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Posts Tagged ‘Leituras Encenadas’

 

No âmbito das comemorações do Dia Internacional dos Museus (18 de maio), sob a temática ” Museus Hiperconectados: novas abordagens, novos públicos” e da Noite Europeia dos Museus (19 de maio), a Casa de Camilo apresenta:

Dia 18 – 21h30 – Leitura Encenda da obra “Maria Moisés”, de Camilo Castelo Branco.

ENTRADA LIVRE

Dia 19
10h00 – 24h00 – Abertura da Casa de Camilo – Museu com entradas gratuitas, em horário diurno e noturno.

Contacto: Telefone | 252 309 750

E-mail: geral@camilocastelobranco.org

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Peça adaptada da obra “Amor de Perdição”, de Camilo Castelo Branco, tendo como suporte a gravação do teatro radiofónico produzido pela Emissora Nacional, em 1953, e a manipulação de figuras em recorte de papel.

Uma colaboração da Rádio e Televisão de Portugal, encenada pela Companhia de Teatro Mandrágora e apresentada ao público pela equipa do Serviço Educativo da Casa de Camilo.

 

 

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O Serviço Educativo da Casa de Camilo apresenta “Maria Moisés”, de Camilo Castelo Branco

 

 

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Uma história de amor contrariado entre Josefa de Santo Aleixo e António de Queirós e Meneses e a filha desse amor, Maria Moisés.

 

 

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Entrada gratuita

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Com a duração de 45 minutos, dá-se a conhecer a história de Maria Moisés, filha órfã de mãe, caída ao rio ainda bebé e fruto de um amor proibido para os costumes da época, entre duas pessoas de classes sociais muito diferentes. Apesar dessas circunstâncias trágicas, a menina tornar-se-á uma formosa mulher e reencontrará o seu pai passados 38 anos.
(Com marcação prévia)

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No próximo dia 18 de Maio (4.ª Feira), e no âmbito do Dia Internacional dos Museus, a Casa de Camilo apresenta a peça de teatro de marionetas “Maria Moisés”, atividade inserida na iniciativa Leituras Encenadas, procurando, assim, sensibilizar os mais novos para o texto literário de Camilo Castelo Branco.

Com a duração de 45 minutos, dá-se a conhecer a história de Maria Moisés, filha órfã de mãe, caída ao rio ainda bebé e fruto de um amor proibido para os costumes da época, entre duas pessoas de classes sociais muito diferentes. Apesar dessas circunstâncias trágicas, a menina tornar-se-á uma formosa mulher e reencontrará o seu pai passados 38 anos.

A novela Maria Moisés, publicada originalmente em 1876, é uma das mais representativas da produção do romancista e marca o começo da influência do Realismo na obra camiliana, e na qual Camilo afirma todo o seu génio. É considerada por muitos, uma obra híbrida, que sabe aproveitar-se de características românticas e realistas para, mantendo-se fiel as tendências da obra de Camilo, conjuga-las em função do novo gosto literário da época. Este conto está centrado em dois temas: o do amor proibido (primeiro tempo) e o do reconhecimento (segundo tempo). Estes dois temas ligam-se directamente a duas constantes na obra de Camilo: o romance passional e o folhetim.

A concepção e adaptação do espectáculo estiveram a cargo da Companhia de Teatro e Marionetas de Mandrágora, que realizaram um trabalho com marcado cariz camiliano através da utilização de termos camilianos nem sempre ao alcance de públicos mais jovens. Contudo, tal facto foi inteligentemente suprido por uma encenação que, desta forma, torna a peça acessível a todos os tipos de públicos.

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