilo Castelo Branco que nasceu na Rua da Rosa.

A apresentação em Lisboa inclui uma mesa redonda com Francisco José Viegas e Pedro Mexia sob o tema “A atualidade da “Queda dum Anjo, de Camilo Castelo Branco” e integra o programa da 3.ª edição dos Encontros Camilianos que têm início a 07 de outubro e vão desenvolver-se em quatro localidades.

Em Famalicão será entregue o Grande Prémio de Conto à escritora Teresa Veiga, bem como apresentado o carimbo dos CTT evocativo dos 150 anos da primeira edição de “A Queda dum Anjo”.

No dia 15 de outubro, será realizada uma visita a Caçarelhos e Miranda do Douro, cenários do romance camiliano.

Uma peça de teatro, uma exposição e uma feira do livro encerram um programa, cuja parte científica conta com a participação de especialistas nacionais e estrangeiros, algo destacado por José Manuel Oliveira.

Também o presidente da Câmara de Famalicão, Paulo Cunha, apontou o “objetivo de promover o debate e a reflexão interdisciplinar em torno das temáticas camilianas”, lembrando que é finalidade destas iniciativas “melhor divulgar da vida e da obra de Camilo Castelo Branco e sedimentar a sua política de intervenção cultural e científica a favor da língua e da cultura portuguesas”.

“Mensagem”, de Fernando Pessoa ou “Os Lusíadas”, de Luís Vaz de Camões são outros trabalhos literários mais emblemáticos já traduzidos para a segunda língua oficial em Portugal, nesses casos pelo já desaparecido escritor e investigador Amadeu Ferreira.

Fonte: LUSA

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