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Posts Tagged ‘Casa de Camilo’

«Os filhos ainda estão comigo. O Nuno vai depois do Natal para Coimbra. Tem lá um filho de minha irmã, estudante de medicina, que promete dirigi-lo. O Jorge não vai. Tenho-lhe mestre em casa, que sabe tanto como o aluno.»
(In Correspondência)

 

 

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Trata-se de uma exposição coletiva em que os artistas foram convidados a realizar uma obra inspirada na novela de Camilo Castelo Branco – Maria Moisés. Cada um utiliza a técnica da sua preferência, através de pintura, escultura e fotografia.

São 20 os artistas convidados aos quais se pede para fazerem acompanhar a obra de uma memória descritiva que permita aos visitantes a relação desta com o livro do escritor.

Artistas convidados: Adias Machado, Adelaide Morgado, Alexandre Carvalho, Angelina Silva, David Lopes, Encarna de Bejar, Fernando Barbosa, Filomena Fonseca, Georgina Ifigénio, Helena Romão, João Araújo, Joaquim Pimenta, Jorge Braga, José M. Filgueiras Moure, José António Passos, Juan Coruxo, Julie Passos, Lianor Gaspar, Paulo Renato Vieira, Rui Rodrigues Sousa.

Local: Sala de exposições do Centro de Estudos Camilianos

Horário: Segunda-feira a sexta-feira das 09h00 às 17h30

Sábado e Domingo das 10h30 às 12h30 e das 14h30 às 17h30

Data: 15 dezembro 2018 a 28 abril 2019

 

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«Cheguei a Vila Pouca a tempo de não se falar de outra cousa senão da morte violenta do juiz de direito da comarca…
Ora a história destes homicidas do juiz de direito é que não tem que ver com o conto. O leitor se quiser averiguar…»
(In Doze casamentos felizes)

A iniciativa tem como objetivos principais fomentar o gosto pela leitura dos textos de Camilo Castelo Branco e proporcionar a partilha de abordagens e de interpretações da prosa do romancista de São Miguel de Seide.

Para cada sessão é sugerida a leitura prévia de um texto de Camilo, o qual é cedido gratuitamente pela Casa de Camilo, desde que solicitado para o endereço eletrónico geral@camilocastelobranco.org.

Formador: Sérgio Guimarães de Sousa
Local: Casa de Camilo – Museu (S. Miguel de Seide, Vila Nova de Famalicão)
Público-alvo: maiores de 16 anos (número máximo de 30 participantes por sessão).

 

 

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“Já se a gente admira quando encontra um exemplo de felicidade conjugal. Raro marido há aí que…”

(In Doze casamentos felizes)

A iniciativa tem como objetivos principais fomentar o gosto pela leitura dos textos de Camilo Castelo Branco e proporcionar a partilha de abordagens e de interpretações da prosa do romancista de São Miguel de Seide.

Para cada sessão é sugerida a leitura prévia de um texto de Camilo, o qual é cedido gratuitamente pela Casa de Camilo, desde que solicitado para o endereço eletrónico geral@camilocastelobranco.org.

Formador: João Paulo Braga

Local: Casa de Camilo – Museu (S. Miguel de Seide, Vila Nova de Famalicão)

Público-alvo: maiores de 16 anos (número máximo de 30 participantes por sessão).

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16h00 – Inauguração do mural “Maria Moisés”
16h30 – Inauguração da exposição coletiva de pintura, escultura e fotografia, “Evocar Maria Moisés”
17h30 – Teatro de marionetas “Maria Moisés”, pelo Serviço Educativo
da Casa de Camilo.

 

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“Um dos meus companheiros de jornada para Vila do Conde era sacerdote idoso, de mui agradável semblante e maviosa tristeza no olhar contemplativo.”
(In Voltareis, ó Cristo, No Bom Jesus do Monte)

A iniciativa tem como objetivos principais fomentar o gosto pela leitura dos textos de Camilo Castelo Branco e proporcionar a partilha de abordagens e de interpretações da prosa do romancista de São Miguel de Seide.

Para cada sessão é sugerida a leitura prévia de um texto de Camilo, o qual é cedido gratuitamente pela Casa de Camilo, desde que solicitado para o endereço eletrónico geral@camilocastelobranco.org.

Formador: João Paulo Braga
Local: Casa de Camilo – Museu (S. Miguel de Seide, Vila Nova de Famalicão)
Público-alvo: maiores de 16 anos (número máximo de 30 participantes por sessão).

 

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«Foi há treze anos, em uma tarde calmosa de agosto, neste mesmo escritório, e naquele canapé, que o cego de Landim esteve sentado. São inolvidáveis as feições do homem. Tinha cinquenta e cinco anos, rijos como raros homem de vida contrariada se gabam aos quarenta.»
(In O cego de Landim)

 

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