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Archive for the ‘Extratos da obra’ Category


«…é verdade; mas a primavera há-de raiar para ela naquele horizonte enovelado de túmulos…»
(In Artigos)

 

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«As mulheres são as mais implacáveis inimigas das mulheres…»
(In As três irmãs)

 

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É carnaval

«O Porto começa hoje na sua vida delirante.
O carnaval vem despertar esta grande aldeia do torpor de onze meses. A febre de alguns dias consome-lhe a sensibilidade, e daqui a um mês ele aí está na sua moleza…»
(In Crónicas)

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«É o primeiro amor uma estranha comoção vagamente deliciosa, uma prelibação de delícias celestiais, um sentir muito à flor de alma a essência do amor divino.»
(In A Mulher fatal)

 

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«Saí de Soutelo no fim do verão.

Silvestre acompanhou-me aos banhos da Póvoa, e já vinha com todos os sintomas de caquexia, resultante da imobilidade, e cansaço das molas digestivas. Retirou-se para a província, logo que os primeiros banhos, e as primeiras perdas ao jogo lhe molestaram o corpo e o espírito.»
(In Coração, cabeça e estômago)

 

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«Escrever as coisas como elas se passam no mundo, como nós as vemos por aí! Então é melhor não dar cópias da realidade. O que a gente quer é que o romancista nos pinte a sociedade, a vida e as paixões melhores ou piores do que são.»
(In O Romance dum homem rico)

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Em 1873, vindo eu de Santo-António-das-Taipas a Guimarães, por uma manhã de junho, entrei no cemitério com um meu amigo.
Estava o coveiro a aplanar com a enxada um valo de sepultura.
– Quem se enterrou aí? – perguntou o meu amigo.
– Foi D. Teresa da rua dos Fornos.
– Ah! Já sei… – disse o meu companheiro.
– Era a viúva do enforcado? – perguntei eu – Que é isso?
E referiu-me a história.
Perguntei-lhe, afinal, por Caetana, porque eu – que excentricidade! – achei aquela Caetana uma peça verdadeiramente nacional, portuguesa de todos os quilates.
(In A Viúva do enforcado)

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