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«Onde a vergonha morre, nascem os expedientes desonrosos.»
(In As Três irmãs)

Convidado:
Gonçalo M. Tavares
, escritor português, nasceu em 1970.
Os seus livros deram origem, em diferentes países, a peças de teatro, peças radiofónicas, curtas-metragens e objectos de artes plásticas, vídeos de arte, ópera, performances, projectos de arquitectura, teses académicas, etc.

Em Portugal recebeu vários prémios entre os quais o Prémio José Saramago 2005 e o Prémio LER/Millennium BCP 2004, com o romance – “Jerusalém” (Caminho); o Grande Prémio de Conto da Associação Portuguesa de Escritores “Camilo Castelo Branco” com “água, cão, cavalo, cabeça” 2007 (Caminho). Prémio Branquinho da Fonseca/Fundação Calouste Gulbenkain com “O Senhor Valéry”, Prémio Revelação APE com “Investigações. Novalis” com “Uma Viagem à Índia”

Filme a exibir:

 


O Meu Tio
(Mon Oncle, 1958)
Título original: Mon Oncle
De: Jacques Tati
Com: Adrienne Servantie, Jacques Tati, Jean-Pierre Zola
Género: Comédia
Classificação: M/12
Outros dados: FRA/ITA, 1958, Cores, 110 min.
Sinopse: O senhor e a senhora Arpel têm uma casa moderna num quarteirão asséptico. Na casa deles é tudo novo: o jardim é novo, a casa é nova, os livros são novos. Neste universo tão confortável, tão clean, tão hich-tech, tão bem programado, o filho Gérard    aborrece-se de morte. É então que irrompe o irmão da senhora, o tio, o Sr. Hulot. Personagem inadaptada, habituada ao seu mundo caloroso, vai, para delírio do sobrinho, virar tudo de pernas para o ar.

«O amor e o remorso são espinhos que não desencrava do coração quem quer.»
(In Anos de Prosa)

Ficções do Mal em Camilo Castelo Branco reúne um conjunto diversificado de investigadores em torno da novelística camiliana com o objetivo de aclarar na obra do grande escritor as múltiplas formas de que se reveste o tema do Mal. De que modo constrói Camilo o imaginário maléfico de algumas das suas mais conhecidas novelas? Que tipos de personagens satânicas encontramos na sua ficção? Em que medida a prática do Mal funciona como força maior dos enredos camilianos? A estas e a outras não menos pertinentes questões se procura responder nesta obra que constitui mais um volume dedicado ao estudo aprofundado da obra do novelista de Seide.

 

No encerramento do Festival o Grupo de Teatro Amador Camiliano – GRUTACA, apresenta “A Guerra do Tabuleiro de Xadrez”, de Manuel António Pina, dia 22 de maio, domingo, às 16h30.

 

Tendo por base os textos do escritor Camilo Castelo Branco, a Casa de Camilo vai realizar um roteiro pelas igrejas de: Requião, Abade de Vermoim, Esmeriz, Landim, Seide.

Apresentação do conto “Beatriz de Vilalva” – 21h30

Igreja de Esmeriz

“Era o nome da encantadora bastarda do capitão-mor da Lixa.
Vivia, com sua mãe, na quinta de Vilalva, com que fora dotada, aos quinze anos, para casar, aos dezoito, com o morgado de Pildre, Vasco Pinto de Magalhães.
Isto são cousas antigas. Era no ano de 1834. Há quarenta anos.
[…] Beatriz orçava então pelos dezassete. No ano seguinte, devia casar-se com o morgado de Pildre, que tinha cinquenta e seis anos, e uma casaria negra, às cavaleiras de Amarante, com duas torres senhoriais escalavradas pela artilheria, no tempo dos franceses.”

20h00 – Concentração: Casa de Camilo
22h30 – Chegada: Casa de Camilo
Inscrições (limitadas a 20 lugares)

 

21 de maio, sábado, às 21h30, o Grupo de Teatro Renascer, de Esmoriz representa “Flor Alma Espanca”, de Leandro Vale, no auditório da Casa de
Camilo-Centro de Estudos.
Entrada livre, até lotação do auditório.

 

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