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Posts Tagged ‘casamento’

9 de março de 1888, realiza-se o casamento de Camilo com Ana Plácido, na casa da Rua de Santa Catarina , na cidade do Porto. Camilo estaria já demasiado doente. Presidiu à cerimónia o padre de Santo Ildefonso, na presença dos amigos Dr. Ricardo Jorge, Cónego Alves Mendes, Freitas Fortuna e do filho Nuno.


 

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«Um casamento entre duas pessoas habituadas a não proverem com o trabalho às suas precisões é uma desgraça.»
(In A Neta Arcediago»

 

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«Um casamento entre duas pessoas habituadas a não proverem com o trabalho às suas precisões é uma desgraça.»
(In A neta do Arcediago)

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«Quando acontece persuadir-se a mulher que o casamento estabelece igualdade de direitos, é inevitável a desordem na vida.»
(In As três irmãs)

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Namoro!

«Isso é burguês, meu caro primo. Se estudaste a genealogia de nossos antepassados, verias que nossos avós não requestavam nossas avós como de ordinário faziam os nossos criados às nossas criadas. Os casamentos eram falados e convencionados entre os pais dos noivos sem o plebeu preparatório do namoro. Tu mesmo, primo Penha, casaste com a precedência do galanteio? Consultaste o coração da noiva? Não; e, contudo, és feliz, e tua mulher é feliz.»
(In Boémia do espírito)

 

 

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Bernardina Amélia casa com o comerciante António Francisco de Carvalho, a 28 de dezembro de 1865, contra a vontade do pai, Camilo Castelo Branco.

 

Bernardina Amélia no Mosteiro de São Bento de Avé Maria, no Porto

 

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Igreja do Salvador, Ribeira de Pena, onde casaram Camilo e Joaquina.

Registo de casamento de Camilo e Joaquina

Camilo Ferreira Botelho castelo Branco, filho de Manuel Joaquim Botelho Castelo Branco, e Jacinta Rosa Almeida Espírito Santo, da cidade de Lisboa e do presente assistente nesta freguesia do Salvador, e Joaquina Pereira, filha de Sebastião Martins dos Santos, e Maria Pereira de França, do lugar de Friúme, desta freguesia do Salvador da Ribeira de Pena contraíram o Sacramento do matrimónio por seus mútuos e expressos consentimentos in facie Ecclesiae conforme o Concílio Tridentino e Constituição do Arcebispado com comutação de proclames para depois de recebidos na minha presença e das testemunhas abaixo assinadas,

A 18 de Agosto de 1841.

Este casamento foi uma infâmia!

(Palavras de Camilo a Alberto Pimentel quando este, em 1888, lhe referiu o seu matrimónio com Joaquina)

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