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Archive for the ‘Extratos da obra’ Category

«Pugnei a favor da liberdade, sinónimo de humanidade.»
(In Agulha em palheiro)

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«Depois, na Páscoa, tornam a cevar-se em cabeça de porco, pelo facto de Jesus ter ressuscitado, e assim vão comendo as suas vitualhas e mais os dogmas da sua religião.»
(In Ecos Humorísticos do Minho)

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«- Tenho cá minhas aquelas com este padre!… Ele não diz missa, nem prega a Quaresma, nem vai à Via-Sacra…»
(In A Filha do Arcediago)

 

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«É provinciano o Sr. Marcos Leite: dê-se-lhe este nome. Visita o Porto duas vezes cada ano, uma no Carnaval, outra na estação do teatro italiano.»
(In O que fazem mulheres)

 

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«Eu sou escravo do coração: é este que me fala em nome de um anjo e me promete uma felicidade que nem eu sei concebê-la… é um sonho o teu amor.»
(In Anátema)                                         

 

 

 

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«Missas pelo repouso eterno dos defuntos, e toda a gente sabe que eles estão descansados quanto é possível.»
(In Prefácios)

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«Os namoros, para o bom fim, principiam por uma carta, na qual o suplicante confessa, que – desde a primeira vez que viu a menina a chama do mais ardente amor que queima seu sensível coração. Esta frase de serventia universal, e passar ao menos uma vez cada dia à porta de quem se ama, são necessidades de primeira ordem»

(In Dispersos de Camilo)

 

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