Feeds:
Artigos
Comentários

Pensamento da semana

«Sei de alguns que morreram de saudades com mais ligeiros paroxismos: foram menos infelizes.»
(In A mulher fatal)

Ler

«Mau livro é o que nos incomoda, o que nos entristece…»
(In A mulher fatal)

Pensamento da semana

«Não há bons nem maus destinos, o homem é o responsável.»
(In Estrelas funestas)

Carnaval!

«O carnaval de há vinte anos na cidade do Porto! Neste Porto já agora tão decadente e melancólico!…»
(In Quatro horas inocentes)

Pensamento da semana

«…eu não sei se o estudo envelhece o coração: figura-se-me que sim. A alma não; que essa é imortal…»
(In Os Brilhantes do Brasileiro)

Dia dos namorados

 

«…ala dos namorados divide-se em três secções, ou corpos de batalha:
1.ª a dos espiritualistas;
2.ª a dos patuscos;
3.ª a dos materialistas, ou materiais, que é aqui a mesma coisa.»
(In Crónicas)

Pensamento da semana

«Se não fossem tantos os ingratos, seriam menos os infelizes.»
(In Dispersos de Camilo)

A iniciativa tem como objetivos principais fomentar o gosto pela leitura dos textos de Camilo Castelo Branco e proporcionar a partilha de abordagens e de interpretações da prosa do romancista de São Miguel de Seide.

 

«Quis imaginar as agonias dum homem, que, aos vinte e seis anos, cai na sepultura, depois de erguer-se ao ponto culminante da vida e esperança…»
(In Vinte dias de agonia, Doze casamentos felizes)

Download do PDF ” In Vinte dias de agonia, Doze casamentos felizes”
http://www.camilocastelobranco.org/doc.php?co=68

Formador: Sérgio Guimarães de Sousa
A sessão realizar-se-á na plataforma Zoom
Inscrição para o endereço eletrónico: geral @camilocastelobranco.org

Pensamento da semana

«… a vergonha é uma excrescência que nos molesta, e deve ser amputada da consciência, como quem corta um calo.»
(In O Morgado de Fafe amoroso)

Coimbra



«Em janeiro de 1846, conheci em Coimbra um rapaz, que estudava Humanidades. Contava vinte dous anos, e queixava-se do torpor de metade da sua vida. Pedia que lhe vissem na palidez da face a dobra da mortalha, que lhe envolvia lá dentro do peito o coração já morto.»
(In Leiam)