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Archive for the ‘Extratos da obra’ Category

«Eu sou escravo do coração: é este que me fala em nome de um anjo e me promete uma felicidade que nem eu sei concebê-la… é um sonho o teu amor.»
(In Anátema)                                         

 

 

 

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«Missas pelo repouso eterno dos defuntos, e toda a gente sabe que eles estão descansados quanto é possível.»
(In Prefácios)

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«Os namoros, para o bom fim, principiam por uma carta, na qual o suplicante confessa, que – desde a primeira vez que viu a menina a chama do mais ardente amor que queima seu sensível coração. Esta frase de serventia universal, e passar ao menos uma vez cada dia à porta de quem se ama, são necessidades de primeira ordem»

(In Dispersos de Camilo)

 

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«Foi há treze anos, em uma tarde calmosa de agosto, neste mesmo escritório, e naquele canapé, que o cego de Landim esteve sentado. São inolvidáveis as feições do homem. Tinha cinquenta e cinco anos, rijos como raros homem de vida contrariada se gabam aos quarenta.»
(In O cego de Landim)

 

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“De médicos, nem sangrias
Nesta idade, não curemos.
Boas são as romarias,
De mais longe, e sem Marias
Por que não nos mariemos”

(In A Corja)

 

 

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«O trabalho é a compensação da pobreza.»
(In O Sangue)

 

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«De resto é uma boa senhora. Dá que fazer ao capelão com os seus escrúpulos. Dizem-me que jejua toda a Quaresma, e reza a Via Sacra com as criadas.»

(In Mistérios de Lisboa)

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