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Posts Tagged ‘Amor de Perdição’

«Paixões… que as leve o diabo e mais quem com elas engorda.»
(In Amor de perdição)

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Convidado:
 Salvato Trigo, nasceu numa família de ferreiros de Ponte de Lima e hoje é reitor e proprietário da Universidade Fernando Pessoa, com sede no Porto. Formado em Românicas, defende que, para ser completa, uma universidade deve juntar as ciências duras e as humanas. Salvato Trigo, 63 anos, criou “sem um tostão do Estado” como gosta de sublinhar, uma instituição em expansão, que prepara a abertura de um hospital-escola.

Filme a exibir:

 

Amor de Perdição é uma adaptação cinematográfica do romance homónimo de Camilo Castelo Branco feita pelo realizador António Lopes Ribeiro, em 1943. Conta com António Vilar no papel de Simão Botelho, uma jovem Carmen Dolores como Teresa de Albuquerque e António Silva como João da Cruz. É considerada uma das mais fidedignas adaptações da famosa obra camiliana, tendo o diálogo sido respeitado quase na íntegra. É o filme de estreia de Carmen Dolores, que contava apenas com 19 anos na altura das rodagens.

Ficha Técnica:
Título: Amor de Perdição (Original)
Ano produção: 1943
Dirigido por: António Lopes Ribeiro
Duração: 128 minutos

 

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“Quando se está com a mão na massa, tanto faz amassar um alqueire com três. As obras devem ser acabadas, ou então o melhor é não se meter a gente nelas.»
(In Amor de perdição)

 

 

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«- Senhor Simão, vossa senhoria não sabe nada do mundo. Não meta sozinho a cabeça aos trabalhos, que eles, como o outro que diz, quando pegam de ensarilhar um homem, não lhe deixam tomar fôlego. Eu sou um rústico; mas, a bem dizer, estou naquela daquela que dizia que o mal dos seus burrinhos o fizera alveitar. Paixões, que as leve o diabo, e mais quem com elas engorda. Por causa de uma mulher, ainda que ela seja filha do rei, não se há de um homem botar a perder. Mulheres há tantas como a praga, e são como as rãs do charco, que mergulha uma, e aparecem quatro à tona da água.»
(In Amor de perdição)

 

 

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Dia 19 de julho, às 10h30m, apresentação da peça adaptada da obra “Amor de Perdição”, de Camilo Castelo Branco, tendo como suporte a gravação do teatro radiofónico e a manipulação de figuras em recorte de papel, pela equipa do serviço educativo da Casa de Camilo.
Entrada gratuita.

 

 

 

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No dia 18 de maio a turma I, 11ºano da escola Secundária Camilo Castelo Branco, no âmbito da disciplina de Literatura Portuguesa, participou numa atividade inédita, promovida pela Casa de Camilo, Centro de Estudos Camilianos. Assim, os alunos e demais convidados puderam ouvir, ao longo de 45 minutos, a versão radiofónica de 1953, realizada pela RDP, do romance “Amor de Perdição”, acompanhada pelo teatro de figuras de papel, encenado pela companhia de teatro Mandrágora. A iniciativa de compor e levar ao palco esta versão radiofónica da obra “Amor de Perdição” nasceu há mais de um ano, dado que a Casa Museu Camilo Castelo Branco está constantemente a tentar conquistar novos públicos e novos leitores e a mostrar a obra de Camilo de uma forma apelativa. No final, os alunos puderam, ainda, conversar com o professor João Paulo Braga e o diretor da Casa de Camilo, Dr. José Manuel Oliveira, sobre a obra camiliana e o percurso biográfico do escritor de Seide, através de uma visita guiada à casa que o escritor habitou em Famalicão. Esta “conversa” prolongou-se num chá camiliano, no dia 22 de maio, na Biblioteca Vasco de Carvalho, que assim retribuiu e agradeceu o convite da Casa de Camilo para participar na celebração do dia mundial dos Museus.

Fonte: Boletim da Educação, n.º 168

 

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A estreia da peça “Amor de perdição” foi um sucesso, pelas reações e comentários manifestados no final da apresentação.
A Antena 1 Rádio esteve presente e transmitiu um direto e no programa da tarde fez uma reportagem mais alargada sobre esta iniciativa da Casa de Camilo.

Ouça aqui.

 

 

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