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Posts Tagged ‘Espírito’

«Viveu na sua escrita como vive um monge na sua clausura, sequestrado do século pelo condão fastiento e desdenhoso da sua índole, não lhe permitindo gozar da vida senão o sabor mordente e corrosivo da paixão amorosa, – de todas as paixões humanas a que mais frequentemente leva a apetecer a morte. De sorte que ele poderia adoptar para si o epitáfio de Beyle, compendiando a sua autobiografia na mesma breve epígrafe, resignada a altiva, resumo de todo o destino que teve na terra o seu dolorido coração e o seu grande espírito:

Escrevi, amei, vivi

Ramalho Ortigão

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«… o sofrimento imerecido dá ao espírito uma docilidade, um não sei quê de suave penitência, que o faz conformar-se com tudo que aflige as pessoas felizes.»
(In Abençoadas lágrimas)

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«A oração é um respiradouro do espírito…»

(In Lágrimas abençoadas)

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«O futuro é um descuido do maior número e uma aflição de poucos espíritos que vieram sãos a um mundo cheio de aleijados.»
(In Cavar em ruínas)

 

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«A oração é um respiradouro de espírito quando a mão da desventura o comprime até lhe abafar a derradeira esperança na terra.»

(In Lágrimas abençoadas)

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«Não sabemos rir com “espírito”; apenas gargalhamos com os queixos.»
(In A mulher fatal)

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«Admire-lhe primeiro o coração e depois o espírito.»
Soares dos Santos

 

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«Admire-lhe primeiro o coração e depois o espírito»
Soares dos Santos

 

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«Saí de Soutelo no fim do verão.

Silvestre acompanhou-me aos banhos da Póvoa, e já vinha com todos os sintomas de caquexia, resultante da imobilidade, e cansaço das molas digestivas. Retirou-se para a província, logo que os primeiros banhos, e as primeiras perdas ao jogo lhe molestaram o corpo e o espírito.»
(In Coração, cabeça e estômago)

 

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«Duas maravilhas então ocorreram: nunca mais Leonor se lastimou da sua desgraça.
E se acontecia Maria ou Álvaro olharem-na com piedade, sorri ela, e dizia:
– O espírito é feliz; e as dores abrandaram muito, desde que metade do corpo morreu. Vejo-me meia morte, e não me aterro.
A outra maravilha foi o remoçar-se-lhe o rosto, até à formosura que ela naturalmente conservaria, com vida quieta e bonançosa, nos seus vinte e nove anos…»
(In O Romance dum homem rico)

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