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Posts Tagged ‘casamento’

«Um casamento entre duas pessoas habituadas a não proverem com o trabalho às suas precisões é uma desgraça.»
(In A neta do Arcediago)

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«Quando acontece persuadir-se a mulher que o casamento estabelece igualdade de direitos, é inevitável a desordem na vida.»
(In As três irmãs)

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Namoro!

«Isso é burguês, meu caro primo. Se estudaste a genealogia de nossos antepassados, verias que nossos avós não requestavam nossas avós como de ordinário faziam os nossos criados às nossas criadas. Os casamentos eram falados e convencionados entre os pais dos noivos sem o plebeu preparatório do namoro. Tu mesmo, primo Penha, casaste com a precedência do galanteio? Consultaste o coração da noiva? Não; e, contudo, és feliz, e tua mulher é feliz.»
(In Boémia do espírito)

 

 

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Bernardina Amélia casa com o comerciante António Francisco de Carvalho, a 28 de dezembro de 1865, contra a vontade do pai, Camilo Castelo Branco.

 

Bernardina Amélia no Mosteiro de São Bento de Avé Maria, no Porto

 

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Igreja do Salvador, Ribeira de Pena, onde casaram Camilo e Joaquina.

Registo de casamento de Camilo e Joaquina

Camilo Ferreira Botelho castelo Branco, filho de Manuel Joaquim Botelho Castelo Branco, e Jacinta Rosa Almeida Espírito Santo, da cidade de Lisboa e do presente assistente nesta freguesia do Salvador, e Joaquina Pereira, filha de Sebastião Martins dos Santos, e Maria Pereira de França, do lugar de Friúme, desta freguesia do Salvador da Ribeira de Pena contraíram o Sacramento do matrimónio por seus mútuos e expressos consentimentos in facie Ecclesiae conforme o Concílio Tridentino e Constituição do Arcebispado com comutação de proclames para depois de recebidos na minha presença e das testemunhas abaixo assinadas,

A 18 de Agosto de 1841.

Este casamento foi uma infâmia!

(Palavras de Camilo a Alberto Pimentel quando este, em 1888, lhe referiu o seu matrimónio com Joaquina)

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A exposição Versões de Um Amor de Perdição, organizada pela Casa de Camilo.Museu-Centro de Estudos, composta por um conjunto de fotografias de três das muitas adaptações cinematográficas da mais famosa obra de Camilo: Georges Pallu, António Lopes Ribeiro e Manoel d`Oliveira.
Está patente, até ao próximo dia 25 de Setembro, na casa onde Camilo Castelo Branco viveu com a sua primeira esposa, Joaquina Pereira de França, em Friúme. Assinalando, assim, os 170 anos do seu primeiro casamento.
Transformada em Museu, a casa recria os aposentos onde terá vivido o romancista. Possui uma exposição permanente onde se aborda a ligação de Camilo com Ribeira de Pena e um espaço de exposições temporárias.

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