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Archive for the ‘Música’ Category

Com Sara Braga Simões, soprano e Rui Martins, piano.
Reviver os serões de Camilo: os livros que leu, a música que ouviu. É esta a proposta do recital de 191º aniversário de nascimento de Camilo Castelo Branco.

Na primeira parte, viajaremos por entre textos de alguns dos autores que mais o influenciaram, como Almeida Garrett, Lamartine, Victor Hugo, Byron… Leituras de muitos serões e ponto de partida para outras tantas conversas no café Guichard. Gounod, Bizet, Liszt, Lopes-Graça, Fauré e Hahn serão os guias desta viagem.

Depois, seremos convidados a escutar árias de ópera de Verdi, Bellini e Rossini que Camilo ouviu repetidas vezes no Real Teatro de São João – de que era assíduo frequentador – e a reviver episódios caricatos como a disputa entre cartistas e setembristas no que toca a “primas donnas”…

PROGRAMA:
I
Lopes-Graça: Barca Bela (Almeida Garrett)
Bizet: Chant d’amour (Alphonse de Lamartine)
Charles Gounod: Au Rossignol (Alphonse de Lamartine)
Charles Gounod: Maid of Athens (Byron)
Gabriel Fauré: Le papillon et la fleur (Victor Hugo)
Gabriel Fauré: Mai (Victor Hugo)
Franz Liszt: O quand je dors (Victor Hugo)
Reynaldo Hahn: Si mes vers avaient des ailles (Victor Hugo)

Intervalo
II
Verdi: Caro nome (Rigoletto)
Rossini: Una voce poco fa (O Barbeiro de Sevilha)
Bellini: Ah, non credea mirarti… ah non giunge uman pensiero (La sonnambula)
Bellini:Qui la voce sua soave… Vien diletto (I Puritani)

 

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Estrear-se-á na Casa das Artes, em Vila Nova de Famalicão, no próximo dia 12 de Dezembro, pelas 21h30, a ópera “Amor de Perdição”, baseada na obra homónima de Camilo Castelo Branco.
A ópera, da autoria do compositor e dramaturgo João Arroyo, foi solenemente representada pela 1ª vez no Real Teatro de S. Carlos, na noite de 2 de Março de 1907, e registou um extraordinário sucesso.
A versão portuguesa do libreto é da responsabilidade de Maria João Braga Santos (1º e 2º actos) e de Alexandre Delgado (3º acto), e a música de João Arroyo.
A acção passa-se em Portugal no século XIX, entre Viseu (nos dois primeiros actos) e o Porto (no último acto).
Obra maior do romantismo português, o drama passional de “Amor de Perdição” descreve a saga de dois apaixonados que têm como obstáculo à concretização do seu amor a rivalidade existente entre as suas próprias famílias.
Simão, um dos cinco filhos de Domingos Botelho, um jovem com temperamento explosivo, apaixona-se pela sua vizinha, Teresa Albuquerque. Descoberto o namoro proibido, Domingos Botelho envia seu filho para Coimbra, restando a Teresa duas opções: ou casar com seu primo, Baltasar, ou entrar para um convento. Durante algum tempo os jovens apaixonados resistem à sua separação trocando correspondência com a ajuda de Mariana, filha do ferreiro João da Cruz. Mariana acaba por se apaixonar por Simão, embora saiba que esse amor jamais poderá ser correspondido. Resistindo às ameaças paternas, Teresa rejeita o casamento, e é enviada para o Convento de Monchique, no Porto. Simão resolve raptá-la acabando por matar o seu rival, Baltasar, e entrega-se à justiça. 
Simão vai para a cadeia, Teresa vai para o Convento e Mariana opta por se manter ao lado de Simão, ajudando-o sempre que possível. Condenado à forca, Simão vê a sua sentença comutada, e é deportado para a Índia. Ao ver o seu amor partir e com a dor da despedida, Teresa morre de desgosto. Durante a viagem, Mariana mostra a Simão a última carta de Teresa. Simão apercebendo-se da morte de Teresa, tem uma febre inexplicável e morre. Na manhã seguinte o seu corpo é lançado ao mar e Mariana não suportando a dor da sua perda, atira-se ao mar, suicidando-se abraçada ao seu amor.

Director artístico – António Salgado
Maestro – António Saiote
Encenador – Marcos Barbosa

Personagens/Cantores:
Tadeu d’Albuquerque – Rui Silva /António Salgado
Teresa d’Albuquerque – Marina Pacheco
Baltasar Coutinho, primo e pretendente de Teresa – José Lourenço
Margarida, sua irmã – Ana Barros
Simão Botelho, filho de Domingos Botelho – Manuel Soares / Mário João Alves
Mariana da Cruz, filha do ferreiro João da Cruz – Luísa Barriga
Abadessa do Convento de Monchique, no Porto – Ângela Alves
Freira do Mosteiro de Viseu – Susana Milena
Nobres e Damas, amigos da família Albuquerque, Populares, Polícias, Soldados, Marinheiros, Freiras, Monges e um Padre – Coro do Centro de Estudos em Ópera e Teatro Musica da Universidade de Aveiro (CEOTM-UA)

Orquestra:
Orquestra Sinfónica da Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo do Instituto Politécnico do Porto (ESMAE)

Coro:
Coro do Centro de Estudos em Ópera e Teatro Musical da Universidade de Aveiro

Bailarinos (Ballet Teatro Escola Profissional):
Alexandra Nogueira Dupont
Bruno Brazete Fernandes
Inês Monteiro Ribeiro
Natasha Rochelle da Silva Alves
Pedro Miguel Jacobetty França
Tiago Ismael Monteiro Rocha

Coreografia e assistência de encenação – Leonor Zertuche
Director Técnico – Pedro Carvalho
Concepção Plástica:
Marcos Barbosa (Coordenação)
Leonor Zertuche (Luz)
Fernando Ribeiro (Cenografia)
Rodrigo Areias (Vídeo)
Ricardo Freitas (Vídeo)
Susana Abreu (Figurinos)
Fernando Lemos (Técnico de Cenografia)
Sara Amado (Design Gráfico)

Produção:
Direcção de Produção – Álvaro Santos
Produção Executiva – Filipa Lã 

Organização e co-produção:
Drama per Musica
OperaNorte
CASA das ARTES de V.N. Famalicão

Apoios:
DGArtes/Ministério da Cultura
Casa das Artes de V.N. Famalicão
Centro de Estudos em Ópera e Teatro Musical da Universidade de Aveiro (CEOTM-UA)
Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro (DECA-UA)
Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo do Instituto Politécnico do Porto (ESMAE)

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