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Posts Tagged ‘A Infanta Capelista’

«Coração toda a gente o tem; mas cabeça … isso é raro…»
(In A Infanta capelista)

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A iniciativa tem como objetivos principais fomentar o gosto pela leitura dos textos de Camilo Castelo Branco e proporcionar a partilha de abordagens e de interpretações da prosa do romancista de São Miguel de Seide.

«À volta de uma mesa do café Martinho, em Lisboa, estavam, por 1857, seis ou sete sujeitos saturados de política. Estava eu também em princípio de «saturação», palavra pedida de empréstimo à química para bem materializar a ideia de um corpo embebido daquele cívico entusiasmo que salva as nações… nos botequins.»
(In A Infante capelista)

Download do PDF “A Infanta capelista”
http://www.camilocastelobranco.org/doc.php?co=75
Formador: João Paulo Braga
A sessão realizar-se-á na plataforma Zoom
Inscrição para o endereço eletrónico: geral@camilocastelobranco.org

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«O amor é como o sol, que decerto não brilhará neste recinto, se eu não abrir as janelas.»
(In A Infanta capelista)

 

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«- Ora, meu amigo, vamos a isto. Estou farto de palavreado. Obras, obras é que se quer. Seja homem, e atenda lá ao que lhe vou dizer…»
(In A Infanta Capelista)

 

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«… quando eu lhe contava quem era meu pai, o rapaz metia-me a ridículo, e até uma vez lhe dei uma bofetada por ele me dizer que acreditava que eu fosse fidalga por ser muito burra.»
(In A Infanta capelista)

 

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«A prudência é boa nas terras onde não há marotos…»
(In A Infanta Capelista)

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«O amor só entra em corações abertos: as trevas da alma não atraem raios de luz tão intensos. O amor é como o sol, que decerto não brilhará neste recinto, se eu não abrir as janelas.»
(In A Infanta Capelista)

 

 

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«Com o amor não há brincadeiras, minha senhora. Quando o coração empurra, a cabeça vai para diante.»
(In A infanta capelista)

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«O instrumento de cordas mais dilecto dos paços de nossos reis foi o sino, e tanto que o sr. D. João V comprou o carrilhão de Mafra, que retroa com cento e quinze badalos, por mil e trezentos contos de réis…»
(In A infanta capelista)

 

 

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«Coração toda a gente o tem; mas cabeça… isso é raro…»
(In A Infanta capelista)

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