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Archive for the ‘Extratos da obra’ Category

«Nas grandes agonias, qualquer esperança exalta a crença em agouros, presságios, em superstições até.»
(In Carlota Ângela)

 

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«No Porto celebram-se de tal maneira as festanças ruidosas pelo natalício do mansíssimo Jesus, que parece, naqueles estrondos de raiva e de algazarra, estar-se comemorando com dissonâncias de réprobos, não o nascimento de Jesus, mas sim o nascimento do Diabo. Ó Cristo civilizador! Envia um raio sereno e luminoso da tua graça àqueles garotos, visto que a polícia não se importa.»
(In Ecos Humorísticos do Minho)

 

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«Uns corações têm melhor carnadura que outros. Há deles que cicatrizam depressa golpes profundos. Outros, escoriados à superfície, ulceram mortalmente, e, se escapam, a lesão para toda a vida é certa.
(In A mulher fatal)

 

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«Missas pelo repouso eterno dos defuntos, e toda a gente sabe que eles estão descansados quanto é possível.»
(In Prefácios)

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«É uma história que faz arrepiar os cabelos. Há aqui bacamartes e pistolas, lágrimas e sangue, gemidos e berros, anjos e demónios.

É um arsenal, uma sarrabulhada, e um dia de juízo! Isto sim que é um romance.»

(In O que fazem mulheres)

 

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«A 15 de agosto de 1534, estes sete companheiros, em uma capela subterrânea da Igreja de Montmartre, em dia festivo da Assunção da Virgem, fizeram voto de castidade, de pobreza perpétua, e de se juntarem, no espaço de um ano, em Jerusalém…»

(In Horas de paz)

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«Estes atentados contra Deus, esta guerra de irmãos com irmãos, estes acontecimentos de filhos matarem pais, e esses sinais que nos aparecem no céu, tudo indica que o fim do mundo está chegando.»
(In Maria! Não me mates, que sou tua mãe!)

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