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Convidado:

Eduardo Rêgo

Com uma educação de base acentuadamente humanista (11 anos de seminário), Eduardo Rêgo abandonou os estudos de teologia, praticamente no final do curso.

Ingressou na Rádio Renascença em 1978, tendo sido o primeiro realizador daquela casa, Ex aequo com dois colegas de profissão.

Nos últimos 30 anos (RTP + SIC) tem dedicado muito do seu tempo à sensibilização ambiental, aprofundando conhecimentos e assinando a versão portuguesa (tradução, legendagem, revisão científica e locução) de milhares de documentários da natureza. Do elenco de maravilhas naturais a que deu voz salientam-se O PLANETA TERRA e HOME – O mundo é a nossa casa.

O estilo inconfundível de comunicar granjeou-lhe o reconhecimento do público e da comunicação social, tendo sido eleito, por várias vezes, A VOZ DO ANO.

A identificação com a temática da sustentabilidade desencadeou uma grande procura do seu testemunho por parte das universidades portuguesas e outras instituições, levando-o a assumir, como tema preferencial das intervenções que faz, o binómio Literacia – Comunicação.

Ao fitar o mapa do mundo, reparou que, por mais organizações que existam, empenhadas na defesa do ambiente e na promoção da sustentabilidade, nenhuma, até hoje, se apresentou suficientemente despojada e disponível para envolver tudo e todos com a força de um abraço.

Foi esse desassossego de alma que despertou nele a ideia de um projeto fortemente agregador, capaz de criar laços entre os múltiplos agentes que dão o melhor de si pelo equilíbrio do planeta.

E surgiu o… LOVING THE PLANET – GAL (Global Association for Life) de cuja direção é presidente.

Filme a exibir:

HOME – O mundo é a nossa casa
Realizador: Yann Arthus-Bertrand
Narrador: Eduardo Rêgo
Género: Documentário
RClassificação: M/12
Origem: França
Ano: 2009
Dur.: 95 min.
Sinopse: Em 200 mil anos na Terra, a Humanidade tem perturbado o equilíbrio do planeta, estabelecido por quase 4 biliões de anos de evolução. O preço a pagar é alto, mas é tarde demais para ser pessimista: a Humanidade tem apenas 10 anos para inverter esta tendência e tornar-se consciente da extensão total da destruição da Terra e alterar os seus modelos de consumo. Yann Arthus-Bertrand, o realizador, traz-nos imagens aéreas únicas de mais de 50 países para partilhando esperanças e receios num filme que lança a primeira pedra do edifício que, todos juntos, teremos de reconstruir.

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Convidado:

António Machado (10 de Julho de 1973) é um ator, imitador e comediante português. Tirou o curso de teatro no IFICT em 1992. O seu primeiro trabalho em televisão foi a apresentação do “Clube Disney” para a RTP, de 1994 a 1996. Foi membro da equipa de vozes do Contra Informação de 1996 a 2004 e entrou em numerosos anúncios e séries televisivas. Fez parte do elenco das peças “Canção dos Oceanos”, de Rui Vilhena, em 1998; “Não te esqueças de puxar o autoclismo”, de Rita Fernandes, em 2003; Deixa-me Rir (com uma imitação de Durão Barroso) em 2004, encenada por António Feio no Teatro Villaret, e também de “2 Amores”, em 2007, encenada por António Feio e também no Teatro Villaret. Colaborou com Manuel Marques na rubrica radiofónica Portugalex (Antena 1) e participou em “Hora H”, de Herman José. Faz dobragens de desenhos animados e toca bateria. Participou no elenco fixo da série da RTP1, Bem-Vindos a Beirais no papel de Vítor Lobo.

