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Posts Tagged ‘SOL’

«Há certas mulheres que influem sobre certos homens como o sol da zona ardente. (…)
Hoje, graças aos romances, são quase todas.»
(In Anátema)

 

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«Nenhum preso tinha as lágrimas tão à flor dos olhos, quando falava de sua mulher.
Abria-se em torrentes de pranto, quando via o sol na Cordoaria, e lhe saía em ânsias do coração a palavra LIBERDADE.»
(In Memórias do cárcere)

 

 

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«O amor é como o sol, que decerto não brilhará neste recinto, se eu não abrir as janelas.»
(In A Infanta capelista)

 

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«O amor só entra em corações abertos: as trevas da alma não atraem raios de luz tão intensos. O amor é como o sol, que decerto não brilhará neste recinto, se eu não abrir as janelas.»
(In A Infanta Capelista)

 

 

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“Enquanto houver mulheres, que se sentem em rochas e contemplem o oceano, o céu, o sol, ou outra qualquer obra magnificentíssima do Senhor, a poesia não morrerá. Quando a brutalização da economia política tiver empedrado o coração do homem, aquela mulher será cantada por árvores, flores, rochas e feras.”
(In Aventuras de Basílio Fernandes Enxertado)

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O Semanário SOL, na sua edição de 30 de Agosto de 2008, disponibilizou para o público leitor mais jovem a adaptação realizada pelo escritor Francisco José Viegas de uma das obras-primas da produção romanesca de Camilo Castelo Branco: “A brasileira de Prazins”.
Com as ilustrações de Sandra Serra, é narrada a história dos amores contrariados de Marta, “a brasileira de Prazins”, e de José Dias de Vilalva. Apesar de ter sido prometida por seu pai, um lavrador remediado, a Zeferino, Marta é obrigada a casar com Bento, um tio paterno que enriquecera no Brasil. Com o falecimento de José Dias de Vilalva e com a realização do casamento contra a sua vontade, Marta enlouquece.
Lê-se no texto de Francisco José Viegas que “todas as cartas que [Marta] escreveu a José Dias e todas as que recebeu do seu namorado proibido acabaram por ser entregues ao padre Osório” que as mostrou a Camilo. “Conservo[-as] entre os meus papéis, em memória de ambos, Marta e José. Esta história só não é triste porque se passou há muito tempo, e devemos aprender com ela o suficiente para nunca cedermos à cobiça, à inveja e à ambição de enriquecer de forma desonesta”.
Casa de Camilo

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