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Archive for the ‘Lugares da vida e da ficção’ Category


«Quem disser que em Trás-os-Montes não há romances, é capaz de dizer que a lua não tem habitantes, e as alfândegas ratos.»
(In Cenas contemporâneas)

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«No dia seguinte, bela manhã de agosto, foi o bacharel Mateus a S. João da Foz.»
(In Cenas inocentes da comédia humana)

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«Enviara Eduardo Pimenta dous soldados portugueses que levassem D. Antónia a Sintra onde se estavam redigindo os artigos da convenção.»
(In Livro de consolação)

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«Em janeiro de 1846, conheci em Coimbra um rapaz, que estudava Humanidades. Contava vinte dous anos, e queixava-se do torpor de metade da sua vida. Pedia que lhe vissem na palidez da face a dobra da mortalha, que lhe envolvia lá dentro do peito o coração já morto.»
(In Leiam)

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«Se haverá dos que viram o Porto de há catorze anos quem não tenha saudade das noites do Castelo da Foz! Eu de mim não sei o que hoje lá passa; mas ouvi dizer que as brisas baloiçam as solitárias ervas dos baluartes e o vento silva nos vigamentos das salas onde estrondeavam as músicas.»
(In Mosaico e Silva)

 

 

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«Quem lê desprevenidamente as pomposas relações do modo como foi executada a traça magnificente do Convento de Mafra, crê e pasma na convergência de forças, de vontades e devoção do País a coadjuvarem o pensamento de D. João V.
Primeiro que tudo, saibamos como se desenhou na fantasia do filho de D. Pedro II aquela pedreira.»
(In Mosaico e Silva)

 

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«O pai está enganado com o modo de vida que me deu. Um doutor não pode dar conselhos sem primeiro andar na prática. Eu preciso de ir primeiro estar algum tempo no escritório de um advogado; e depois é que posso dar conselhos por minha conta.
– Então que foste tu fazer a Coimbra, pedaço de asno? Eu cuidei que era lá o estudo!»
(In Cenas inocentes da comédia humana)

 

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«Braga é um clima doce, uma natureza opulenta, um retalho de paraíso, um ninho de verdura para se amarem as aves, que têm ali uma primavera eterna.»

(In Vinte horas de liteira)

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«Quando Maria da Piedade avistou o pórtico do Santuário, viu para um coupé com dois criados na almofada. Perguntou ao escudeiro se conhecia aquele trem.
– É de um brasileiro que está no Bom Jesus há oito dias. Ainda ontem à tarde o vi neste carro na Senhora-à-Branca.»
(In No Bom Jesus do Monte)

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«O regedor entrou em Vila Nova de Famalicão na onda de alguns milhares de homens e rapazes que davam vivas a D. Miguel, às leis novas, à santa religião e morras aos Cabralistas.
(In A Brasileira de Prazins)

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