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Posts Tagged ‘Olho de vidro’


No tempo de Camilo Castelo Branco, século XIX, o nosso país tinha um sistema de transportes muito rudimentar, onde as vias marítimas e fluviais detinham primazia.
O desenvolvimento económico, social, político e cultural estavam, portanto, dependentes dos próprios meios de transporte. Se estes fossem lentos, atrasados, inseguros e pequenos, a mobilidade não se fazia, ou fazia-se muito lentamente.
No Minho de Camilo a produção era quase exclusivamente agrícola, mas superior à média nacional. Era necessário um sistema eficaz de transportes, uma vez que, a conservação dos alimentos não estava suficientemente desenvolvida e a rapidez com que os alimentos eram colocados nos mercados era determinante para o sucesso comercial. Surge, então, o comboio, muito mais rápido que os burros e as caleches.

Camilo nas suas constantes deambulações pelo país, em especial pelo norte, deslocava-se de burro, cavalo, caleche e, às vezes, de comboio.

No ateliê “De burro ou de caleche” vamos ver as diferenças entre os meios de transportes da aldeia e da cidade. Vamos construir puzzles gigantes e brincar com plasticina.

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As crianças do pré-escolar concelhio têm a possibilidade, através do atelier “Olho de Vidro – Truz-truz, Quem mora aqui”, de conhecer uma casa Museu e Camilo Castelo Branco.

A Casa de Camilo – Centro de Estudos Camilianos desenvolveu um atelier, Olho de Vidro – Truz-truz, Quem mora aqui, dirigido ao público do pré-escolar que está a ter muito sucesso junto do mesmo. Esta iniciativa tem por intuito dar a conhecer a Casa Museu de Camilo Castelo Branco, fazer compreender às crianças o que é um museu e sensibiliza-las para a Cultura em geral.
A iniciativa divide-se em duas partes realizadas em dois espaços distintos. Após um pequeno período reservado ao acolhimento, a primeira parte consiste na visualização do filme “A Princesa e a ervilha”, do realizador Jorgen Lerdam e baseado num conto de Hans Christian Andersen em que uma jovem passa o “Teste da Princesa Verdadeira” realizado com uma ervilha que, uma vez bem-sucedida no desafio, a jovem irá colocar num museu.
Está encontrado o ponto de partida para uma conversa sobre os museus e sua importância bem como introduzir, através de desenhos para colorir, a figura de Camilo Castelo Branco. Daí, as crianças seguem para a Casa-Museu onde irão bater a porta para serem atendidos pela marioneta representando o genial escritor de Seide e familiarizarem-se com o local, os objectos, as histórias apreendendo como visitar um museu. O Olho de Vidro afigura-se como uma ferramenta essencial na criação e formação de público para a Cultura.

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