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Convidado: Manuel Serrão
Manuel José de Valadares Souto Pinto Serrão, nascido em 1959 (Porto).
Licenciado em Direito – Universidade Católica- (Lisboa)
Empresário na área da consultadoria, relações públicas, organização de feiras, nomeadamente eventos ligados ao ramo da moda, assessoria de imprensa e Internet, congressos, exposições, festas, espectáculos, festivais, etc;
Ex-vice-presidente da A.N.J.E.- Associação Nacional de Jovens Empresários, durante 6 anos, com o pelouro do Portugal Fashion, hoje é consultor deste projecto;
Responsável pela organização do Porto Fashion Week que inclui eventos como o único Salão Nacional de Tecidos e Acessórios europeus e Confecção Portuguesa- MODTISSIMO (49 edições), Porto Fashion Film Festival, iTechtextile Innovation Business Forum, Fashion District e Porto Fashion Week’s Night Out;
Administrador Executivo da Associação Selectiva Moda que desenvolve há cerca de 15 anos um projecto de internacionalização so sector têxtil e vestuário com mais de 200 empresas portuguesas sob a marca FROM PORTUGAL;
Director do T Jornal desde a sua fundação – Agosto de 2015;
Membro do Conselho Estratégico do Lisboa Design Show
Presidente da UDC CE-CPLP (União de Designers, Costureiros e Empreendedores de Moda da CE-CPLP);
Ao longo dos últimos anos, comentador da actualidade política, social e desportiva em vários órgãos de comunicação social, nomeadamente JN, Expresso, SIC, O Jogo, Lux, Independente, TSF, 24 horas e Comércio do Porto, RTP, Focus; Porto Canal; TVI 24.

 Filme a exibir:  O fabuloso destino de Amélie Poulain
Realizador: Jean-Pierre Jeunet
Género: Comédia / Romance
Classificação: M/12
Origem: França
Ano: 2001
Dur.:122 min.
Sinopse: Amélie viu o seu peixinho desaparecer num lago municipal, a sua mãe morrer no átrio de Notre-Dame e o pai transferir todo o seu afecto para um anãozinho de jardim. Amélie cresce e arranja emprego em Montmartre como empregada de um bar explorado por uma antiga bailarina equestre. Amélie leva uma vida simples. Diverte-se a partir a crosta do leite creme, a atirar pedrinhas ao Sena, a observar as pessoas e a deixar correr a imaginação. Aos vinte e dois anos dá-se um golpe de teatro e Amélie descobre um objectivo na vida : melhorar a vida dos outros. Inventa então toda uma série de estratagemas para intervir incognitamente na existência de várias pessoas à sua volta. Entre elas, a porteira, que passa os dias a beberricar Porto num tête-à-tête com o seu cãozinho embalsamado; Georgette, a balconista hipocondríaca; ou o “homem de vidro”, o vizinho que só vive através de uma reprodução de Renoir. A missão de Amélie é subitamente perturbada pelo aparecimento de Nino Quincampoix, um jovem estranho. Empregado a meio tempo num comboio fantasma e numa sex-shop, Nino colecciona fotografias abandonadas nas máquinas de photomaton. Amélie sente-se fascinada por Nino, mas prefere jogar ao gato e ao rato com ele, em vez de revelar abertamente os seus sentimentos. Após várias tentativas frustradas, acaba por desistir. Felizmente, “o homem de vidro”, perito em isolar-se dos outros, retribui-lhe a atenção prestada, atirando-a para os braços de Nino.

 

«O amor do homem laborioso é de todos o mais durável e folgado nas horas do descanso.»
(In As três irmãs)

Pensamento da semana

«O medo pesa como chumbo na região abdominal.»
(In O bem e o mal)

 

 

 

Liberdade


«Nenhum preso tinha as lágrimas tão à flor dos olhos, quando falava de sua mulher.
Abria-se em torrentes de pranto, quando via o sol na Cordoaria, e lhe saía em ânsias do coração a palavra LIBERDADE.»
(In Memórias do cárcere)

 

 

Pensamento da semana

«As capacidades mesquinhas incham com a adulação.»
(In Anátema)

 


«Camilo, na sua imensa galeria de produções literárias, deixou bem assinaladas, para os contemporâneos e para os vindouros, as feições do seu talento…
Cada um dos seus romances principais, estudados de per si, e sem a menor referência a outros igualmente importantes, reúne os dotes variados e opulentos da sua individualidade.»

Ricardo Guimarães, Visconde de Benalcanfor

 

Pensamento da semana

«Há casos em que é caridade o perdão.»
(In Abençoadas lágrimas)