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Poderá solicitar o texto, que é cedido gratuitamente pela Casa de Camilo, para o endereço eletrónico
geral@camilocastelobarnco.org

 

Pensamento da semana

«É falso o amor que leva o homem à indignidade»
(In Agulha em palheiro)

Convidado:
António Mota (Baião, Ovil, Vilarelho, 16 de Julho de 1957) é um escritor português, reconhecido autor de literatura para crianças e jovens.

Nasceu a 16 de Julho de 1957. Foi professor do Ensino Básico em beja em lisboa. Em 1979 escreveu o seu primeiro livro, A Aldeia das Flores. Alguns dos seus livros estão publicados no Brasil e traduzidos para espanhol, galego e sérvio.

Recebeu vários prémios, dos quais se destacam o Prémio da Associação Portuguesa de Escritores (1983) para “O Rapaz de Louredo”, o Prémio Gulbenkian de Literatura para Crianças e Jovens (1990) para “Pedro Alecrim”, o Prémio António Botto (1996) para “A Casa das Bengalas”, o Grande Prémio Gulbenkian de Literatura para Crianças e Jovens (2006, categoria Livro Ilustrado) para ´´Se eu fosse muito magrinho“.

A 6 de Junho de 2008 foi feito Oficial da Ordem da Instrução Pública.

Em 2010, foi nomeado para os Prémios de Autor da SPA/RTP na categoria Literatura Infanto-Juvenil com “Pinguim” (Gailivro, ilustrações de Alberto Faria).

Foi nomeado como candidato português ao prémio literário sueco Alma em 2013 e 2014.

Filme a exibir:

 

A 25.ª hora
Realizador: Henri Verneuil
Género: Drama / Guerra
Classificação: M/16
Origem: França, Itália, Iugoslávia
Ano: 1967
Dur.: 130 min.
Sinopse: Segunda Guerra Mundial, Johann Moritz (Anthony Quinn) um simples camponês romeno e Suzana (Virna Lisi), sua linda esposa são envolvidos num emaranhado de situações, que não conseguem entender. O chefe de polícia deseja sua mulher e sob a falsa alegação de ser ele judeu, é enviado a um campo de concentração. Entre as incoerências da era nazista, tem início sua terrível saga. Porém em uma avaliação pelos nazistas de seu biotipo, Johann é considerado um “exemplar-modelo da raça Ariana”. Em sua busca para conseguir de volta sua esposa e sua família e sem entender as verdadeiras razões do conflito, ele luta contra os dois lados da guerra.

 

 

 

É carnaval

«O Porto começa hoje na sua vida delirante.
O carnaval vem despertar esta grande aldeia do torpor de onze meses. A febre de alguns dias consome-lhe a sensibilidade, e daqui a um mês ele aí está na sua moleza…»
(In Crónicas)

Pensamento da semana

«O meditar era orar com muita angustiada alma.»
(In O Santo da montanha)

Pensamento da semana

«Entre o homem e a vingança interpõe-se o tempo.»
(In Anátema)