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Archive for the ‘Extratos da obra’ Category

«Os caracteres fracos precisam de prazeres; os ânimos circunspectos o de que precisam é de segurança. No rebuliço desta universal tormenta, há um só prazer: é a situação mais tranquila; são os gozos mais moderados e que mais facilmente se conseguem e reproduzem; é a concordância da paz interior com a atividade desapaixonada, da austeridade no prazer com a doçura na paciência…»
(In Cenas inocentes da comédia humana)

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«Consta que nunca teve namoro que o entretivesse nas duas estações. O nome da mulher, que adora, até à demência, no Carnaval, quase sempre lhe esquece na Páscoa seguinte.»
(In O que fazem mulheres)

 

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«O meu céu era todo neste mundo, local único onde ele existe, porque também existe o inferno cá.»
(In Cenas inocentes da comédia humana)

 

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«Nas grandes agonias, qualquer esperança exalta a crença em agouros, presságios, em superstições até.»
(In Carlota Ângela)

 

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«No Porto celebram-se de tal maneira as festanças ruidosas pelo natalício do mansíssimo Jesus, que parece, naqueles estrondos de raiva e de algazarra, estar-se comemorando com dissonâncias de réprobos, não o nascimento de Jesus, mas sim o nascimento do Diabo. Ó Cristo civilizador! Envia um raio sereno e luminoso da tua graça àqueles garotos, visto que a polícia não se importa.»
(In Ecos Humorísticos do Minho)

 

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«Uns corações têm melhor carnadura que outros. Há deles que cicatrizam depressa golpes profundos. Outros, escoriados à superfície, ulceram mortalmente, e, se escapam, a lesão para toda a vida é certa.
(In A mulher fatal)

 

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«Missas pelo repouso eterno dos defuntos, e toda a gente sabe que eles estão descansados quanto é possível.»
(In Prefácios)

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