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A empresa “Mínima Ideia” está a realizar para a RTP uma série de documentários intitulada “Casas com História”, através da qual se pretende dar a conhecer figuras, factos, personalidades e o riquíssimo acervo artístico, arquitectónico e cultural com eles relacionados; divulgar as histórias ligadas a cada um dos lugares seleccionados; fazer a biografia ilustrada das pessoas que neles viveram e deixaram marcas no país, quer através da sua obra, quer da influência desta no seu modus vivendi e nos objectos de inestimável valor artístico e cultural de que se faziam rodear no seu dia-a-dia.
De grande relevância é também o facto de
estas instituições serem hoje espaços vivos e com uma dinâmica própria, promovendo ateliers, preparando exposições temporárias e itinerantes, realizando encontros científicos, colóquios e conferências; lugares de debate e troca de ideias em torno das obras, dos protagonistas da cultura e da história do país; lugares que, para além do seu acervo, pretendem ser marcantes para quem os visita e servir de ex-libris aglutinador e dinamizador do ponto de vista sócio-cultural e artístico.
A produção dos 13 documentários passa pelo recurso à “voz off”, dando informações de diversa ordem orientadas para proporcionar ao espectador visitas intimistas e de afectos. Com as visitas guiadas a estes lugares de memória deseja-se, entre outros objectivos, contar histórias e curiosidades ligadas aos seus patronos e aos bens culturais em exposição, e tentar, sempre que possível, reproduzir o pulsar artístico, político e social dos respectivos tempos históricos.
As casas contempladas nesta série estão relacionadas com a seguintes personalidades:
– Almeida Moreira (Viseu);
– Anastácio Gonçalves (Lisboa);
– António Carneiro (Porto);
– Braancamp Freire (Santarém);
– Camilo Castelo Branco (V. N. de Famalicão);
– Carlos Relvas (Alpiarça e Golegã);
– Egas Moniz (Estarreja);
– Guerra Junqueiro (Porto)
– José Régio (Vila do Conde e Portalegre);
– Marta Ortigão Sampaio (Porto);
– Medeiros e Almeida (Lisboa);
– Teixeira Lopes (Nova de Gaia);
– e Teixeira de Pascoaes (Amarante).
Para a realização do documentário sobre Camilo Castelo Branco e sobre a moradia que é hoje a maior memória viva do drama camiliano, foram efectuadas filmagens na Casa de S. Miguel de Seide nos dias 13 e 14 de Maio.
Prevê-se que a estreia da série aconteça, no terceiro trimestre deste ano, na RTP2.

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O episódio da série documental “Grandes Livros” relativo à obra “Amor de Perdição“, de Camilo Castelo Branco, estreia na RTP2 na próxima 6.ª Feira, dia 24 de Abril, às 21h15.
A produção deste documentário sobre o popular romance do romancista de Seide insere-se num projecto de divulgação da Literatura Portuguesa intitulado “Grandes Livros”, o qual contempla um conjunto de 12 documentários, com 50 minutos cada, narrados pelo actor Diogo Infante, sobre as obras: “Os Maias”, de Eça de Queiroz; “O Delfim”, de José Cardoso Pires; “Os Lusíadas”, de Luís de Camões; “Amor de Perdição”, de Camilo Castelo Branco; “Navegações”, de Sophia de Mello Breyner; “Peregrinação”, de Fernão Mendes Pinto; “Sermão de Santo António aos Peixes”, de Padre António Vieira; “Aparição”, de Vergílio Ferreira; “Livro do Desassossego”, de Fernando Pessoa; “Sinais de Fogo”, de Jorge de Sena; “Viagens na Minha Terra”, de Almeida Garrett; e “Mau Tempo no Canal”, de Vitorino Nemésio.
A série está a ser emitida na RTP2, RTP Internacional, RTP Notícias e RTP, e tem uma estratégia de promoção cross media (You Tube, micro-site RTP, redes sociais) e edição em DVD.
Visa contribuir para a promoção da leitura das grandes obras da Literatura Portuguesa junto de todas as faixas etárias que se expressem em português, e cada episódio contará com a participação de conhecedores da vida e da obra do autor em análise.

