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Posts Tagged ‘Memórias do Cárcere’

«Amigos verdadeiros são os que nos acodem inopinadamente com valedora mão nas tormentas desfeitas.»
(In Memórias do Cárcere)

 

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«Nenhum preso tinha as lágrimas tão à flor dos olhos, quando falava de sua mulher.
Abria-se em torrentes de pranto, quando via o sol na Cordoaria, e lhe saía em ânsias do coração a palavra LIBERDADE.»
(In Memórias do cárcere)

 

 

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«Estive dois dias com a minha irmã. Ao terceiro, a inquietação insofrida, o espinho fatal, que me rasga as cicatrizes do coração apenas fecham, cerrou-me os ouvidos às razões amoráveis e jubilosas de minha família e de sinceros amigos. Quase fugido, voltei para o Porto, e vi as amoreiras e as acácias da Praça de D. Pedro mais floridas e aromáticas que nunca.
(In Memórias do cárcere)

 

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«Raro é o homem que não careça de pôr mordaça ao coração para que a prudência fale.»
(In Memórias do cárcere)

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“Hoje o crime; amanhã o remorso; depois, a conformidade com o remorso, aconselhada pelo exemplo de iguais criminosos, depois a indiferença; e às vezes, por último, um galardão interior, que devera chamar-se o desprezo em que o homem a si mesmo se tem.”
(In Memórias do Cárcere)

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«Onde está o coração, dispensam-se os olhos.»
(In Memórias do Cárcere)

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«Nesta Samardã passei eu os descuidos e as alegrias da infância, na companhia da minha irmã, que ali casou, e aquele padre António de Azevedo, alma de Deus, missionário fervoroso, que me podia ensinar tanto latim, tanta virtude, e só me ensinou princípios de cantochão, os quais me serviam de muito para as acertadas apreciações que eu fiz depois das primas-donas. Bem se via que eu tinha a prenda. Aquele santo homem ignora que eu escrevo novelas, nem cuida que a humanidade gaste o seu dinheiro e tempo a ler histórias estranhas à salvação.»

(In Memórias do cárcere)

 

 

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