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«A gente critiqueira que eu mais temo é a que dispensa ler um livro, logo que teve a felicidade de lhe ver o nome na vidraça do livreiro.»
(In Esboços de Apreciações Literárias)

 

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O Serviço Educativo da Casa de Camilo – Museu | Centro de Estudos iniciou, em janeiro de 2017, mais um Ateliê de Escrita Criativa, este ano inspirado na obra de Camilo Castelo Branco, ” A Bruxa de Monte Córdova”, publicada em 1867, comemorando-se assim os 150 anos da sua primeira edição.

O ateliê é dirigido aos alunos do 4.º ano do 1.º CEB e consiste na realização de sessões orientadas pelo formador, Dr. Pedro Chagas Freitas, que se deslocou às escolas que participaram nesta atividade e com a professora e os alunos coordenou a produção de uma história escrita coletivamente em cada turma, tendo como base a obra selecionada para o ano de 2017.

No dia 6 de junho, pelas 10h00, no Centro de Estudos Camilianos realizar-se-á a cerimónia de encerramento da atividade, com a apresentação pública do livro “As bruxas de Monte Córdova” que inclui os melhores contos criados por cada turma, por eles escolhidos e ilustrados com desenhos dos próprios alunos.

Participaram nesta atividade os alunos das escolas:

– Escola EB1 de Lousado / 4.º Ano Turma L4 – Prof.ª Adelaide Lopes

– Escola EB1 de São Miguel-o-Anjo / 4.º Ano Turma Mig4 – Prof.ª Manuela Granja

– Escola EB1 de Telhado / 4.º Ano Turma D – Prof.ª Ana Maria Forte

– Escola EB1 de Vale do Este / 4.º Ano Turma 4.ºD – Prof.ª Helena Lopes

No decorrer cerimónia os convidados poderão assistir a uma representação teatral de um dos textos finais do ateliê, encenado pelo Prof. Jorge Pimentel e representado pelos alunos do 4.º Ano da Escola Conde de S. Cosme.

 

 

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Convidado:
António Antunes publicou os seus primeiros cartoons no diário lisboeta “República”, em Março de 1974. No final do mesmo ano, ingressou no semanário “Expresso” onde continua a publicar as suas obras. Dos prémios recebidos destacam-se: Grande Prémio do XX International Salon of Cartoons (Montreal, Canadá, 1983), 1º Prémio de Cartoon Editorial do XXIII International Salon of Cartoons (Montreal, Canadá, 1986), Grande Prémio de Honra do XV Festival du Dessin Humoristique (Anglet, França, 1993), Award of Excellence – Best Newspaper Design, SND – Estocolmo, Suécia (1995) Premio Internazionale Satira Politica (ex-æquo, Forte dei Marmi, Itália, 2002), Grande Prémio Stuart Carvalhais (Lisboa, Portugal, 2005) e o Prix Presse Internationale (Saint-Just-le-Martel, França, 2010). Realizou exposições individuais em Portugal, França, Espanha, Brasil, Alemanha, China e Luxemburgo. Foi júri de salões de desenho humorístico em Portugal, Brasil e Grécia, Sérvia, Turquia e Itália. António dedica-se também ao design gráfico, à escultura, à medalhística e é o autor da animação plástica da Estação de Metro – Aeroporto, (2012) em Lisboa, constituída por caricaturas de personalidades de relevo da cidade, realizadas em pedra encastrada.

Presidiu ao júri da nona edição do World Press Cartoon, salão de que é director desde a sua fundação em 2005.

 

Filme a exibir:

 

A Festa de Babette
Realizador: Gabriel Axel
Género: Drama
Classificação: M/18
Origem: Dinamarca
Ano: 1987
Dur.: 130 min.

Sinopse: Na desolada costa da Dinamarca vivem Martina e Philippa, as belas filhas de um devoto clérigo que prega a salvação através da auto-abstinência. As duas raparigas sacrificam a paixão da juventude pela fé e dever, e mesmo muitos anos após a morte do pai, elas continuam a manter vivos os seus austeros ensinamentos entre a gente daquela aldeia. Mas com a chegada de Babette, uma misteriosa refugiada da Guerra Civil na França, a vida das irmãs e do pequeno povoado começa a mudar. Rapidamente, Babette convence-as a experimentar algo extraordinário – uma refeição à francesa, um verdadeiro “gourmet”! A sua festa escandaliza os mais idosos habitantes locais. Mas, afinal quem é esta desconhecida e talentosa Babette, que aterroriza esta gente piedosa com a perspetiva de perder a alma por gostarem tanto de um prazer terreno?

 

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Assinatura de Camilo Castelo Branco na página do livro de registos dos leitores da biblioteca pública do Porto, relativo ao dia 8 de novembro de 1871.

 

 

 

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“É preciso ter chorado para imortalizar o riso no livro, na estrofe, na sentença, na palavra”
(In A mulher fatal)

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«Certo poeta, literalmente pouco feliz, lançou um livro de versos que estava longe de ser uma obra-prima.
Camilo leu o volume e, como alguém lhe perguntasse a sua opinião acerca do autor, respondeu:
– Quando acabei de ler o livro, pensei como as coisas têm mudado! segundo rezam as fábulas, houve tempo em que os animais falavam; agora, escrevem!»

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