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Posts Tagged ‘Dia Internacional dos Museus’


Assistimos aqui a uma luta entre o círculo da sociedade e o círculo do amor, ambos com direitos sobre as personagens.

Já sabemos que Camilo não assiste como árbitro ao conflito entre o coração e a sociedade.

Camilo toma partido. Não se limita a julgar Hermenegildo Fialho Barrosas e a pôr convencionalmente Ângela “debaixo de uma amendoeira florida”. Começa logo pelas proeminências morais características dos três velhos amigos do brasileiro. Pantaleão Mendes, Atanásio da Silva e Joaquim Bernardo. “Abriram-se os buchos e fecharam-se as consciências” destes membros do tribunal de honra onde Ângela foi condenada à infâmia e à pobreza. O mundo do dinheiro, a opinião pública portuense, a sociedade são sujeitos ao sarcasmo e à troça ou ao severo juízo do novelista.

A nossa ousadia em empreendermos um trabalho de tanta responsabilidade deve ser relevada pelo desejo que tivemos de tornar conhecida, no teatro, uma das melhores produções do fecundo e glorioso romancista.

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Ficções do Mal em Camilo Castelo Branco reúne um conjunto diversificado de investigadores em torno da novelística camiliana com o objetivo de aclarar na obra do grande escritor as múltiplas formas de que se reveste o tema do Mal. De que modo constrói Camilo o imaginário maléfico de algumas das suas mais conhecidas novelas? Que tipos de personagens satânicas encontramos na sua ficção? Em que medida a prática do Mal funciona como força maior dos enredos camilianos? A estas e a outras não menos pertinentes questões se procura responder nesta obra que constitui mais um volume dedicado ao estudo aprofundado da obra do novelista de Seide.

 

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No dia 18 de maio a turma I, 11ºano da escola Secundária Camilo Castelo Branco, no âmbito da disciplina de Literatura Portuguesa, participou numa atividade inédita, promovida pela Casa de Camilo, Centro de Estudos Camilianos. Assim, os alunos e demais convidados puderam ouvir, ao longo de 45 minutos, a versão radiofónica de 1953, realizada pela RDP, do romance “Amor de Perdição”, acompanhada pelo teatro de figuras de papel, encenado pela companhia de teatro Mandrágora. A iniciativa de compor e levar ao palco esta versão radiofónica da obra “Amor de Perdição” nasceu há mais de um ano, dado que a Casa Museu Camilo Castelo Branco está constantemente a tentar conquistar novos públicos e novos leitores e a mostrar a obra de Camilo de uma forma apelativa. No final, os alunos puderam, ainda, conversar com o professor João Paulo Braga e o diretor da Casa de Camilo, Dr. José Manuel Oliveira, sobre a obra camiliana e o percurso biográfico do escritor de Seide, através de uma visita guiada à casa que o escritor habitou em Famalicão. Esta “conversa” prolongou-se num chá camiliano, no dia 22 de maio, na Biblioteca Vasco de Carvalho, que assim retribuiu e agradeceu o convite da Casa de Camilo para participar na celebração do dia mundial dos Museus.

Fonte: Boletim da Educação, n.º 168

 

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Inscrição obrigatória – 252 309 750 ou geral@camilocastelobranco.org

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Dia dos Museus na Casa de Camilo com a peça de teatro “Maria Moisés”, pelo Grupo de Teatro Amador Camiliano, dia 18 de maio, às 21h30.

Noite dos Museus, dia 19 de maio, às 18h00, a Casa de Camilo realiza uma caminhada “Trilho da Cangosta do Estevão” e visitas orientadas à Casa Museu até às 24 horas.

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A Casa de Camilo realiza, pela primeira vez, no dia 18 de maio, às 21h30m, um trilho camiliano inspirado nas obras “A brasileira de Prazins” e “O Senhor do Paço de Ninães”. Um percurso pedestre entre Seide, Requião e Ninães, com algumas leituras camilianas pelo caminho. 
A iniciativa promovida pela Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, através da Casa de Camilo, com a colaboração da Junta de Freguesia de S. Miguel de Seide; Grutaca – Grupo de Teatro Amador Camiliano; Grucamo – Grupo de Caminheiros de Montanha, Agrupamento de Escuteiros e Café Camiliano.

«Estamos no Minho, o leitor e eu.
Chegamos à «Portela», uma légua andada de Vila Nova de Famalicão, na estrade de Guimarães. Deixada a estrada, entremos numas brenhas de árvores, por atalho tortuoso com o seu dossel de carvalheiras e festões de vides enroscadas nelas. Andou o leitor um quilómetro em vinte minutos, se não parou algumas vezes a respirar o acre saudável das bouças…»
(In O senhor do Paço de Ninães)

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