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Posts Tagged ‘Novelas do Minho’

«O pulso é o denunciante do coração…»
(In Gracejos que matam)

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«Foi há treze anos, em uma tarde calmosa de agosto, neste mesmo escritório, e naquele canapé, que o cego de Landim esteve sentado. São inolvidáveis as feições do homem. Tinha cinquenta e cinco anos, rijos como raros homem de vida contrariada se gabam aos quarenta.»
(In O cego de Landim)

 

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Uma história de amor contrariado entre Josefa de Santo Aleixo e António de Queirós e Meneses e a filha desse amor, Maria Moisés.

 

 

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«Na tarde desse dia, passeava Monteiro, debaixo da parreira do seu quintal, pelo braço da viúva. As calhandras e os pintassilgos trilavam os seus requebros às margens do rio Pele. As rãs coaxavam nas poças, e as auras ciciavam nas ramarias dos álamos. Era uma tarde de tirar amores do olho de uma couve lombarda.»
(In Novelas do Minho: O cego de Landim)

 

                                                                                                                                       Helena Romão

 

 

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«Em testemunho da regalada leitura que V. Ex.ª me deu com o seu Minho, lhe ofereço uma das novelas de cá. O Minho tem o romanesco da árvore e o romance da família. A paisagem sugeriu-lhe, meu caro poeta, as prosas floridas do ridente livro.»
(In O Comendador – Novelas do Minho)

 

 

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«O homem tem mais amor à vida que à honra.»
(In Novelas do Minho)

 

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«O homem tem mais amor à vida que à honra.»
(In Novelas do Minho)

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