Feeds:
Artigos
Comentários

Posts Tagged ‘Minho’



«A grande individualidade de Camilo Castelo Branco, à parte toda a exegese crítica da sua obra, será para esse canto do Minho o que foi Herculano para Vale de Lobos, Flaubert para Croisset, Victor Hugo para Jersey ou Guernesey.»
José Augusto Vieira

 

Anúncios

Read Full Post »


«Em testemunho da regalada leitura que V. Ex.ª me deu com o seu Minho, lhe ofereço uma das novelas de cá. O Minho tem o romanesco da árvore e o romance da família. A paisagem sugeriu-lhe, meu caro poeta, as prosas floridas do ridente livro.»
(In O Comendador – Novelas do Minho)

 

 

Read Full Post »


No tempo de Camilo Castelo Branco, século XIX, o nosso país tinha um sistema de transportes muito rudimentar, onde as vias marítimas e fluviais detinham primazia.
O desenvolvimento económico, social, político e cultural estavam, portanto, dependentes dos próprios meios de transporte. Se estes fossem lentos, atrasados, inseguros e pequenos, a mobilidade não se fazia, ou fazia-se muito lentamente.
No Minho de Camilo a produção era quase exclusivamente agrícola, mas superior à média nacional. Era necessário um sistema eficaz de transportes, uma vez que, a conservação dos alimentos não estava suficientemente desenvolvida e a rapidez com que os alimentos eram colocados nos mercados era determinante para o sucesso comercial. Surge, então, o comboio, muito mais rápido que os burros e as caleches.

Camilo nas suas constantes deambulações pelo país, em especial pelo norte, deslocava-se de burro, cavalo, caleche e, às vezes, de comboio.

No ateliê “De burro ou de caleche” vamos ver as diferenças entre os meios de transportes da aldeia e da cidade. Vamos construir puzzles gigantes e brincar com plasticina.

Read Full Post »