Filme a exibir:

 


Filme da treta
Realizador: José Sacramento
Género: Comédia
Classificação: M/12
Origem: Portugal
Ano: 2006
Dur.: 91 min.
Sinopse: Após uma “visão apocalíptica” durante um espetáculo numa cabine de um peep-show, Zezé decide juntar-se à Ordem dos Caracolários Descalços, remetendo-se à clausura num mosteiro. Quando Tóni o encontra, os dois amigos vão recuar no tempo e reviver as aventuras que levaram Zezé a abdicar de todos os bens materiais e a entrar em retiro espiritual. A descoberta do caminho marítimo para Espanha montado em burro, a louca festa da feijoada “com fados e tudo”, um mega engarrafamento, lutas de galos em estilo oriental e a ida ao hospital são algumas das peripécias que ambos vão recordar até finalmente percebermos o porquê da clausura de Zezé e a importância da amizade entre os dois.

 

 

 

 

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Convidado: Manuel Serrão
Manuel José de Valadares Souto Pinto Serrão, nascido em 1959 (Porto).
Licenciado em Direito – Universidade Católica- (Lisboa)
Empresário na área da consultadoria, relações públicas, organização de feiras, nomeadamente eventos ligados ao ramo da moda, assessoria de imprensa e Internet, congressos, exposições, festas, espectáculos, festivais, etc;
Ex-vice-presidente da A.N.J.E.- Associação Nacional de Jovens Empresários, durante 6 anos, com o pelouro do Portugal Fashion, hoje é consultor deste projecto;
Responsável pela organização do Porto Fashion Week que inclui eventos como o único Salão Nacional de Tecidos e Acessórios europeus e Confecção Portuguesa- MODTISSIMO (49 edições), Porto Fashion Film Festival, iTechtextile Innovation Business Forum, Fashion District e Porto Fashion Week’s Night Out;
Administrador Executivo da Associação Selectiva Moda que desenvolve há cerca de 15 anos um projecto de internacionalização so sector têxtil e vestuário com mais de 200 empresas portuguesas sob a marca FROM PORTUGAL;
Director do T Jornal desde a sua fundação – Agosto de 2015;
Membro do Conselho Estratégico do Lisboa Design Show
Presidente da UDC CE-CPLP (União de Designers, Costureiros e Empreendedores de Moda da CE-CPLP);
Ao longo dos últimos anos, comentador da actualidade política, social e desportiva em vários órgãos de comunicação social, nomeadamente JN, Expresso, SIC, O Jogo, Lux, Independente, TSF, 24 horas e Comércio do Porto, RTP, Focus; Porto Canal; TVI 24.

 Filme a exibir:  O fabuloso destino de Amélie Poulain
Realizador: Jean-Pierre Jeunet
Género: Comédia / Romance
Classificação: M/12
Origem: França
Ano: 2001
Dur.:122 min.
Sinopse: Amélie viu o seu peixinho desaparecer num lago municipal, a sua mãe morrer no átrio de Notre-Dame e o pai transferir todo o seu afecto para um anãozinho de jardim. Amélie cresce e arranja emprego em Montmartre como empregada de um bar explorado por uma antiga bailarina equestre. Amélie leva uma vida simples. Diverte-se a partir a crosta do leite creme, a atirar pedrinhas ao Sena, a observar as pessoas e a deixar correr a imaginação. Aos vinte e dois anos dá-se um golpe de teatro e Amélie descobre um objectivo na vida : melhorar a vida dos outros. Inventa então toda uma série de estratagemas para intervir incognitamente na existência de várias pessoas à sua volta. Entre elas, a porteira, que passa os dias a beberricar Porto num tête-à-tête com o seu cãozinho embalsamado; Georgette, a balconista hipocondríaca; ou o “homem de vidro”, o vizinho que só vive através de uma reprodução de Renoir. A missão de Amélie é subitamente perturbada pelo aparecimento de Nino Quincampoix, um jovem estranho. Empregado a meio tempo num comboio fantasma e numa sex-shop, Nino colecciona fotografias abandonadas nas máquinas de photomaton. Amélie sente-se fascinada por Nino, mas prefere jogar ao gato e ao rato com ele, em vez de revelar abertamente os seus sentimentos. Após várias tentativas frustradas, acaba por desistir. Felizmente, “o homem de vidro”, perito em isolar-se dos outros, retribui-lhe a atenção prestada, atirando-a para os braços de Nino.

