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Posts Tagged ‘Nascimento’

«No Porto celebram-se de tal maneira as festanças ruidosas pelo natalício do mansíssimo Jesus, que parece, naqueles estrondos de raiva e de algazarra, estar-se comemorando com dissonâncias de réprobos, não o nascimento de Jesus, mas sim o nascimento do Diabo. Ó Cristo civilizador! Envia um raio sereno e luminoso da tua graça àqueles garotos, visto que a polícia não se importa.»
(In Ecos Humorísticos do Minho)

 

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A 15 de setembro de 1864, nasce Nuno Castelo Branco

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No ano em que se comemora o centenário do seu nascimento será evocado, através de uma exposição bibliográfica, documental e iconográfica, Alexandre Cabral (1917-1996), escritor e investigador literário, autor do fundamental Dicionário de Camilo Castelo Branco, um dos mais abalizados e prolíficos estudiosos da vida e da obra do romancista de Seide, a que dedicou anos a fio de incansável labor, tendo legado à Casa de Camilo o riquíssimo acervo camiliano que reuniu ao longo da vida.

 

 

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«Se tiver mais saúde, logo que entregue a livraria, vou passar em Lisboa alguns dias – despedir-me. Não vou aí há 6 ou 7 anos. Aí nasci, aí estão as cinzas de meus pais, e as da minha mocidade.»
(In Carta de Camilo a Luís Magalhães)

 

 

 

 

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Camilo Castelo Branco
Lisboa – 16.3.1825 – São Miguel de Ceide – 1.6.1890

A Casa de Camilo assinala o 191.º aniversário do nascimento do escritor com a inauguração da exposição “Padre Benjamim Salgado: Diretor da Casa de Camilo (1972/1978) – exposição de homenagem” e a apresentação pública do Boletim da Casa de Camilo, V Série, N.º 1.

 

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«… ao lado daquela gentil rapariga que ali estava agora ensinando aos netos de sua irmã uns versos que os Varatojos tinham ensinado para se cantarem ao nascimento do Deus Menino! Ah! A fé cristã do comendador não era bastante para estes raptos de devoção lírica, nem prestava uma copiosa atenção à história que a velha contava dos três Reis Magos, Baltasar, Gaspar e Melchior.
….
Já cantavam os galos.»
(In Serões de São Miguel de Seide)

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«…Depois, o mulherio e os rapazes saem, quentes e refratários ao gelo de 24 de dezembro, a cantar por portas o nascimento do filho de Deus.»
(In Ecos humorísticos do Minho)

 

 

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