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Archive for the ‘Espírito e graça’ Category

«Qual é o amigo que nos fica mais barato? É o cão.»
(In Crónicas)

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Bom Ano!

«Como é bela a vida, quando a gente tem saúde e dinheiro.»
(In Dispersos)

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«O contentamento é uma boa iguaria; mas vejam sempre se me guisam o contentamento com umas batatas e umas fatias de presunto. Vocês comem o contentamento e eu o resto.»
(In O bem e o mal)

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«O avaro começa a ser útil desde que morre.»
(In Crónicas)

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«Como eu seria bem, se fosse rico.»
(In Dispersos)

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«O coração do homem é como o paladar dos pobres: tudo lhe sabe a comer.»
(In Mistérios de Lisboa)

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«Às vezes aprecia-se mais um punhal num braço popular, que um grande pensamento na cabeça dum doutor em física.
(In Teatro)

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«A mulher é um abismo, diz o santo abade Ruperto; e quem não for mais santo que eu, há-de crer que a mulher é, pelo menos, três abismos.»
(In A doida do Candal)

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«Naquele tempo, como as virtudes eram menos raras, dar cem benefícios por um ato de meritório era racional; hoje, que a virtude é raríssima, entendo que cada virtude deve render mil benefícios.»
(In Uma praga rogada nas escadas da forca)

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«Não quero argumentar com este século em que as coisas, as pessoas, os astros e as divindades está tudo subordinado ao materialismo da análise.»
(In Anátema)

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