 

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Convidado: Richard Zimler
Os romances de Richard Zimler estão traduzidos em 23 línguas e têm constado nas listagens de best-sellers em doze países diferentes, incluindo, os Estados Unidos da América, o Reino Unido, Austrália, Brasil, Itália e Portugal. Quatro dos seus romances exploram as vidas de diferentes ramos e gerações de uma família Luso-Judaica: O Último Cabalista de Lisboa; Meia-Noite ou o Princípio do Mundo; Goa ou o Guardião da Aurora e A Sétima Porta. O Evangelho Segundo Lázaro é o seu mais recente romance. Zimler vive em Portugal desde 1990 e tem nacionalidade Portuguesa e Americana.

Filme a exibir: Central do Brasil

 

Realizador: Walter Salles
Género: Drama
Classificação: M/12
Origem: Brasil
Ano: 1998
Dur.: 113 min.
Sinopse: Dora (Fernanda Montenegro) trabalha escrevendo cartas para analfabetos na estação Central do Brasil, no centro da cidade do Rio de Janeiro. Ainda que a escrivã não envie todas as cartas que escreve – as cartas que considera inúteis ou fantasiosas demais -, ela decide ajudar um menino (Vinícius de Oliveira), após sua mãe ser atropelada, a tentar encontrar o pai que nunca conheceu, no interior do Nordeste.

 

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Convidado:
António Mota (Baião, Ovil, Vilarelho, 16 de Julho de 1957) é um escritor português, reconhecido autor de literatura para crianças e jovens.

Nasceu a 16 de Julho de 1957. Foi professor do Ensino Básico em beja em lisboa. Em 1979 escreveu o seu primeiro livro, A Aldeia das Flores. Alguns dos seus livros estão publicados no Brasil e traduzidos para espanhol, galego e sérvio.

Recebeu vários prémios, dos quais se destacam o Prémio da Associação Portuguesa de Escritores (1983) para “O Rapaz de Louredo”, o Prémio Gulbenkian de Literatura para Crianças e Jovens (1990) para “Pedro Alecrim”, o Prémio António Botto (1996) para “A Casa das Bengalas”, o Grande Prémio Gulbenkian de Literatura para Crianças e Jovens (2006, categoria Livro Ilustrado) para ´´Se eu fosse muito magrinho“.

A 6 de Junho de 2008 foi feito Oficial da Ordem da Instrução Pública.

Em 2010, foi nomeado para os Prémios de Autor da SPA/RTP na categoria Literatura Infanto-Juvenil com “Pinguim” (Gailivro, ilustrações de Alberto Faria).

Foi nomeado como candidato português ao prémio literário sueco Alma em 2013 e 2014.

Filme a exibir:

 

A 25.ª hora
Realizador: Henri Verneuil
Género: Drama / Guerra
Classificação: M/16
Origem: França, Itália, Iugoslávia
Ano: 1967
Dur.: 130 min.
Sinopse: Segunda Guerra Mundial, Johann Moritz (Anthony Quinn) um simples camponês romeno e Suzana (Virna Lisi), sua linda esposa são envolvidos num emaranhado de situações, que não conseguem entender. O chefe de polícia deseja sua mulher e sob a falsa alegação de ser ele judeu, é enviado a um campo de concentração. Entre as incoerências da era nazista, tem início sua terrível saga. Porém em uma avaliação pelos nazistas de seu biotipo, Johann é considerado um “exemplar-modelo da raça Ariana”. Em sua busca para conseguir de volta sua esposa e sua família e sem entender as verdadeiras razões do conflito, ele luta contra os dois lados da guerra.

