Feeds:
Artigos
Comentários

Posts Tagged ‘Alexandre Cabral’

Exposição patente no Centro de Estudos Camilianos, até 1 de março de 2018


Anúncios

Read Full Post »

Exposição documental e iconográfica comemorativa do centenário do nascimento de Alexandre Cabral.

 

Read Full Post »

 

PROGRAMA

13 outubro (sexta-feira)

Roteiro Literário Camiliano Famalicão – Porto

(Biblioteca Pública Municipal do Porto, Irmandade da Lapa, Centro Português de Fotografia, Livraria Lello)

13h30 – Saída de Vila Nova de Famalicão

Concentração: Estação de Caminhos de Ferro de Famalicão

(custo dos bilhetes a cargo dos participantes)

18h00 – Regresso a Vila Nova de Famalicão

14 outubro (sábado)

9h30 – Sessão de Abertura

Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão

Aguinaldo Cabral, médico e filho de Alexandre Cabral

Diretor da Casa de Camilo

9h45 – Entrega do Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco – Associação Portuguesa de Escritores / Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão (Edição 2016)

Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão

Presidente da Associação Portuguesa de Escritores

Porta-voz do Júri

Teolinda Gersão, Premiada

Diretor da Casa de Camilo

10h30 – Inauguração da exposição

Alexandre Cabral (1917-1996) – Dedicado camilianista

10h45 – Dejejum

11h00 – 1.º Painel

Alexandre Cabral, crítico camiliano

José Cândido Oliveira Martins (Universidade Católica Portuguesa)

Alexandre Cabral: percursos de intelectual no século XX

António Pedro Pita (Universidade de Lisboa)

Mitografias camilianas

António Manuel Ferreira (Universidade de Aveiro)

12h45 – Debate I

13h00 – Bocadinhos e Guisadinhos

Almoço com Ementa Camiliana (a pagar)

14h30 – 2.º Painel

Camilo e a inocência das aldeias

João Minhoto Marques (Universidade do Algarve / CIAC)

A música na vida e na obra de Camilo Castelo Branco

Pedro Couto Soares (Escola Superior de Música – Instituto Politécnico de Lisboa)

Mulheres camilianas: longe da vista, mas nem sempre esquecidas. Alguns comentários acerca de A Doida do Candal e A Bruxa de Monte Córdova

David Frier (Universidade de Leeds)

16h30 – Debate II

16h45 – Merenda

17h00 – Apresentação de edições camilianas

Carlota Ângela e O Retrato de Ricardina, de Camilo Castelo Branco (vol. 3 das Obras e Camilo Castelo Branco – Editora Glaciar)

Jorge Reis Sá, João Paulo Braga e Sérgio Guimarães de Sousa

Encontros Camilianos 2

João Paulo Braga, José Manuel de Oliveira e Sérgio Guimarães de Sousa

17h30 – Encerramento dos trabalhos

*

Durante os trabalhos do dia 14 de outubro decorrerá uma Feira de Edições Camilianas

Acreditado pelo Conselho Cientifico-Pedagógico da Formação Contínua. Português (Grupos 210, 220, 300 e 310) e História (Grupos 200 e 400). 12 horas de Formação.

 

Read Full Post »

«Camilo foi, sem qualquer margem à dúvida, o primeiro homem de letras que em Portugal se atreveu a fazer da arte da escrita uma profissão – e profissão exclusiva, sem o recurso a uma outra atividade subsidiária de mais segura e estável remuneração.»
Alexandre Cabral

 

Read Full Post »


Depois de um longo período de esterilidade, o ventre de Ana Augusta frutifica finalmente, com o nascimento do filho Manuel Plácido (Pinheiro Alves), que veio ao mundo a 11 de Agosto de 1858, tendo sido reconhecido como filho de sua mãe. Na verdade, porém, o responsável do tardio milagre de conceção foi o romancista, sem qualquer dúvida.
(In Roteiro dramático dum profissional das letras, de Alexandre Cabral)

Read Full Post »

Castelo Branco, Camilo – Poesia . Lisboa : Edição de Ernesto Rodrigues, 2008. 206 p.

Conclui Alexandre Cabral, no verbete “Poeta” do Dicionário de Camilo Castelo Branco (1989, p. 509), ser a «poética camiliana» a sua «área […] menos estudada». Entende por poética a reunião de poemas, cuja temática se diversificaria em «religiosa, lírica e até satírica» (p. 508). E percebe-se que, entre projectos falhados, reputação momentânea, polémicas e pseudónimos, a poesia foi, em Camilo, uma tempestade de Verão, ou funcionou por revoadas, pois, desde 1856, a novelística «obnubila os ambiciosos sonhos do poeta, assinalando a passagem da notoriedade à glória (MAS NÃO NA POESIA)» (p. 509).
Ora, não será possível integrar na poética geral de Camilo essa poética restritiva e mostrar a construção do verso camiliano como ficção acabada, enquanto invade a ficção propriamente dita e concorre para a definição de um modo de estar em literatura, seja do autor, seja de muitas personagens suas? Não será fácil demonstrar as potencialidades entrevistas logo na dupla estreia de 1845, fundamental na definição de lugares e figurações que revemos em acto ficcional? Será mero acaso o facto de abrir e fechar 45 anos de actividade literária pela poesia e, concretamente, pela soltura da tradição literária mais nobre (a épica, cedo passada a narrativa em prosa), invadida pela memória próxima e circunstâncias pessoais? Cremos que, olhando, por interposto verso, à personagem, às situações e às modalidades do sentimento, teremos uma visão global mais completa da produção camiliana.
Isso procuramos mostrar na introdução (p. 7-45), concluindo que, pela contaminação no vaivém de processos que deixam de ser qualidades de uma só espécie, deveríamos falar, não tanto de poesia e novelística, mas de ficção camiliana, de situações e personagens particulares, com tão vivo entranhamento pessoal.
A antologia reúne: 1841? – “Epitáfio”; 1845, 1889 – Os Pundonores Desagravados; O Juízo Final e o Sonho do Inferno; 1848 – A Murraça; 1854, 1858, 1865 – Duas Épocas na / da Vida (retocando Inspirações, 1851): 6 poemas; 1854 – Folhas Caídas, Apanhadas na Lama: 8; 1874 – Ao Anoitecer da Vida: 9; 1890 – Nas Trevas: 13; 1913 – Poesias Dispersas: 5.
Da colheita na ficção e miscelâneas, ainda considerámos “Dom Cupido Desdentado”, no capítulo VII d’ A Filha do Arcediago, e “A fidalguinha”, em Serões de São Miguel de Ceide; limitámo-nos, porém, ao soneto terminal de Coração, Cabeça e Estômago, que encerra lista de 46 poemas.
Ernesto Rodrigues

Read Full Post »