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Posts Tagged ‘Almeida Garrett’

Os clientes da operadora Vodafone já podem adquirir algumas das grandes obras portuguesas em formato electrónico para ler a partir do telemóvel. Os e-books custam 2,49 ou 3,99 euros, dependendo do título.

Entre os livros electrónicos agora disponíveis estão «Viagens na Minha Terra», de Almeida Garrett e «Amor de Perdição», de Camilo Castelo Branco. Mas também «O Crime do Padre Amaro», de Eça de Queirós, e «Mensagem», de Fernando Pessoa incluem a lista dos livros digitais que os utilizadores vão poder ler a partir do telemóvel. Bocage, Alexandre Herculano e Gil Vicente completam a lista dos autores que, para já, integram esta iniciativa, informou a empresa, num comunicado citado pela agência Lusa.

Este novo serviço da operadora resulta de uma parceria com a editora portuguesa Atlântico Press e com a plataforma de livros digitais Mobcast e está direccionada em «exclusivo para o mercado português».

Nesta primeira fase, vão ser colocados à venda 18 livros e, nas próximas semanas, mais 14.

«Os e-books estão disponíveis para download numa gama alargada de telemóveis, a partir da Loja de Apps da Vodafone». A empresa disponibiliza livros digitais desde Fevereiro, contando com cerca de 250 títulos estrangeiros.

Fonte:  Agência Financeira

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O edifício das Galerias Palladium, antigos Grandes Armazéns Nascimento, situado no cruzamento da Rua de Santa Catarina com a Rua de Passos Manuel, mostra um interessante relógio com carrilhão e figuras que se movimentam no exterior do edifício.

De três em três horas, saem do relógio e apresentam-se de frente para Santa Catarina, num patamar do 1º andar, quatro imagens representando figuras emblemáticas do Porto: S. João, o Infante D. Henrique, Almeida Garrett e Camilo Castelo Branco. Após um desfile de dois minutos, ao som do carrilhão, as figuras regressam ao relógio.

O edifício foi projectado pelo arquitecto José Marques da Silva (Porto, 1869-1947) para o industrial António Nascimento. Construído em 1914, fazia parte do vasto plano de reconversão da baixa portuense realizado nessa época. A designação actual advém do facto de ter aí existido um café, o Palladium, entre 1939 e os anos 70.





Fonte: ESCRITA(S)

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