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Archive for the ‘Extratos da obra’ Category

«Eu só creio no amor não esperado, não granjeado por sacrifícios, não calculado de dia para dia.»
(In A Filha do Arcediago)

 

 

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«O Nuno estava mais entediado que doente. Logo que chegou a Seide,
mascarou-se, e foi não sei para onde…»

(In Correspondência)

 

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«A felicidade quer-se recatada para não suscitar invejas: é ela como a fina essência das flores destiladas, que perde o aroma, destapado o cristal que a encerra.»
(In Coração, cabeça e estômago)

 

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«O romancista é o escultor das paixões: enfeitá-las, corrigi-las, dar-lhes com palavras a expressão que elas esteticamente não podem exprimir, é seu ofício. E, se o autor me não entende, eu lhe aclaro a ideia…»

(In O Romance dum homem rico)

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«Deixai falar estas almas de hoje requeimadas e áridas, como o chão onde as folhas do outono se revolvem sopradas pelo suão, mirradas dos afetos nobres.»
(In Crónicas)

 

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«Anta é um paraíso terreal onde os lobos passam pelos habitantes, e os habitantes passam pelos lobos como nós pelos cãezinhos de regaço.

Lá estive eu no dia 20 de agosto de 1860, comendo de meias com o meu cavalo um vintém de pão negro, que um lavrador me vendeu compadecido, por me ver a fome estampada no rosto e o cavalo arqueado e melancólico como um chorão de cemitério.»

(In Doze casamentos felizes)

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«No último domingo de julho de 1848, era a celebrada romaria de Santa Ana de Oliveira, situada a curta distância do antigo convento daquele nome, na margem esquerda do Douro, a légua do Porto. É esta uma das popularíssimas festas…»
(In Aventuras de Basílio Fernandes Enxertado)

 

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