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Posts Tagged ‘Teatro’


Assistimos aqui a uma luta entre o círculo da sociedade e o círculo do amor, ambos com direitos sobre as personagens.

Já sabemos que Camilo não assiste como árbitro ao conflito entre o coração e a sociedade.

Camilo toma partido. Não se limita a julgar Hermenegildo Fialho Barrosas e a pôr convencionalmente Ângela “debaixo de uma amendoeira florida”. Começa logo pelas proeminências morais características dos três velhos amigos do brasileiro. Pantaleão Mendes, Atanásio da Silva e Joaquim Bernardo. “Abriram-se os buchos e fecharam-se as consciências” destes membros do tribunal de honra onde Ângela foi condenada à infâmia e à pobreza. O mundo do dinheiro, a opinião pública portuense, a sociedade são sujeitos ao sarcasmo e à troça ou ao severo juízo do novelista.

A nossa ousadia em empreendermos um trabalho de tanta responsabilidade deve ser relevada pelo desejo que tivemos de tornar conhecida, no teatro, uma das melhores produções do fecundo e glorioso romancista.

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No encerramento do Festival o Grupo de Teatro Amador Camiliano – GRUTACA, apresenta “A Guerra do Tabuleiro de Xadrez”, de Manuel António Pina, dia 22 de maio, domingo, às 16h30.

 

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Teatro: Jogos do faz de conta – Workshop, dia 23 de março, às 21h30, no auditório da Casa de Camilo, com o Professor Carlos Alexandre Silva.
Inscrição obrigatória.

 

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Esta peça de teatro de Camilo Castelo Branco foi editada em 1871 pela Casa Editora Viúva Moré, inserida num volume intitulado “Teatro Cómico” e do qual também fazia parte “Entre a Flauta e a Viola”.

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«Sabeis o que é perder uma mulher que se ama… vê-la perdida e ouvir o brado íntimo da consciência dizer-nos que é perdida… para sempre? É aquilo que converte uma sociedade de homens em peleja de tigres! É uma cousa só imitada pelos vulcões no momento da irrupção! É tormento que nos mandou o inferno!»
(In Teatro – Agostinho de Ceuta)

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Segunda, 18 de maio, Dia Internacional dos Museus, estreia da peça adaptada da obra “Amor de Perdição”, de Camilo Castelo Branco, tendo como suporte a gravação do teatro radiofónico produzido pela Emissora Nacional, em 1953, e a manipulação de figuras em recorte de papel.

Uma colaboração da Rádio e Televisão de Portugal, encenada pela Companhia de Teatro Mandrágora e apresentada ao público pela equipa do Serviço Educativo da Casa de Camilo.

 

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«Os balões obedecem ao capricho do vento, e os homens ao capricho das mulheres.»
(In Teatro – O assassino de Macário)

 

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