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Archive for the ‘Notícias breves’ Category

A CASA / A QUINTA nas obras de Eça, Camilo e Agustina, e nos filmes de Manoel de Oliveira.

Programa: https://feq.pt/actividades/seminario-queirosiano-2017/

Inscrições: https://feq.pt/loja-online/seminario-queirosiano-2017/

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(In A Pátria, 2-6-1890)

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Dia 1 de junho de 2017, apresentação de um novo Roteiro Literário Camiliano, na cidade do Porto, a viagem Famalicão-Porto será efetuada no Comboio Presidencial.

 

O histórico Comboio Presidencial, utilizado pelos Chefes de Estado e suas comitivas nas deslocações pelo país entre 1910 e 1970, está de regresso a Vila Nova de Famalicão, depois de em 2014 ter escolhido também Famalicão para a viagem inaugural ao norte do país, após profundo e longo processo de restauro das carruagens. Desta vez, o comboio dos presidentes vai servir de meio transporte para a apresentação do novo Roteiro Literário Camiliano, Famalicão-Porto, que será lançado pela Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, a Casa de Camilo e um conjunto de entidades portuenses, já esta quinta-feira, 1 de junho.

A apresentação do novo projeto turístico cultural conta assim com a colaboração da Fundação Museu Nacional Ferroviário (FMNF), que é a entidade responsável pela gestão do comboio presidencial.

A jornada dedicada a Camilo Castelo Branco realiza-se a partir das 13h55 com a partida da Estação de Comboios de Famalicão, com destino à Estação de Porto – S. Bento. A bordo seguirão o presidente da Câmara Municipal de Famalicão, Paulo Cunha, o diretor da Casa de Camilo, José Manuel Oliveira, entre diversos convidados.

À chegada ao Porto, serão visitadas as seguintes instituições: Venerável Irmandade de Nossa Senhora da Lapa e Cemitério da Lapa; Centro Português de Fotografia (antiga cadeia da Relação do Porto) e Livraria Lello.

Pelas 17h00, o comboio presidencial parte da Estação de Comboios de Porto – S. Bento, com destino à Estação dos Comboios de Vila Nova de Famalicão. Refira-se que a iniciativa insere-se nas comemorações do 127.º aniversário da morte de Camilo Castelo Branco.

Fonte: Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão

 

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Assistimos aqui a uma luta entre o círculo da sociedade e o círculo do amor, ambos com direitos sobre as personagens.

Já sabemos que Camilo não assiste como árbitro ao conflito entre o coração e a sociedade.

Camilo toma partido. Não se limita a julgar Hermenegildo Fialho Barrosas e a pôr convencionalmente Ângela “debaixo de uma amendoeira florida”. Começa logo pelas proeminências morais características dos três velhos amigos do brasileiro. Pantaleão Mendes, Atanásio da Silva e Joaquim Bernardo. “Abriram-se os buchos e fecharam-se as consciências” destes membros do tribunal de honra onde Ângela foi condenada à infâmia e à pobreza. O mundo do dinheiro, a opinião pública portuense, a sociedade são sujeitos ao sarcasmo e à troça ou ao severo juízo do novelista.

A nossa ousadia em empreendermos um trabalho de tanta responsabilidade deve ser relevada pelo desejo que tivemos de tornar conhecida, no teatro, uma das melhores produções do fecundo e glorioso romancista.

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«Ao contrário de outros escritores, sabe-se porém quando e onde nasceu – a 16 de março de 1825, em Lisboa, na Rua da Rosa, ao Bairro Alto, em casa que existe ainda, assinalada com uma lápide. Não falta quem se espante com o facto de Camilo ser lisboeta, ele que parece um homem do Norte, cenário da sua vida – Vilarinho da Samardã, Friúme, Vila Real, Porto, Viana do Castelo, Famalicão, S. Miguel de Seide – e cenário preferencial da sua ficção. Toda uma geografia literária se pode traçar tendo Camilo por guia.»

(In O Essencial sobre Camilo, de João Bigotte Chorão)

 

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