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Posts Tagged ‘Amigo’

Filho de uma família abastada, com um carácter violento e apaixonado.
Assassinou a esposa, Claudina Guimarães, no dia 9 de maio de 1870. Julgado, foi condenado a 15 anos de degredo.
Morreu em Luanda, a 5 de outubro de 1872.

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«Meu Amigo, as mulheres são como as peras verdes: um homem apalpa-as, e, se o dedo acho duro, deixa-as e não as come.»
(In Amor de perdição)

 

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«Amigos verdadeiros são os que nos acodem inopinadamente com valedora mão nas tormentas desfeitas.»
(In Memórias do Cárcere)

 

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«Amigo é uma palavra profanada pelo uso, e barateada a cada homem que se nos apresenta, como a palavra de honra, que por aí anda desvirtuando a honra e a amizade.»
(In Lágrimas abençoadas)

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«-Ó Camilo, queres fazer uma vaca? – Disse, ao transpor a porta do antro, um amigo do romancista.
– Muito obrigado. Não aceito. As minhas vacas saem-me sempre porcas…»

(In Os amores, os ciúmes e a graça de Camilo, de António Cabral)

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«- Ora, meu amigo, vamos a isto. Estou farto de palavreado. Obras, obras é que se quer. Seja homem, e atenda lá ao que lhe vou dizer…»
(In A Infanta Capelista)

 

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«A coação, diante de um amigo verdadeiro e experimentado, é falta de amizade.»
(In Um homem de brios)

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«Conselhos de amigo só importunam os falsos amigos».
(In O livro negro de padre Dinis)

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«Os amigos dos primeiros anos da mocidade considera-os a velhice perdidos, se revolverem anos sem novas deles.»
(In Memórias do Cárcere)

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«Um verdadeiro amigo não é o hóspede que recebemos em nossa casa, que sentamos à nossa mesa e agasalhamos nos nossos lençóis. O verdadeiro amigo é o confidente que recebemos no coração. Estes são raros.
Ao acaso podemos deparar-nos com um: ao passo que nos esforçamos inutilmente, se o procuramos. Um tal amigo, ao menos para mim, há de ter sofrido muito, há de ter perdoado todas as afrontas, há de ter bebido um cálice de fel sem gemer uma queixa.»
(In O Livro negro de Padre Dinis)

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