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Posts Tagged ‘abril’

A iniciativa tem como objetivos principais fomentar o gosto pela leitura dos textos de Camilo Castelo Branco e proporcionar a partilha de abordagens e de interpretações da prosa do romancista de São Miguel de Seide.

«António Salter julgou-se tão prosperamente apadrinhado, que andava arrependido de pedir coisa tão pequena! A gente que o protegia, se quisesse, podia fazê-lo desembargador duma assentada, e aposentá-lo logo com o ordenado por inteiro!»
(In Mil por um)

Download do PDF “Mil por um”
http://www.camilocastelobranco.org/doc.php?co=70
Formador: Sérgio Guimarães de Sousa
A sessão realizar-se-á na plataforma Zoom
Inscrição para o endereço eletrónico: geral @camilocastelobranco.org

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Durante a febre

À porta do sepulcro, ainda volto a face

Para ver-te chorar, ó mãe do filho amado,

Que vê, como num sonho, a cena do trespasse…

– Sorver-lhe o eterno abismo o pai idolatrado.

Talvez que ele, a sonhar, te diga: «Mãe não chore

Que o pai há-de voltar…» Quem sabe se virei?

Quando a Acácia do Jorge ainda outra vez enflore,

Chamai-me, que eu de abril nas auras voltarei.

Camilo Castelo Branco

 

 

 

 

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«Revalido por esta carta o que lhe propus com referência ao meu cadáver e ao seu jazigo no cemitério da Lapa.
Desejo ser ali sepultado, e que nenhuma força ou consideração o demova de me conservar as cinzas perpetuamente na sua capela…»
(In carta a Freitas Fortuna, de 06-04-1888)

 

 

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À porta do sepulcro, ainda volto a face
Para ver-te chorar, ó mãe do filho amado,
Que vê, como num sonho, a cena do trespasse…
– Sorve-lhe o eterno abismo o pai idolatrado.

Talvez que ele, a sonhar, te diga: “Mãe não chore
Que o pai há-de voltar…” Quem sabe se virei?
Quando a Acácia do Jorge ainda outra vez enflore,
Chamai-me, que eu de abril nas auras voltarei

(In Poesias Dispersas)

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