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Posts Tagged ‘agosto’


«No dia seguinte, bela manhã de agosto, foi o bacharel Mateus a S. João da Foz.»
(In Cenas inocentes da comédia humana)

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«A 15 de agosto de 1534, estes sete companheiros, em uma capela subterrânea da igreja de Montmartre, em dia festivo da Assunção da Virgem, fizeram voto de castidade, de pobreza perpétua, e de se juntarem, no espaço dum ano, em Jerusalém…»
(In Horas de paz)

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«Era uma tarde de agosto de 1867, passeava eu, com um aprazível trato, nos arrabaldes de Lisboa, e comparávamos a desamena e árida vegetação daquelas gândaras com os arvoredos e verdejantes vales do Minho.
Ali por perto de Odivelas me disse o meu amigo Luís da Silva:
– Entremos por esta azinhaga que não tem saída. Isto vai dar àquela casinha branca. Mora lá um velho a quem te vou apresentar. Mas quem sabe se o homem morreu?! Há três anos que o não vi… »
(In Livro de consolação)

 

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«A 15 de agosto de 1534, estes sete companheiros, em uma capela subterrânea da Igreja de Montmartre, em dia festivo da Assunção da Virgem, fizeram voto de castidade, de pobreza perpétua, e de se juntarem, no espaço de um ano, em Jerusalém…»

(In Horas de paz)

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«Foi há treze anos, em uma tarde calmosa de agosto, neste mesmo escritório, e naquele canapé, que o cego de Landim esteve sentado. São inolvidáveis as feições do homem. Tinha cinquenta e cinco anos, rijos como raros homem de vida contrariada se gabam aos quarenta.»
(In O cego de Landim)

 

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Livraria Lello leva Camilo para a rua.
https://espalhafactos.com/2017/08/05/livraria-lello-camilo-na-rua-das-carmelitas/

 

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«Vila Real, 18 de Agosto – Ontem pelas dez horas da manhã andava passeando junto à porta do governador civil o pacífico cidadão Camilo Castelo Branco, em companhia de Luís de Bessa Correia, que deixou de ser administrador desta vila haverá seis dias, por não aturar o despotismo deste miserável governador civil, José Cabral.»

(In O Nacional, de 21-8-1847)

 

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«A Póvoa de Varzim está menos delirante que no ano passado. As damas compenetram-se de que os lustres do botequim lhes desbotam os resplendores da face, e as nivelam algum tanto com os jeitos viris dos machos concorrentes à mesma localidade.

Eu esperava que este ano se dançasse o can-can no salão do Clube.

Por enquanto não tenho fundadas razões para desesperar.»

(In Carta ao padre Sena Freitas, agosto de 1874)

 

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A tarde era de agosto
O oceano murmurava os seus poemas misteriosos.
Lepsa, a donosa namorada das ondas, reavia-se no cristal onde as estrelas do céu espelhavam.
Na praia, onde o castelo projetava uma sombra melancólica, agrupa-se uma família, onde havia a formosura dos cabelos brancos em velhice venerável e formosura dos anos floridos uma mocidade imaculada.
S. João da Foz,
Camilo Castelo Branco

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«Era um dia de Agosto, romagem da Senhora da Guia, cuja capela alveja na Chã, que se aplana na quebrada da serra do Alvão.
Teresa foi lá cumprir a promessa das vinte voltas de joelhos em redor da capela. Com ela foram o irmão, e Bernardo, e parentes e amigos deste, entre os quais estava um padre.
A moça deu as vinte voltas. Posto que robusta, às dezoito bateu com a face no lajedo do adro. Quis erguê-la Bernardo; mas ela continuou, quase a rojo, afincando já os cotovelos na pedra.»
(In Doze casamentos felizes)

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