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Vai realizar-se, no próximo dia 17 de Abril, pelas 21h30, no auditório da Casa de Camilo – Centro de Estudos, em S. Miguel de Seide, Vila Nova de Famalicão, a antestreia nacional do filme Um Amor de Perdição, de Mário Barroso.
Depois das adaptações de Georges Pallu (1921), de António Lopes Ribeiro (1943) e, sobretudo, depois da inesquecível e marcante versão de Manoel de Oliveira (1978), o realizador Mário Barroso apresenta-nos a quarta versão do clássico da literatura portuguesa escrito por Camilo Castelo Branco, e explica-nos que a sua intenção não foi apenas realizar outra versão. O meu filme é, antes de tudo, uma homenagem a Manoel de Oliveira, com quem trabalhei durante muito tempo. Ao ler o livro pela terceira vez, decidi distanciar-me da história de amor e centrá-la mais na questão da revolta. É um Romeu e Julieta sem a Julieta.
O realizador refere também que ao adaptar o romance Amor de Perdição, de Camilo Castelo Branco, ao cinema pretendi concentrar-me naquele que considero ser o real mote impulsionador da história: a obstinação, a história de oposição que leva à autodestruição do herói e não tanto a história de amor proibido entre dois adolescentes. Um Amor de Perdição é, essencialmente, Simão Botelho. O adolescente que não reconhece a autoridade e a moral porque vive fora delas, tem a sua própria ética que o vai levar até ao fim aniquilador, como se de algo inevitável se tratasse… Mais do que uma história de paixão, Um Amor de Perdição é uma história de violência e rivalidade.
A sessão de antestreia contará com as presenças do Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Armindo Costa, do Director da Casa de Camilo, Aníbal Pinto de Castro, do realizador Mário Barroso, dos actores Tomás Alves (Simão Botelho) e Catarina Walleinstein (Mariana da Cruz), e de Sofia Bénard, em representação da produtora Clap Filmes.
A entrada é livre.

Site oficial de Um Amor de Perdição
(PORTUGAL, 2008, 81′,COR. 1:85 – Projecção Digital)

Ficha Artística

Simão Botelho: Tomás Alves
Rita Botelho: Patrícia Franco
Zé Xavier: William Brandão
Mariana da Cruz: Catarina Walleinstein
Preciosa Botelho: Ana Padrão
Domingos Botelho: Rui Morrison
João da Cruz: Virgílio Castelo
Manuel Botelho: Rafael Morais
Teresa Albuquerque: Ana Moreira
Encenador: Francisco Nascimento
Contínuo: Dinarte Branco
Romeu: Diogo Roque
Julieta: Alexandra Lopes
Dr. Santos Sousa: Paulo Pires
Filho do Alferes Sottomayor: Samuel Félix
Segurança: Júlio César Ramos
Criada: Dalva Simões
Voz Off: Beatriz Batarda

Ficha Técnica

Uma co-produção: Clap Filmes (PT), Plateau Produções (BR) e Leopardo Filmes (PT)
Com o apoio de Ibermedia e a participação do MC/ICA e RTP
Argumento: Carlos Saboga
Livremente inspirado em Amor de Perdição de Camilo
Castelo Branco
Música
: Bernardo Sassetti
Produção: Paulo Branco
Realização: Mário Barroso
Direcção Artística: Isabel Banco
Imagem: Mário Barroso
Direcção de Produção: Ana Pinhão Moura
Assistente de Realização: Maria João Matos Silva
Som: Pedro Melo
Montagem: Francisco Garcia da Silva e Rui Mourão
Distribuição Nacional: Clap Filmes
Vendas Internacionais: Alfama Filmes Portugal

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