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Posts Tagged ‘escritor’

 

Convidado: Richard Zimler
Os romances de Richard Zimler estão traduzidos em 23 línguas e têm constado nas listagens de best-sellers em doze países diferentes, incluindo, os Estados Unidos da América, o Reino Unido, Austrália, Brasil, Itália e Portugal. Quatro dos seus romances exploram as vidas de diferentes ramos e gerações de uma família Luso-Judaica: O Último Cabalista de Lisboa; Meia-Noite ou o Princípio do Mundo; Goa ou o Guardião da Aurora e A Sétima Porta. O Evangelho Segundo Lázaro é o seu mais recente romance. Zimler vive em Portugal desde 1990 e tem nacionalidade Portuguesa e Americana.

Filme a exibir: Central do Brasil

 

Realizador: Walter Salles
Género: Drama
Classificação: M/12
Origem: Brasil
Ano: 1998
Dur.: 113 min.
Sinopse: Dora (Fernanda Montenegro) trabalha escrevendo cartas para analfabetos na estação Central do Brasil, no centro da cidade do Rio de Janeiro. Ainda que a escrivã não envie todas as cartas que escreve – as cartas que considera inúteis ou fantasiosas demais -, ela decide ajudar um menino (Vinícius de Oliveira), após sua mãe ser atropelada, a tentar encontrar o pai que nunca conheceu, no interior do Nordeste.

 

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«Ao contrário de outros escritores, sabe-se porém quando e onde nasceu – a 16 de março de 1825, em Lisboa, na Rua da Rosa, ao Bairro Alto, em casa que existe ainda, assinalada com uma lápide. Não falta quem se espante com o facto de Camilo ser lisboeta, ele que parece um homem do Norte, cenário da sua vida – Vilarinho da Samardã, Friúme, Vila Real, Porto, Viana do Castelo, Famalicão, S. Miguel de Seide – e cenário preferencial da sua ficção. Toda uma geografia literária se pode traçar tendo Camilo por guia.»

(In O Essencial sobre Camilo, de João Bigotte Chorão)

 

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Convidado:
Gonçalo M. Tavares
, escritor português, nasceu em 1970.
Os seus livros deram origem, em diferentes países, a peças de teatro, peças radiofónicas, curtas-metragens e objectos de artes plásticas, vídeos de arte, ópera, performances, projectos de arquitectura, teses académicas, etc.

Em Portugal recebeu vários prémios entre os quais o Prémio José Saramago 2005 e o Prémio LER/Millennium BCP 2004, com o romance – “Jerusalém” (Caminho); o Grande Prémio de Conto da Associação Portuguesa de Escritores “Camilo Castelo Branco” com “água, cão, cavalo, cabeça” 2007 (Caminho). Prémio Branquinho da Fonseca/Fundação Calouste Gulbenkain com “O Senhor Valéry”, Prémio Revelação APE com “Investigações. Novalis” com “Uma Viagem à Índia”

Filme a exibir:

 


O Meu Tio
(Mon Oncle, 1958)
Título original: Mon Oncle
De: Jacques Tati
Com: Adrienne Servantie, Jacques Tati, Jean-Pierre Zola
Género: Comédia
Classificação: M/12
Outros dados: FRA/ITA, 1958, Cores, 110 min.
Sinopse: O senhor e a senhora Arpel têm uma casa moderna num quarteirão asséptico. Na casa deles é tudo novo: o jardim é novo, a casa é nova, os livros são novos. Neste universo tão confortável, tão clean, tão hich-tech, tão bem programado, o filho Gérard    aborrece-se de morte. É então que irrompe o irmão da senhora, o tio, o Sr. Hulot. Personagem inadaptada, habituada ao seu mundo caloroso, vai, para delírio do sobrinho, virar tudo de pernas para o ar.

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«Em pleno reinado de Castilho surgem dois escritores justamente ilustres, ligados pela semelhança das aptidões, pela comunidade da glória e pelos laços de amizade. Dos dois, Camilo é o mais vigoroso e o menos equilibrado…Nas suas mãos o romance aberra da sua função específica e transforma-se na elegia e na sátira. E é na elegia e na sátira que ele triunfa. Ninguém tem mais do que ele o dom do choro e da hilaridade contagiosa, a capacidade das evocações burlescas ou trágicas, o talento de carpir e insultar.»

Moniz Barreto

 

 

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A monotonia

«A monotonia é fastidiosa até na virtude. Um capítulo de romance cheio de encarecimentos à candidez, à puridade, ao amor angélico de uma virgem, agrada. Dois capítulos, batidos na mesma safra, toleram-se. Três, impacientam. Quatro, atediam, e desacreditam o escritor.»

(In A vingança)

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«Quantos escritores de primeira ordem escrevem em Portugal como V. Excia.?
Quem lhe pode dar exemplos de elegância de estilo, de profundeza e variedade de ideias indicativas de leitura vasta e metódica?
Cada novo livro de V. Excia. é um aperfeiçoamento que vai justificando os vaticínios dos que leram as suas estreias brilhantes.»
(Camilo Castelo Branco)

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«…Raro escritor numa língua terá atingido, nos lavores do estilo a contextura sóbria, mágica e resistente que ele tem conseguido, sabendo amoldar a palavra a todas as exigências do assunto, forçando-o naturalmente a todos os brinquedos da imaginação, podendo à vontade ser quinhentista, por convicção ou realista por troça, para se divertir com a indignação literária dos outros e ter o ensejo de se medir depois com eles em combate singular.
Porque a sua natureza é assim: gosta da batalha, do ruído, do imprevisto, atrai-o o desconhecido.»

Guilherme Azevedo

 

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