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Posts Tagged ‘Doze Casamentos Felizes’

«Cheguei a Vila Pouca a tempo de não se falar de outra cousa senão da morte violenta do juiz de direito da comarca…
Ora a história destes homicidas do juiz de direito é que não tem que ver com o conto. O leitor se quiser averiguar…»
(In Doze casamentos felizes)

A iniciativa tem como objetivos principais fomentar o gosto pela leitura dos textos de Camilo Castelo Branco e proporcionar a partilha de abordagens e de interpretações da prosa do romancista de São Miguel de Seide.

Para cada sessão é sugerida a leitura prévia de um texto de Camilo, o qual é cedido gratuitamente pela Casa de Camilo, desde que solicitado para o endereço eletrónico geral@camilocastelobranco.org.

Formador: Sérgio Guimarães de Sousa
Local: Casa de Camilo – Museu (S. Miguel de Seide, Vila Nova de Famalicão)
Público-alvo: maiores de 16 anos (número máximo de 30 participantes por sessão).

 

 

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“Já se a gente admira quando encontra um exemplo de felicidade conjugal. Raro marido há aí que…”

(In Doze casamentos felizes)

A iniciativa tem como objetivos principais fomentar o gosto pela leitura dos textos de Camilo Castelo Branco e proporcionar a partilha de abordagens e de interpretações da prosa do romancista de São Miguel de Seide.

Para cada sessão é sugerida a leitura prévia de um texto de Camilo, o qual é cedido gratuitamente pela Casa de Camilo, desde que solicitado para o endereço eletrónico geral@camilocastelobranco.org.

Formador: João Paulo Braga

Local: Casa de Camilo – Museu (S. Miguel de Seide, Vila Nova de Famalicão)

Público-alvo: maiores de 16 anos (número máximo de 30 participantes por sessão).

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«Não há rugas no coração, seja qual for a idade.»
(In Doze casamentos felizes)

 

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«Anta é um paraíso terreal onde os lobos passam pelos habitantes, e os habitantes passam pelos lobos como nós pelos cãezinhos de regaço.

Lá estive eu no dia 20 de agosto de 1860, comendo de meias com o meu cavalo um vintém de pão negro, que um lavrador me vendeu compadecido, por me ver a fome estampada no rosto e o cavalo arqueado e melancólico como um chorão de cemitério.»

(In Doze casamentos felizes)

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«Amor com duradoura poesia, se resta algum, está nos brutos que imodestamente dizemos irracionais.»
(In Doze casamentos felizes)

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«De lagoa infecta sai às vezes uma borboleta de asas pintadas de ouro e esmeraldas.»
(In Doze casamentos felizes)

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«… a natureza é mestra de muitas sensações maviosas, que muitos naturalistas imputam ao demónio, e eu também.»
(In Doze casamentos felizes)

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