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Posts Tagged ‘agosto’

«A 15 de agosto de 1534, estes sete companheiros, em uma capela subterrânea da Igreja de Montmartre, em dia festivo da Assunção da Virgem, fizeram voto de castidade, de pobreza perpétua, e de se juntarem, no espaço de um ano, em Jerusalém…»

(In Horas de paz)

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«Foi há treze anos, em uma tarde calmosa de agosto, neste mesmo escritório, e naquele canapé, que o cego de Landim esteve sentado. São inolvidáveis as feições do homem. Tinha cinquenta e cinco anos, rijos como raros homem de vida contrariada se gabam aos quarenta.»
(In O cego de Landim)

 

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Livraria Lello leva Camilo para a rua.
https://espalhafactos.com/2017/08/05/livraria-lello-camilo-na-rua-das-carmelitas/

 

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«Vila Real, 18 de Agosto – Ontem pelas dez horas da manhã andava passeando junto à porta do governador civil o pacífico cidadão Camilo Castelo Branco, em companhia de Luís de Bessa Correia, que deixou de ser administrador desta vila haverá seis dias, por não aturar o despotismo deste miserável governador civil, José Cabral.»

(In O Nacional, de 21-8-1847)

 

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«A Póvoa de Varzim está menos delirante que no ano passado. As damas compenetram-se de que os lustres do botequim lhes desbotam os resplendores da face, e as nivelam algum tanto com os jeitos viris dos machos concorrentes à mesma localidade.

Eu esperava que este ano se dançasse o can-can no salão do Clube.

Por enquanto não tenho fundadas razões para desesperar.»

(In Carta ao padre Sena Freitas, agosto de 1874)

 

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A tarde era de agosto
O oceano murmurava os seus poemas misteriosos.
Lepsa, a donosa namorada das ondas, reavia-se no cristal onde as estrelas do céu espelhavam.
Na praia, onde o castelo projetava uma sombra melancólica, agrupa-se uma família, onde havia a formosura dos cabelos brancos em velhice venerável e formosura dos anos floridos uma mocidade imaculada.
S. João da Foz,
Camilo Castelo Branco

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«Era um dia de Agosto, romagem da Senhora da Guia, cuja capela alveja na Chã, que se aplana na quebrada da serra do Alvão.
Teresa foi lá cumprir a promessa das vinte voltas de joelhos em redor da capela. Com ela foram o irmão, e Bernardo, e parentes e amigos deste, entre os quais estava um padre.
A moça deu as vinte voltas. Posto que robusta, às dezoito bateu com a face no lajedo do adro. Quis erguê-la Bernardo; mas ela continuou, quase a rojo, afincando já os cotovelos na pedra.»
(In Doze casamentos felizes)

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