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Archive for the ‘Lugares da vida e da ficção’ Category

 

«Braga é um clima doce, uma natureza opulenta, um retalho de paraíso, um ninho de verdura para se amarem as aves, que têm ali uma primavera eterna.»

(In Vinte horas de liteira)

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«Quando Maria da Piedade avistou o pórtico do Santuário, viu para um coupé com dois criados na almofada. Perguntou ao escudeiro se conhecia aquele trem.
– É de um brasileiro que está no Bom Jesus há oito dias. Ainda ontem à tarde o vi neste carro na Senhora-à-Branca.»
(In No Bom Jesus do Monte)

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«O regedor entrou em Vila Nova de Famalicão na onda de alguns milhares de homens e rapazes que davam vivas a D. Miguel, às leis novas, à santa religião e morras aos Cabralistas.
(In A Brasileira de Prazins)

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«O revólver e a navalha são as armas mais frequentes dos camponeses do Minho. Já não usam o forte pau de carvalho ou lódão argolado. Em terras de Barroso ainda não penetrou alguma das armas dos cobardes. O Barrosão, quando quer bater ou evitar que lhe batam, estona um esgalho de cerquinho ou de marmeleiro, põe-o de molho três dias e três noites em um poça e depois…»
(In Ecos Humorísticos do Minho)

 

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«Vi-os entrar no Hotel da Boa Vista. Sondei, mediante as informações do criado de mesa, os latejos do coração de Aldonça. Pude saber que pediram bifes de cebolada.
Oh! Como eu invejei o boi que ia ser engolido por ela, e assimilado ao sadio sangue que lhe puniciava as maçãs do rosto!
Soube, depois, que se estavam servindo de fiambre e ovos! Ditosa perna suína…»
(In No Bom Jesus do Monte)

 

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«Tomás vem para uma praia muito vizinha do Porto – a Granja. Por lá irei e ele por cá virá.»
(In Correspondência)

 

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«O Douro passa em baixo silencioso e triste, coleando-se no leito fragoso, em que a mão omnipotente do homem abriu dois caminhos marginais, que vão, na orla direita, encontrar o sombrio palácio do Freixo com as suas quatro torres…»
(In O Porto e a Carta, 12-4-1855)

 

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