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Posts Tagged ‘Mistérios de Lisboa’

«O coração do homem é como o paladar dos pobres: tudo lhe sabe a comer.»
(In Mistérios de Lisboa)

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«Não há corações gastos quando a comoção é nobre.»
(In Mistérios de Lisboa)

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«Neste mundo só há dois milagres que podem de um abismo de perdição levantar um homem morto para os sentimentos nobres e insuflar-se a vida de um anjo: é a religião e a mulher.»
(In Mistérios de Lisboa)

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«Respira-se a morte da alma em toda a parte.»
(In Mistérios de Lisboa)

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«O orgulho, em homem pobre, é uma paixão terrível. No rico, expande-se em pompas, que deslumbram os seus inimigos.»
(In Mistérios de Lisboa)

 

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«A mulher tem a obrigação de ser franca, visto que os homens são os que servem das palavras para esconderem os pensamentos.»
(In Mistérios de Lisboa)

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«Amores aos quarenta e quatro são amores de toda a vida, e ludibriam o coração, que remoça com a cabeleira postiça e dentes emprestados.»
(In Mistérios de Lisboa)

 

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«A vergonha onde menos se manifesta é no rosto… Está na consciência, é uma brasa viva sempre.»
(In Mistérios de Lisboa)

 

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«Quem sofre muito, com raros intervalos de repouso, familiariza-se com a dor».
(In Mistérios de Lisboa)

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«Desconfio sempre das paixões que fazem estilo. Acho que a pequenez do amor está na razão inversa da grandeza das palavras.»
(In Mistérios de Lisboa)

 

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