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Archive for the ‘Extratos da obra’ Category

«O amor do homem laborioso é de todos o mais durável e folgado nas horas do descanso.»
(In As três irmãs)

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«Nenhum preso tinha as lágrimas tão à flor dos olhos, quando falava de sua mulher.
Abria-se em torrentes de pranto, quando via o sol na Cordoaria, e lhe saía em ânsias do coração a palavra LIBERDADE.»
(In Memórias do cárcere)

 

 

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«Conseguiu Jerónima licença para passar a quarta festa da Páscoa com a sua família. A menina mais velha acompanhou-a ao Porto, e o padre-capelão também. O fim ostensivo do teólogo era acompanhar a morgada com as devidas homenagens; mas a oculta ideia era sondar o pulso da revolução, em fermento, que, segundo ele, devia espatifar o altar e o trono.»
(In As três irmãs)

 

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«…é verdade; mas a primavera há-de raiar para ela naquele horizonte enovelado de túmulos…»
(In Artigos)

 

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«As mulheres são as mais implacáveis inimigas das mulheres…»
(In As três irmãs)

 

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É carnaval

«O Porto começa hoje na sua vida delirante.
O carnaval vem despertar esta grande aldeia do torpor de onze meses. A febre de alguns dias consome-lhe a sensibilidade, e daqui a um mês ele aí está na sua moleza…»
(In Crónicas)

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«É o primeiro amor uma estranha comoção vagamente deliciosa, uma prelibação de delícias celestiais, um sentir muito à flor de alma a essência do amor divino.»
(In A Mulher fatal)

 

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