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Posts Tagged ‘morrer’

«Bernardo da Silva era um filho bastardo de um nobre de Viseu. Do ventre materno passou à roda dos expostos, e daí aos cuidados duma pobre mulher de aldeia.
Aos dez anos não conhecia pai; e sua mãe, mulher do povo, arrastada sobre a lama da plebe toda a sua vida, morrera com o segredo do nobre, que se dignara descer até ela para honrá-la com desonra.»
(In Uma praga rogada nas escadas da forca)

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«Sei de alguns que morreram de saudades com mais ligeiros paroxismos: foram menos infelizes.»
(In A mulher fatal)

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«Não é tão raro morrer quem o ardentemente o deseja?»
(In livro de consolação)

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«E, se eu morrer de repente, já sabeis que trago neste dedo um anel, cujo interior do aro encontrareis decifrado o enigma, sem recorrerdes ao livrinho de S. Cipriano, nem às revelações das mouras encantadas ou desencantadas nos orvalhos de S. João.»
(In O Judeu)

 

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«Onde a vergonha morre, nascem os expedientes desonrosos.»
(In As Três irmãs)

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«Felizes os que morrem hoje, que, se morrem, é porque não podem viver mais.»
(In A filha do Arcediago)

 

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«Pode-se morrer mais que uma vez. A sepultura é que é só uma para cada homem.»
(Duas horas de leitura)

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«Como nasce o amor? Apenas sabemos como ele morre»
(In O retrato de Ricardina)

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«Belo é morrer, mas melhor seria não ter nascido!»
(In Quatro horas inocentes)

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«Só não choram os que morrem…»
(In O retrato de Ricardina)

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