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Posts Tagged ‘mãe’

«A mãe é a flor, os filhos são o fruto.»
(In A queda dum anjo)

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Oh meu anjo d`amor, que me deixaste
No meu berço a chorar!
Vigia-me do céu, já que na terra,
Não pude os teus conselhos escutar.

(In Duas épocas na vida)

 

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O mal…

«O mal não está no meu encantamento; está, e terrivelmente, no encantamento de teu filho. Vocês, as mães, sabem tremer, mas não sabem prever. Não dais tino da nuvem que se carrega e escurenta; mas gritais muito quando o raio se desentranha da nuvem.
– Como tu me atormentas – murmurou ela chorando.
– Não te atormento: previno-te.»
(In A enjeitada)

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À porta do sepulcro, ainda volto a face
Para ver-te chorar, ó mãe do filho amado,
Que vê, como num sonho, a cena do trespasse…
– Sorve-lhe o eterno abismo o pai idolatrado.

Talvez que ele, a sonhar, te diga: “Mãe não chore
Que o pai há-de voltar…” Quem sabe se virei?
Quando a Acácia do Jorge ainda outra vez enflore,
Chamai-me, que eu de abril nas auras voltarei

(In Poesias Dispersas)

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A morte da mãe

Ao seis de fevereiro de 1827 faleceu com todos os sacramentos D. Jacinta Rosa casada com Manuel Joaquim Botelho assistente na Rua da Oliveira e foi sepultada no cemitério desta paroquial Igreja no mesmo dia que fiz assento.

Autorizado Dr. António Fernando Leite de Sousa
Prior Encomendado


A casa do Largo do Carmo, onde morreu a mãe de Camilo, num desenho da época.

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