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É carnaval!

«Enfarinhados como sábios de carnaval é que eles que aí se estadeiam, os refundidores dos velhos elementos ; e, abusando do desleixo e da calaceirice dos seus contemporâneos, metem afoutamente mãos e pés nas trevas do passado…»
(In História –II)

Pensamento da semana

«Os vícios são a arte de viver bem e alegremente. Assim se pensa, embora não se diga.»
(In A Brasileira de Prazins)

Publicado em 1.ª edição pelo editor Cruz Coutinho, em 1858, e apresentado como Romance histórico.
O que fazem mulheres é uma novela passional na tradição da linha camiliana, com importantes envolvências maginais

Vamos fazer um trabalho plástico alusivo à época carnavalesca com recurso à pintura, à colagem…
Vai ser divertido!

Público-alvo: pré-escolarcrianças em idade escolar dos 3 aos 12 anos

Duração: 1h30

Com marcação

Inscrições: Casa de Camilo. Museu. Centro de Estudos

Telefone | 252 309 750   Fax | 252 309 759

E-mail geral@camilocastelobranco.org

 

 

pensamento da semana

«O infortúnio abastarda os espíritos, desalenta-os, e de todo os transfigura.»
(In Estrelas Propícias)

 


Convidado:

Rui Massena

Foi maestro convidado principal da Orquestra Sinfónica de Roma, durante as temporadas 2009/2011. Pode atribuir-se-lhe também a proeza de te sido o primeiro Maestro Português a dirigir no Carnegie Hall em Nova Iorque (2007). Dois exemplos da sua capacidade de extravasar as nossas fronteiras. Por cá, embarcou de corpo e alma na aventura Expensive Soul Symphonic Experience, um espetáculo onde uma orquestra clássica encontrou espaço ao lado do moderno hip hop dos nortenhos Expensive Soul e que rendeu um DVD de sucesso (o mais vendido em Portugal em 2012). Não faltam troféus a Rui Massena, aliás: a Academia de Artes e Ciências Brasil atribui-lhe em 2013 a Medalha de Mérito Cultural, tal como a sua cidade natal, Vila Nova de Gaia, que lhe entregou a Medalha de Ouro de Mérito Cultural e Científico. Já o festival Rose d’Or, em Berlim, em 2014, fez da sua série televisiva, “Música Maestro”, finalista na categoria de Artes, reconhecendo assim o seu enorme valor cultural.

Estes prémios e distinções reconhecem, afinal de contas, um percurso rico, de total entrega à causa da música, um percurso que o viu a abraçar grandes causas e desafios – foi Director Artístico e Maestro Titular da Orquestra Clássica da Madeira entre 2000 e 2012 – e que lhe permitiu trabalhar com nomes tão sonantes como os de Guy Braustein, José Carreras, Ute Lemper, Wim Mertens, Ivan Lins, José Cura ou Mário Laginha e Bernardo Sassetti. Agora, Rui Massena apresenta-se um outro desafio: o do piano solo. Um maestro sem orquestra, mas com um mundo de melodias e músicas na ponta dos dedos. Esse desafio rendeu um disco – Solo – que lhe revela também uma incrível faceta de compositor. Será esse o trabalho que Rui Massena levará agora aos palcos: um universo mágico de melodias profundas que contam com a sua assinatura e personalidade singular.

Filme a exibir:

Into the wild
FichaTécnica
Realização: Sean Penn
Interpretação: Emile Hirsch, Vince Vaughn, Catherine Keener
Classificação: M12
País: EUA
Ano: 2007
Dur.: 148 min.
Sinopse: Baseado na história verdadeira de Christopher McCandless, um americano recentemente saído da Universidade e com um brilhante futuro à sua frente. Aos 22 anos, ele opta por prescindir da sua vida privilegiada e partir em busca de aventura. O que lhe acontece durante este percurso transforma este vagabundo num símbolo de resistência para inúmeras pessoas. Era Christopher McCandless um aventureiro heroico ou um idealista ingénuo, um Thoreau rebelde dos anos 90 ou mais um filho americano perdido, uma pessoa que tudo arriscava ou uma trágica figura que lutava com o precário balanço entre homem e natureza?

 

Pensamento da semana

«Descontar em amarguras a culpa é alívio de remorsos nas almas que não estão de todo pervertidas.»
(In O Romance de um homem rico)

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