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Peça adaptada da obra “Amor de Perdição”, de Camilo Castelo Branco, tendo como suporte a gravação do teatro radiofónico produzido pela Emissora Nacional, em 1953, e a manipulação de figuras em recorte de papel.

Uma colaboração da Rádio e Televisão de Portugal, encenada pela Companhia de Teatro Mandrágora e apresentada ao público pela equipa do Serviço Educativo da Casa de Camilo.

 

Pensamento da semana

«Quem conhece um coração conhece-os todos. As variedades são acidentes casuais das circunstâncias. É o barro com diversas cores; mas tudo barro.»
(In A Caveira da Mártir)

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O Serviço Educativo da Casa de Camilo apresenta “Maria Moisés”, de Camilo Castelo Branco

 

 

Pensamento da semana

«As impressões deliciosas nunca se esquecem.»
(In A Filha do Regicida)

 

Espírito e graça

No Teatro S. João cai uma perna de carneiro do camorote!

«Nicolau fez uma grave mesura, estendeu o braço para dentro com o lenço pendurado e respondeu solenemente:
– Foi deste camarote, sem dúvida, que uma das senhoras deixou cair a parte respectiva do bode?
– Do bode?! – perguntou o chefe dos canibais, forçando com um arranco interior a descida do bocado que lhe entupia os gorgomilos.
– Do bode – tornou Nicolau – se vossa senhoria quer que seja bode, carneiro, porco-espinho ou como é que deva chamar-se o animal comido e ex-proprietário desta pá.»
(In O Sangue)

 

Pensamentos da semana

«Cada terra com seu uso. Tudo que é desacostumado causa reparos e juízos temerários.»
(In Mistérios de Fafe)

Camilo Castelo Branco

Retrato de Camilo Castelo Branco tirado em dezembro de 1861, no fotógrafo Horácio Aranha, Rua do Bonjardim, Porto.