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Posts Tagged ‘Cousas leves e pesadas’



«…celebram a conceição da Virgem, padroeira de Portugal.»
(In Cousas leves e pesadas)

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«… Eu, por mim, nunca serei popular. Todas as minhas obras são feitas para homens escolhidos, e não para o povo. Triste sorte a dos que escrevem para as massas, em vez de escreverem para certas pessoas que têm simpatias e tendências iguais às nossas. Popular! Ninguém se magoe de não o ser. Mozart e Rafael nunca o foram. Não me comparo a esses nomes sublimes; mas tudo o que é grande e ilustrado pertence exclusivamente à minoria. A minoria representa a razão pura; a maioria é o símbolo do turbilhão, da paixão, da irracionalidade…»
(In Cousas leves e pesadas)

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«… tudo o que é grande e ilustrado pertence à minoria. A minoria representa a razão pura; a maioria é o símbolo do turbilhão, da paixão, da irracionalidade…»
(In Cousas leves e pesadas)

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Saboroso manjar
À mesa do jantar foi servido um prato, cujo guisado vaporava aromas deliciosos. Triclina comeu, saboreou e não tinha mais que louvar do bem feito e apetitoso.
– Gostas? – Perguntou o monstro.
– Gosto… Cousa assim tão saborosa não na comi ainda. Que é isto? Não é lebre nem javali, nem altenaria das nossas terras. Que é, Raimundo?
– É o coração de Guilherme de Cabestan.
(In Cousas leves e pesadas)

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“Popular! Ninguém se magoe de o não ser. Mozart e Rafael nunca o foram. Não me comparo a esses nomes sublimes; mas tudo o que é grande e ilustrado pertence exclusivamente à minoria. A minoria representa a razão pura; a maioria é o símbolo do turbilhão, da paixão, da irracionalidade…”
(In Cousas leves e pesadas)

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