 

 

 

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Convidado:
 Salvato Trigo, nasceu numa família de ferreiros de Ponte de Lima e hoje é reitor e proprietário da Universidade Fernando Pessoa, com sede no Porto. Formado em Românicas, defende que, para ser completa, uma universidade deve juntar as ciências duras e as humanas. Salvato Trigo, 63 anos, criou “sem um tostão do Estado” como gosta de sublinhar, uma instituição em expansão, que prepara a abertura de um hospital-escola.

Filme a exibir:

 

Amor de Perdição é uma adaptação cinematográfica do romance homónimo de Camilo Castelo Branco feita pelo realizador António Lopes Ribeiro, em 1943. Conta com António Vilar no papel de Simão Botelho, uma jovem Carmen Dolores como Teresa de Albuquerque e António Silva como João da Cruz. É considerada uma das mais fidedignas adaptações da famosa obra camiliana, tendo o diálogo sido respeitado quase na íntegra. É o filme de estreia de Carmen Dolores, que contava apenas com 19 anos na altura das rodagens.

Ficha Técnica:
Título: Amor de Perdição (Original)
Ano produção: 1943
Dirigido por: António Lopes Ribeiro
Duração: 128 minutos

 

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Convidado: Adolfo Luxúria Canibal (Luanda, 25 de Dezembro de 1959), de nome de batismo Adolfo Augusto Martins da Cruz Morais de Macedo, é um advogado, músico e poeta português.

Adolfo Luxúria Canibal nasceu em Luanda, Província Ultramarina de Angola. Cresceu entre Vieira do Minho e Braga e em 1978 mudou-se para Lisboa, para estudar Direito. Viveu em Lisboa de 1978 até 1999, onde, após terminar o curso de Direito, exerceu a advocacia e a consultoria jurídica. Na qualidade de especialista em Direito do Ambiente foi orador convidado em diversos congressos e seminários, portugueses e estrangeiros, e professor em cursos de formação, de pós-graduação e de mestrado. Integrou de 1993 a 1999 um Grupo de Peritos Jurídicos da Convenção de Berna, junto ao Conselho da Europa, em Estrasburgo. No final de 1999 foi habitar para Paris, cidade onde praticou diversos misteres, como tradutor, ator de figuração, gerente comercial, jornalista, cronista, voz para telemóveis, estudos de mercado, crítico musical ou gestor liquidatário de sociedades cinematográficas. No final de 2004 regressou a Braga e à consultoria jurídica, cidade onde reside atualmente.

Foi considerado, em 2003, pelo semanário Expresso, como uma das cinquenta personalidades vivas mais importantes da cultura portuguesa. Em 2011, nas Comemorações do Centenário da Universidade de Lisboa, foi um dos 100 ex-alunos convidados para proferir uma palestra no ciclo 100 Lições, a que deu o título Profissão: Diletante. Da Música à Conservação da Natureza.

Filme a exibir: Satyricon de Fellini

 


É um filme italiano de 1969 dirigido por Federico Fellini, baseado no livro homónimo escrito pelo autor romano Petrônio no século I.
A história narra as aventuras e desventuras de Encolpio e Ascilto, pelo afeto de Gitão (Gitone), que após ser vendido a um ator de teatro, é resgatado por Encolpio mas escolhe ficar com Ascilto. Rejeitado, Encolpio é salvo do próprio suicídio por um terremoto, e a partir daí começa uma jornada que tem por pano de fundo uma galeria de artes onde conhece o poeta Eumolpo, e o acompanha até um bacanal promovido por um aristocrata com pretensões artísticas, mas que despreza a própria esposa pela companhia de um menino.

Género: Drama
Direção: Federico Fellini
Roteiro: Bernardino Zapponi, Brunello Rondi, Federico Fellini
Elenco: Hiram Keller, Mario Romagnoli, Martin Potter, Max Born, Salvo Randone
Duração: 138 min.
Ano: 1969
M/16 anos

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