Feeds:
Artigos
Comentários

Posts Tagged ‘Ana Plácido’

Ana Plácido manda colocar um obelisco à entrada da Casa de Seide, para homenagear os amigos de sempre António Feliciano de Castilho, Tomás Ribeiro e José Cardoso Vieira de Castro.

Read Full Post »

Ciclo de Conferências

ESTÓRIAS DO MINHO

Narrativas no Feminino de uma geografia identitária

A MULHER NO MINHO OITOCENTISTA

O caso de Ana Augusta Plácido

Programa

20 de novembro de 2021 – 16h00

São Miguel de Seide – Auditório do Centro de Estudos Camilianos

16h00 – Sessão de abertura

Em representação do Consórcio Minho Inovação:
Marta Coutada – Secretária Intermunicipal da CIM do Ave

Bruno Caldas – Primeiro Secretário da CIM do Alto Minho

Rafael Amorim – Primeiro Secretário da CIM do Cávado

José Manuel de Oliveira – Diretor da Casa de Camilo e do Centro de Estudos Camilianos

Pedro Oliveira – Vereador da Cultura da Câmara Municipal de V. N. de Famalicão

16h10 – Momento musical

Romance – Arthur Napoleon

Piano – Rui Mesquita

Mazurka – E. A. Vianna

Piano – Rui Mesquita

Dança – Diana Leal

16h20 – Conferência

As mulheres na família e na sociedade do século XIX
Irene Maria de Montezuma de Carvalho Mendes Vaquinhas – Doutorada em História e Professora Catedrática da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. Investigadora Integrada do Centro de História da Sociedade e da Cultura.

16h50 – Momento teatral

Ana Plácido em São Miguel de Seide
Texto de A.M. Pires Cabral

interpretado pela atriz Ana Paula Borges Pinto

17h00 – Mesa Redonda

Irene Maria de Montezuma de Carvalho Mendes Vaquinhas – Doutorada em História e Professora Catedrática da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. Investigadora Integrada do Centro de História da Sociedade e da Cultura.

Luciene Pavanelo – Professora de Literatura Portuguesa da Universidade Estadual Paulista (UNESP), no Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas do Campus de São José do Rio Preto, São Paulo, Brasil.

João Paulo Braga – Docente e Investigador do Centro de Estudos Filosóficos e Humanísticos da Universidade Católica Portuguesa.

José Manuel de Oliveira (Moderação) – Diretor da Casa de Camilo e do Centro de Estudos Camilianos. Investigador do CITCEM da Faculdade de Letras do Porto.

17h30 – Momento musical

Ó fonte que estais chorando – Francisco Lacerda

Piano – Rui Mesquita

Voz – Maria Gil

Valsa Rosa

Piano – Rui Mesquita

Violino – Mariana Domingues

 
17h45 – Sessão de Encerramento
Pedro Oliveira – Vereador da Cultura da Câmara Municipal de V. N. de Famalicão

Read Full Post »

27 de setembro de 1831


«Nasci boa, e generosa, o mundo com todas as suas torpezas não pode tirar-me estas raízes vindas de Deus. O meu primeiro vagido, na minha entrada na vida foi numa terça-feira; dia aziago, que me prometeu um condão de misérias e desgraças.»
(In Trinta anos em Seide, de Raquel Castelo Branco)

Read Full Post »

Ana Plácido casa com Pinheiro Alves e Camilo conhece a freira Isabel Cândida Vaz Mourão, do Convento de S. Bento da Avé Maria, com manteve uma relação amorosa.

Em 1855, a freira Isabel será a responsável pela educação de Bernardina Amélia, filha dos amores de Camilo e de Patrícia Emília de Barros.

Bernardina Amélia, 1853.

Read Full Post »

27/09/1831 – 27/09/2018

Read Full Post »

9 de março de 1888, realiza-se o casamento de Camilo com Ana Plácido, na casa da Rua de Santa Catarina , na cidade do Porto. Camilo estaria já demasiado doente. Presidiu à cerimónia o padre de Santo Ildefonso, na presença dos amigos Dr. Ricardo Jorge, Cónego Alves Mendes, Freitas Fortuna e do filho Nuno.


 

Read Full Post »

Read Full Post »

Programa

10 outubro (sábado)

“Cousas espantosas”*

09h00 – Receção e entrega de documentação

09h30 – Sessão de Abertura
Paulo Cunha, Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão
José Manuel de Oliveira, Diretor da Casa de Camilo – Museu | Centro de Estudos

 Comunicação inaugural:

Um rio para um escritor: O Douro de Camilo
Gaspar Martins Pereira, Universidade do Porto

10h30 – Pelas gravuras de Camilo

Inauguração de Exposição

11h00 – Deposição de coroa de flores no jazigo de Ana Plácido

Cemitério Paroquial de S. Miguel de Seide

11h15 – Merenda da manhã

11h30 – 1.º Painel – Revisões Camilianas

 Releituras de Camilo: de Mário Cláudio a Hélia Correia
Margarida Braga Neves, Universidade de Lisboa

Camilo e a felicidade: Estudo de novelas camilianas
Serafina Martins, Universidade de Lisboa

12h30 – “Virtuosas Parvoiçadas”* – Debate I

13h00 – “Todo o estômago, bem regulado, produz um génio”*

15h00 – 2.º Painel – Visões Camilianas

Os olhos de Camilo: Duas visões
Frederico Amaral Neves e João Lopes Gomes

Sentimento religioso e anticlericalismo em Camilo e Bernardino Machado
Norberto Ferreira da Cunha, Universidade do Minho

16h15 – “Santas Ousadias”* – Debate II

16h30 – “Encontros Camilianos I” – Apresentação da obra

“Escritores a Norte – Vidas com Obras em Casas d’Escrita: Episódio dedicado a Camilo Castelo Branco” – Antestreia do documentário produzido no âmbito do projeto da Direção Regional de Cultura do Norte, com a presença de Mário Augusto.

17h00 – “Delícias do Repouso”*

Encerramento dos trabalhos

17h10 – “Eu posso bem com isto”* – Lambarices

17h30 – “Abalamos dali para a casa”*

Visita orientada à Casa de Camilo – Museu

 

 

 

Read Full Post »

Entre janeiro e outubro de 1868, publica-se a Gazeta Literária do Porto, de que Camilo é o redator. Ana Plácido, usando o pseudónimo de Gastão Vidal de Negreiros, ajuda-o nesta tarefa. Quase todos os textos de Camilo desse jornal foram editados no volume Mosaico e Silva de Curiosidades Históricas, Literárias e Biográficas.

 

Read Full Post »

Houve tempo em que, todas as noites, em São Miguel de Seide, se jogava o solo. Quatro parceiros eram certos: Ana Plácido, o filho Nuno, o ator Dias e o abade de Jesufrei. Camilo não jogava. Sentava-se junto de Ana Plácido e ia seguindo o jogo e a discussão entre os parceiros. De quando em quando, no decorrer das vazas, sorria e soltava uma ironia. Uma noite, o abade insistia com o romancista para que jogasse, ao menos, uma partida.

– Não, abade, não…

– Pois desculpe V. Ex.ª que lhe diga, uma partidinha não é pecado, e entretém…

– Oiça, abade, – objetou Camilo – jogo, só com batota. E se eu gostasse de jogar com batota, jogava na política!

 

Read Full Post »

Older Posts »